Operário tenta esquecer as brigas do “amistoso”
Danilo Kravchychyn - Diário da Manhã
Os acontecimentos de domingo, que culminaram com a interrupção as 27 minutos do segundo tempo do jogo que deveria ser amistoso, entre Operário Ferroviário e Foz do Iguaçu, não devem ser encarados pelos torcedores como um retrato do que poderá acontecer ao longo do Campeonato Paranaense da Divisão de Acesso, que, por enquanto, tem o seu início previsto para o próximo dia 14.
Ao contrário, os dirigentes alvi-negro repudiam a atitude de jogadores e a fragilidade da arbitragem da Liga de Futebol de Ponta Grossa, que não teve pulso para conduzir o jogo, deixando-se envolver pela pressão dos jogadores. O presidente Sílvio Cosmoski já se mobiliza para marcar uma nova partida para o próximo domingo, mas avisa que vai pedir um árbitro mais experiente, do quadro da Federação Paranaense de Futebol.
O saldo foi negativo e o jogo entre Operário e Foz passou das páginas do esporte para as policiais. O técnico Ricardo Pinto, que reassume hoje o comando da equipe alvi-negra, deverá intensificar os treinos com bola, visando a estréia com o Paraná Clube “B”. Com a recuperação de Marcelo Foto, André e Edson Rosa, que estavam resfriados, o principal problema passou a ser o atacante Tóti, que deixou o campo devido a uma pancada no joelho e está entregue ao departamento médico.
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