Resultado de superação!!!
Alencar Rios - Rádio CBN
Se o jogo de Operário x Iguaçu neste domingo (11/06/2006) foi bonito? Não foi. Se o jogo foi feio? Não foi. O empate em 1×1 foi bom ? Foi ótimo. Mesmo com todos os problemas tidos e havidos, de conhecimento geral e pleno da nação alvinegra, em virtude da falta de estrutura para uma melhor preparação, incluindo-se aí o pagamento salarial de todos os jogadores e comissão técnica atrasados, mesmo assim, o time Operariano mostrou que é extremamente profissional.
Quando chegamos a progressista cidade de união da Vitória, tal qual o bonito nome desta cidade, a vitória da equipe do Iguaçu era tida como líquida e certa, somente ficando em aberto de quanto seria o placar. Os mais afoitos apostavam em goleada. Humildemente o time Princesino adentrou ao péssimo gramado do acolhedor Estádio Anchioco Pereira para fazer o seu aquecimento, sob fortes apupos e palavras desconfortáveis, como timinho e fantasminha camarada. Pois foi só a bola rolar para calar. No início, nos primeiros minutos, pouco mais que três, a nossa defensiva mostrou-se inquieta e desconcentrada, no entanto logo acertando a sintonia. Na seqüência do jogo o que vimos foi um Operário dono da situação, com um toque de bola mais refinado, cadenciado, enquanto a equipe do Iguaçu dependia quase que exclusivamente de bolas paradas, saídas principalmente do já não mais “menino” Joel, aqui de Ponta Grossa. Essa superioridade ficou evidenciada, aos 19 min da primeira fase, quando em uma jogada individual, pelo lado direito do ataque Operariano, Edson Rosa, que hoje redimiu-se das últimas jornadas voltando a jogar um belo futebol, driblou o seu marcador e cruzou certeiro para o jogador Serginho, que empurrou para as redes, marcando o primeiro gol do jogo, o do Operário, calando totalmente a torcida do Iguaçu. O Operário, por um excesso de preciosismo e falta de pontaria, deixou de ampliar ainda no primeiro tempo, através dos pés de Serginho e João Paulo. No segundo tempo, o Iguaçu chegou ao empate através do jogador Gilson no início do mesmo. Alguns acham que foi falha do goleiro Rudi, entendo que o mesmo estava mal colocado, mas mesmo que houvesse falhado, Rudi ainda possuía créditos, pois ao final da primeira etapa realizou portentosa defesa de chute desferido por Joel, mantendo o grito de Goool na garganta da torcida do Iguaçu. O resultado de empate em 1×1 seria até justo, caso não houvesse a interferência direta da arbitragem, que marcou um impedimento inexistente do ataque Operariano( Chegamos a marcar o gol ) e também a não marcação de penalidade máxima sobre o jogador João Paulo do Operário. Detalhe importante, se havia 4.600 pagantes em União da Vitória, a capacidade do Germano Kruguer é de 25.000 torcedores.
Resultado em campo muito bom, demonstrando o alto nível profissional de todos que compõem o elenco Operariano. Agora fica a situação a ser definida fora de campo. È necessário também a profissionalização nesta esfera, sob o risco de sepultarmos o futebol profissional na Princesa dos Campos. Até a próxima.
Como é q é !!a capacidade do Germano Kruguer é de 25.000 torcedores?????????????!!!!!!!!!!!!!
Manuel escreveu em June 12th, 2006 at 7:12 pm
hehehe, quem dera tivessemos 25000 lugares!!!
Sérgio Koloszwa escreveu em June 12th, 2006 at 11:47 pm
Para um maior esclarecimento, tratei o assunto com ironia. o Iguaçu está tentando levantar a sua média de arrecadação de olho em uma das vagas por este critério. Por isto que eu disse, que caso houvesse 4600 pagantes em União da Vitória, a capacidade do Germano Kruguer seria de 25000 pessoas.
ALENCAR RIOS escreveu em June 13th, 2006 at 8:33 pm
Agora ta explicado! tava meio dubia sua frase! Otima matéria! abraço
Sérgio Koloszwa escreveu em June 13th, 2006 at 11:08 pm
Realmente as matérias estão ótimas parabens pelo trabalho
Manuel escreveu em June 14th, 2006 at 7:16 pm