RS Futebol: Uma história de sucesso
Paulo Sérgio Rodrigues - Plantão da Cidade
Alvorada, é uma cidade que fica há 16 quilômetros de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, ou seja, pertence à Região Metropolitana, na com uma população de 210.233 habitantes, segundo o sendo do IBGE de 2005. Foi nesta progressista cidade que o ex-jogador do Inter, Flamengo e Seleção Brasileira (entre outros), escolheu para montar uma estrutura do seu clube empresa. Trata-se de Paulo César Carpegianni, que agora se dedica ao descobrimento de jovens talentos do futebol brasileiro.
Em janeiro de 2001, Capergianni, em parceria com uma tradicional família local, iniciou a construção do Centro de Treinamentos do RS Futebol Clube, um dos maiores complexos esportivos da América Latina, voltado para a iniciação e formação de jogadores de futebol profissional.
Planejado e executado dentro das diretrizes da Lei Pelé, no mesmo ano o clube foi registrado na Federação Gaúcha de Futebol, CBF e FIFA, tendo revelado, de lá para cá, vários jogadores que estão atuando no futebol brasileiro e estrangeiro, participando de várias competições nas categorias juvenil e júnior, com boas campanhas. Atualmente, o RS Futebol Clube disputa a segunda divisão do futebol gaúcho, tudo isto possível com muito trabalho e investimento de alguns milhões de reais.
O clube-empresa funciona dentro dos aspectos legais e tem por objetivo relevar jogadores e colocá-los no mercado futebolístico, com administração profissional e moderna.
Contei esta história para meus amigos leitores, para mostrar com quem é que o presidente do Operário foi conversar, juntamente com o candidato a treinador Ananias. Ou seja, caso o dirigente alvi-negro consiga convencer Capergianni e seus sócios a investir no Operário, sem dúvida que será uma grande parceria.
Claro e evidente, que o investimento no Operário seria bem menor, até porque a estrutura física que o RS Futebol tem, uma parte dela o Fantasma já tem, mesmo sendo mais simples.
O grande problema, conforme já debatemos anteriormente, é a questão financeira. O Operário tem uma boa estrutura, que não é moderna, mas suficiente por enquanto, tem nome e prestígio. Faltam: dinheiro e experiência para tocar um projeto como estes. Como conjugar estes itens?
São respostas como estas que imprensa e torcedores do Operário ficam no aguardo.
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