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Hora de Mudar

Ivan Vinicius p/ o Esporte Emoção

A verdadeira sabedoria está em reconhecer as limitações que temos. É saber que não basta termos grandes projetos, se não conseguimos concluí-los. É admitir que há um tempo certo pra darmos lugar para que outros possam demonstrar sua capacidade. Não há como negar que a atual diretoria do Operário Ferroviário E. C. tentou recolocar o Fantasma na divisão de elite do futebol Paranaense.

Em 2004, com dinheiro na mão contratou mal: comissão técnica incompetente, time ruim, resultados péssimos, time fora. Em 2005, sem recursos financeiros, com boa comissão técnica, um time bom, mas limitado a 11 jogadores, o time chegou entre os 4, mas perdeu para a falta de bons reservas no banco. Este ano, a mesma comissão técnica, um grupo tecnicamente razoável e a falta crônica de dinheiro, conduziram o time para a eliminação na segunda fase da competição.

Não adianta buscar responsáveis em arbitragens, a diretoria pediu jogos em casa no início da fase e perdeu um jogo e empatou outro: um ponto em seis disputados! Na seqüência o time demonstrou ser perdedor; fez 3 pontos em 18 disputados, menos de 20% de aproveitamento! O torcedor demonstrou que só vai a campo se o time for vencedor e o time só será vencedor se tiver salários em dia, ou seja: não se faz futebol profissional dependendo de rendas de jogos. Um time vive de resultados.

A atual diretoria usou todo seu conhecimento e em três temporadas são saiu do lugar em que se encontrava há três anos atrás, só que agora tem dívidas para pagar. Está na hora de dar lugar a novo dirigentes que podem trazer novas idéias, novos parceiros patrocinadores ou até novas fórmulas que possam beneficiar o clube e transformar o futebol profissional do Operário em setor vencedor e até, porque não, rentável?

Já existe um movimento de interessados em disputar as eleições internas do clube, que só ocorrem em Dezembro, mês distante e ruim para o calendário do futebol, mas nada impede que a atual diretoria, pensando no bem do Operário, antecipe as eleições para data próxima, provando assim que realmente ama seu clube!

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Entrevista com o pretenso candidato à presidência

Cândido Neto entrevista para a sua página, Esporteemocao.net, pretenso candidato a presidência do Operário Ferroviário Esporte Clube, a qual o OPERARIO.com reproduz agora.

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O torcedor do Operário Ferroviário Esporte Clube quer e espera mudanças drásticas no comando do Clube. As três tentativas frustradas da atual diretoria em subir a equipe para a 1ª Divisão, irritam a torcida Alvinegra de Vila Oficinas. A partir de agora, começamos a viver o processo eleitoral no Clube, as eleições já estão marcadas para o início do mês de Dezembro. Alguns nomes vão aparecendo na medida em que a situação do Alvinegro vai se tornando cada vez mais difícil.

O site ESPORTE EMOÇÃO já se movimenta no sentindo de ouvir os candidatos ao cargo do presidente. No relato que faremos abaixo, assumimos o compromisso com o entrevistado em não revelar sua identidade num primeiro momento, já que o mesmo entende que poderia ser taxado de oportunista, ou ainda poderia atrapalhar as negociações em estado bem avançado com os prováveis parceiros. Podemos assegurar que o pretenso candidato tem experiência como dirigente, pois já foi presidente do Operário. É favorável a terceirização do futebol profissional e não vai abrir mão de um amplo trabalho de base para venda de jogadores.

Confira a entrevista cedida especialmente para o Esporte Emoção:

Cândido Neto: Como será seu relacionamento com a imprensa, caso seja eleito?

R: Mudei muito nestes anos que me afastei do futebol, quero dialogar com a imprensa esportiva, sentar na mesma mesa, trocar idéias, ouvir e ter o direito de expor minhas idéias. A imprensa será uma forte parceira em minha gestão.

C.N.: Quem será o seu vice?

Candidato.: O pretenso candidato (sorri) diz que esta será a grande surpresa. Trata-se de um bem sucedido empresário, mas que nunca teve nenhuma ligação com o futebol (sorri novamente e repete) Aguardem, vocês irão aprovar o nome dele com certeza.

C.N.: Seria possível uma composição com o empresário e ex-dirigente Antonio Luiz Mikulis?

Candidato.: (respira fundo e sorri) Vocês da imprensa são muito rápidos… Claro que há possibilidade. O Mikulis sabe tudo do futebol e ainda teríamos o Paulo Dolanlin para nos ajudar diuturnamente, pois se trata de um ótimo supervisor.

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Estopim aceso em Vila Oficinas

Candido Neto para o Esporteemocao.net

A situação está cada vez mais periclitante em Vila Oficinas. no dia de ontem alguns jogadores se mostravam bastante irritados com a demora para serem liberados, sem dinheiro sequer para mandar os mesmos para casa, a diretoria tenta encontrar rapidamente uma solução para resolver o impasse.

Na medida em que o tempo passa as coisas no Germano Krüguer se tornam cada vez mais nubladas. Recebemos a informação de que o presidente do conselho deliberativo do clube, Carlos Smanioto, teria pedido demissão do cargo, aliás, esta informação ainda não foi confirmada oficialmente, pois quando da saída de um presidente, outro deve assumir imediatamente.

Todo este “EMBROLHO” está acontecendo em função da pífia campanha realizada pelo time do Operário Ferroviário, que não planificou o trabalho previamente, com as eleições  marcadas para dezembro, há quem diga que o pleito deverá ser antecipado o mais rápido possível.

Amanhã você confere uma entrevista imperdível com um pretenso candidato à presidência do Operário Ferroviário Esporte Clube.

Atenção torcedor Alvinegro! Vamos lançar nas próximas horas uma enquete com os três principais candidatos ao cargo de presidente, e seu voto aqui no www.esporteemocao.net será muito importante, participe!!

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Operário perde na despedida para o Iguaçu

Esporteemocao.net

Foi decepcionante a atuação do Operário na sua despedida do Campeonato Paranaense Divisão de Acesso, no último Domingo dia 13 em Vila Oficinas. Apenas 140 corajosos torcedores foram ao Germano Krüguer para testemunhar mais este vexame. Aliás, um retrato fiel do que foi a pífia campanha realizada pelo Alvinegro. 

Logo após o jogo os torcedores se perguntavam o que faltou para o Operário seguir mais adiante da competição? Chegamos a fácil conclusão que não precisa ser intelectual para sabermos que faltou o apoio do empresariado local, mas acima de tudo faltou credibilidade para essa abnegada diretoria. Foram três tentativas: 2004 com muito dinheiro os dirigentes se empolgaram e promoveram aquela lambança ao contratar a dupla Chicão e Chicão para comandar a equipe num Campeonato tão importante.

Em 2005 apesar do belíssimo trabalho realizado pelo técnico Ricardo Pinto, a diretoria também acabou deixando a desejar, principalmente pelo infeliz episódio de um ex-dirigente concedendo aquela famigerada entrevista a ESPN Brasil, onde este que durante muito tempo afirmava ser mais autêntico e apaixonado entre os Operarianos conseguiu manchar  o nome da cidade e do clube com suas infelizes palavras. 2006 a diretoria montou um time “meia-boca”, trouxe o técnico Ricardo Pinto novamente achando que o mesmo teria a responsabilidade de resolver todos os problemas do clube quando sabemos que não é dessa forma que se toca um time profissional. Falo com conhecimento de causa, pois já atuei como supervisor profissional em 3 equipes do Paraná e digo, futebol só se toca com organização, planejamento e dinheiro, quem pensar fora disso está completamente equivocado em relação ao que é futebol…      Marcha dos gols: Maurício as 17min do primeiro tempo para o Iguaçu, Carlos Alberto Dias numa bela cobrança de falta empatou para o Operário e Bahia aos 43min do segundo tempo marcou contra, fazendo 2×1 para o Iguaçu.

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Iguaçu vence Operário e leva última vaga

FutebolPR

Ficou com o Iguaçu a vaga que restava para o quadrangular final da Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense. O time de União da Vitória, que a disputava contra o Cambé, selou sua passagem ao derrotar o Operário Ferroviário, por 2 x 1, neste domingo, no estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa.

A classificação parecia tranqüila no final do primeiro tempo: o Iguaçu vencia, por 1 x 0, com um gol de Jacozinho, aos 20min. Aos 3min da etapa final, Carlos Alberto Dias empatou para o dono da casa.

O empate também servia para o Iguaçu. Mas quando o Cambé, que perdia para o Engenheiro Beltrão, virou o placar para 3 x 1, o time orientado por Orlando Bianchini forçou novamente o ataque. Aos 43min, Gilson fez o gol da vitória. Pouco depois, o Cambé decretou uma inútil goleada, por 4 x 1.

O Iguaçu terminou o grupo E da segunda fase da Divisão de Acesso como líder, com onze pontos. O Engenheiro, também classificado, ficou com dez. O Cambé, eliminado, somou oito pontos.

O Operário estava eliminado desde quarta-feira. Por isso, apenas 140 ingressos foram vendidos (renda: R$ 1.015,00).

CAMPEONATO PARANAENSE 2006
Divisão de Acesso
2ª fase, última rodada
Domingo, 13/8
Grupo D
Londrina-B 1 x 1 Portuguesa Londrinense
O jogo Cascavel x Paraná-B foi cancelado de comum acordo. O primeiro já estava classificado para o quadrangular final e o segundo, eliminado da competição.
Grupo E
Operário 1 x 2 Iguaçu
Cambé 4 x 1 Engenheiro Beltrão

Classificação
Grupo D
1º) Portuguesa Londrinense (classificado)…12
2º) Cascavel (classificado)…10
3º) Paraná-B…5
4º) Londrina-B…2
Grupo E
1º) Iguaçu (classificado)…11
2º) Engenheiro Beltrão (classificado)…10
3º) Cambé…8
4º) Operário Ferroviário…3
Obs.: Cascavel, Engenheiro Beltrão, Iguaçu e Portuguesa Londrinense classificaram para o quadrangular final, que vai apontar os dois novos integrantes da primeira divisão do Campeonato Paranaense.

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Operário entra em campo para despedida honrosa

Alvinegro encerra temporada sem chegar a lugar algum;
sonho da volta à primeira divisão foi mais uma vez adiado

- Neomil Macedo -Diário dos Campos

O Operário Ferroviário, de 94 anos de tradição (o mais antigo do interior do Estado em atividade), encerra hoje uma campanha marcada pelos problemas de ordem financeira e estruturais do clube. Dificuldades essas que tiveram influência direta no desempenho da equipe em campo e resultaram na sua eliminação da Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense, sem ao menos dar o gosto à sua torcida de decidir, em casa, a vaga para o quadrangular final do certame. Hoje, diante do Iguaçu, de União da Vitória, às 15h30, no Estádio Germano Kruger, o Fantasma apenas cumpre tabela. Já o visitante, precisa de um empate para ratificar sua classificação, sem correr o risco de ver o Cambé golear o Engenheiro Beltrão, tirando-lhe a a vaga para a fase seguinte da competição, que apontará as duas equipes que sobem para a Série Ouro de 2007.
Apesar de todo o sofrimento presente no dia-a-dia do Operário, sempre em busca de recursos para ter o mínimo necessário para a manutenção de um time profissional de futebol, há quem atribua a desclassificação do alvinegro a uma herança já denominada “maldita”, que, de certa forma, condena o glorioso Fantasma a permanecer na segunda divisão “ad eternum”. Trata-se do “caso bruxo”, que eclodiu em Vila Oficinas, no ano passado, a partir de declarações bombásticas do ex-presidente do clube, Silvio Gubert, a um programa da ESPN Brasil (emissora por assinatura), e que provocou um a “tsunami” na arbitragem do Estado. A vingança estaria em curso, de forma velada e cirúrgica. A diretoria alvinegra não admite isso abertamente, mas, no mínimo, acha estranhos os erros cometidos pelas arbitragens nos jogos do Operário longe de Vila Oficinas, principalmente nesta segunda fase do certame, em lances capitais, que determinaram o resultado da partida, sempre em prejuízo do Fantasma.
Uma certeza o presidente Silvio Cosmoski diz que tem. A Federação Paranaense de Futebol (FPF) não tem nada com isso. O dirigente alvinegro acredita, piamente, que o presidente da FPF, Onaireves Rolim de Moura, quer o Operário na primeira divisão do futebol do Estado, de olho, principalmente, nas arrecadações dos jogos em Vila Oficinas. Ainda que a torcida alvinegra tenha “abandonado” o time na atual temporada, o Operário é disparado o clube que mais arrecadou no campeonato. Nos sete jogos que fez no Germano Kruger, o Operário arrecadou R$ 78,1 mil (renda bruta), dinheiro insuficiente para pagar os dois meses de salários atrasados do clube, mas muito superior ao arrecadado pelas demais equipes da Divisão de Acesso, que, invariavelmente, tiveram déficit de arrecadação em seus estádios. Na última quarta-feira, por exemplo, o Engenheiro Beltrão arrecadou R$ 1.330 e teve despesas de R$ 2.136,90 (déficit de 806,90).
Cosmoski acredita tanto na força da torcida alvinegra que espera um convite da FPF para disputar a primeira fase da Série Ouro do Campeonato Paranaense, a partir do próximo mês. Quando do seu retorno ao comando da entidade, após um período de reclusão no presídio do Ahú, o presidente Onaireves Moura, teria se comprometido a colocar na primeira divisão, além do campeão e vice da Divisão de Acesso, também os dois clubes com maiores rendas e público do certame. No arbitral da Série Ouro, realizado no último dia 28, nada se falou a respeito, mas para o presidente do Operário, que não desiste do sonho de ver o Operário novamente na “elite” do futebol paranaense, a promessa ainda está em pé. Tanto que ele também ainda alimenta a esperança de fechar uma parceria para a terceirização do Departamento de Futebol do Clube. É esperar para ver.

Equipe defende profissionalismo

O compromisso do Operário Ferroviário hoje diante do Iguaçu é com a sua história. Por isso, o time entra em campo motivado para despedir-se do campeonato de forma digna. No treino da sexta-feira, o técnico Ricardo Pinto, procurou incentivar os seus comandados, apelando principalmente para o aspecto profissional, de deixar uma boa impressão e abrir portas para trabalhar em outras agremiações.
Num breve balanço da sua segunda passagem por Vila Oficinas, o treinador diz que mais uma vez sai recompensado pela experiência e a certeza de de feito tudo o que estava ao seu alcance para levar o Operário ao objetivo de subir para a primeira divisão. “Não cabe agora ficar divagando sobre o que teria dado errado, porque, de fato, nos faltou a competência para vencer os jogos”, comenta Ricardo Pinto, sem deixar de elogiar a postura do elenco alvinegro, que se manteve unido ante todas as dificuldades.
Para a partida de hoje, o Operário terá os retornos do zagueiro Juliano e do volante Marcelo Foto. Porém, terá os desfalques dos zagueiros Hernandes, com o terceiro cartão amarelo, e Baiano, expulso em Engenheiro Beltrão. O lateral Gustavo, outro com cartão vermelho na última rodada, não joga. Bahia deverá ser improvisado na zaga, ao lado de Juliano. Na ala-direita Henrique ganha mais uma chance de mostrar o futebol. Marcelo Foto volta a formar dupla com Leomar, na proteção à zaga. Nas demais posições, o treinador mantém os jogadores que atuaram em Engenheiro Beltrão. Toti, que sentia dores no joelho e, a princípio não jogaria, ontem foi confirmado para o jogo. Assim , o time terá Osmar; Henrique, Bahia, Juliano e Anderson; Marcelo Foto, Leomar, Carlos Alberto Dias e Dinei; Toti e João Paulo.

Última rodada põe uma vaga em jogo

A última rodada da segunda fase da Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense, marcada para este domingo, com três jogos às 15h30, vai apontar o último classificado para o quadrangular final do torneio. A briga está entre Iguaçu e Cambé que não jogam entre si e disputam a segunda colocação do grupo E. Portuguesa Londrinense, Cascavel e Engenheiro Beltrão já têm vaga garantida.
O Iguaçu (oito pontos e saldo positivo de três gols) enfrenta o Operário precisando apenas de um empate. Já o Cambé (cinco pontos e saldo negativo de três gols) recebe o Engenheiro necessitando de uma vitória (de goleada), de uma derrota do concorrente e ainda de eliminar a diferença no saldo de gols e no critério de gols a favor (8 a 2 pró-Iguaçu).
Pelo grupo D, a Portuguesa visita o rival Londrina-B no estádio do Café apenas para cumprir tabela. O jogo entre Cascavel e Paraná-B, que seria realizado em Cascavel, foi cancelado de comum acordo.

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"Fantasma" convoca público p/ despedida com Iguaçu

Danilo Kravchychyn – Diário da Manhã

Iguaçu joga pelo empate para assegurar a vaga no quadrangular decisivo

Se já não vale pela disputa da vaga no quadrangular final, o jogo desta tarde, às 15h30 minutos, no Estádio Germano Kruger, marca a despedida do Operário Ferroviário da Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense. O adversário é o Iguaçu, que depende apenas do empate para garantir a sua vaga, mas ao longo da temporada o time de União da Vitória não tem conseguido vantagem nos confrontos com o “Fantasma”. Na fase classificatória, houve empate lá e vitória aqui. Nesta etapa, o Operário chegou a estar em vantagem, mas permitiu a igualdade em 1×1 no jogo disputado do Estádio Antiocho Pereira.

Ainda sem vencer nesta etapa, o alvi-negro espera uma despedida honrosa, tanto assim, que o técnico Ricardo Pinto realizou um coletivo ontem pela manhã, definindo o time sem poupar ninguém. O atacante Tóti, que, devido a uma artroscopia no joelho, disputou apenas duas partidas, participou da movimentação de ontem e está confirmado entre os titulares.

Os únicos que ficam de fora são o lateral Gustavo e os zagueiros Baiano e Ernandes, cumprindo suspensão por cartões disciplinares, além do volante André, que segue no departamento médico. Em compensação, retornam o zagueiro Juliano e o volante Marcelo Foto, que não enfrentaram o Engenheiro Beltrão na conturbada derrota por 3×2. O garoto Henrique ganha mais uma oportunidade pela lateral-direita.

Para o treinador, não há motivo para segredos e o time está escalado com Osmar no gol, Henrique pela lateral-direita, Juliano e Bahia na zaga, além de Anderson pela lateral-esquerda. Marcelo Foto e Leomar ficam com a imcumbência da marcação no meio-campo, com Carlos Alberto Dias e Dinei no setor de construção das jogadas. Na frente, João Paulo e Tóti garantem a força ofensiva.

No Iguaçu, o técnico Orlando Bianchini mantém a tranqüilidade, até porque somente uma tragédia tira o seu time do quadrangular final. O empate é bom, mas até a derrota pode garantir a equipe de União da Vitória, desde que o Cambé não imponha uma goleada de pelo menos cinco gols ao Engenheiro Beltrão.

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OFEC espera "convite" da FPF p/ disputar Série Ouro

Danilo Kravchychyn – Diário da Manhã

Despedida da Divisão de Acesso será amanhã contra o Iguaçu em Vila Oficinas

Mesmo sem ter conquistado no campo a sua classificação para o Campeonato Paranaense da Série Ouro, a diretoria do Operário Ferroviário espera por um “convite” da Federação Paranaense de Futebol para disputar a Primeira Divisão de 2007. O presidente Sílvio Cosmoski Júnior, Alemão, promete levar para Curitiba uma fita com os lances dos últimos jogos do “Fatasma”, contra Iguaçu, Cambé e Engenheiro Beltrão, provando que o alvi-negro foi prejudicado pelas arbitragens, e ainda torce para que um bom compareça amanhã a Vila Oficinas, para garantir o primeiro lugar no critério de arrecadação, que o mandatário da FPF, Onaireves Nilo Rolim de Moura, prometeu, seria um dos critérios para a promoção das equipes à Série Ouro, isto se fossem quatro os clubes promovidos desta Divisão de Acesso.

Como o Estatuto do Torcedor não permite a modificação de itens do regulamento durante as competições do futebol brasileiro, este aumento no número de clubes sequer foi discutido durante o Arbitral da Série Ouro. Assim, somente o campeão e o vice da Segundona serão incluídos na Primeira Divisão. Além disto, a proposta para iniciar o estadual ainda neste ano, no dia 30 de setembro, já conta com um voto contrário, da Adap de Campo Mourão, o que inviabiliza o quorum de 100% exigido para a mudança no regulamento.

Para o Operário, entretanto, estes argumentos não servem. E a diretoria conclama a torcida para que compareça ao Estádio Germano Kruger, amanhã, às 15h30 minutos, para acompanhar a último partida do time. Um jogo que vale vaga. Não para o Operário, é claro. Mas para o próprio Iguaçu, que joga pelo empate, e para o Cambe, que torce pela vitória alvi-negra e ainda precisa fazer a lição de casa, goleando o Engenheiro Beltrão.

Mesmo sem realizar um treino coletivo, o técnico Ricardo Pinto tem a escalação do “Fantasma” praticamente definida. O goleiro é Osmar, com Henrique na lateral-direita, substituindo Gustavo, suspenso. No miolo de zaga, volta Juliano e Bahia será improvisado, devido às suspensões de Baiano e Ernandes. Anderson será o lateral-esquerdo. Pelo meio-campo, Marcelo Foto e Leomar serão os volantes, com Carlos Alberto Dias e Thiago ficando com a armação das jogadas. Tóti sentiu o esforço das últimas partidas e foi vetado pelo departamento médico, com João Paulo e Dinei formando a dupla ofensiva.

Ninguém confirma. Mas é possível que o “homem da mala preta”, tradicional personagem do futebol brasileiro, apareça por Ponta Grossa neste final de semana, oferecendo um “bicho” extra para o Operário. Afinal, o Cambé já não depende apenas do seu resultado e vai torcer pela vitória do “Fantasma”.

O preço dos ingressos foi mantido em R$ 10,00, até porque cada centavo é importante para a diretoria diminuir o seu débito junto ao elenco e a comissão técnica. São quase três meses de salários atrasados, que poderão ser quitados com o sorteio de um Renault Clio, com custo de R$ 100,00 por bilhete.

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Meio-campo é dúvida do Operário para amanhã

Edson Rosa ou Thiago; um deles joga amanhã ao lado de Carlos Alberto Dias

- Neomil Macedo – Diário dos Campos

O meio-campo é a única dúvida do técnico Ricardo Pinto para o jogo de despedida do Operário Ferroviário na Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense, amanhã, às 15h30, no Estádio Germano Kruger, contra o Iguaçu, de União da Vitória. Eliminado da disputa pelas vagas no quadrangular final, com a derrota para o Engenheiro Beltrão (3 a 2), na última quarta-feira, o alvinegro busca apenas uma “despedida honrosa”, com uma vitória sofre um adversário que está com um pé na próxima fase do campeonato. Mesmo que venha a perder para o Fantasma, por uma diferença de dois gols, o time de União da Vitória só será eliminado se o Cambé vencer o Engenheiro Beltrão por uma contagem de cinco ou mais gols.
Sem contar com dois dos três zagueiros que têm no elenco (Baiano foi expulso e Hernandes recebeu o terceiro amarelo), o técnico Ricardo Pinto vai improvisar o volante Bahia na zaga. O lateral-direito Gustavo seria uma opção para a zaga, uma vez que já atuou no setor. Porém, ele também recebeu o cartão vermelho em Engenheiro Beltrão e será substituído por Henrique, que ganha mais uma chance de mostrar seu valor. Na ala-esquerda Anderson tem totais condições de jogo.
O capitão Juliano volta, após cumprir suspensão automática na última rodada. O volante Marcelo Foto, que também ficou de fora do jogo de Engenheiro Beltrão, retorna à sua posição, para fazer dupla com Leomar. No ataque, Toti acusou o esforço que fez nas jogos contra Cambé e Engenheiro Beltrão e sente dores no joelho. Para não agravar o problema do atleta, que mostrou muita superação nesses dois jogos, o técnico Ricardo Pinto voltará a escalar Dinei e João Paulo no ataque.
Assim a única dúvida fica mesmo no meio campo. Carlos Alberto Dias já tem escalação definida. O meia André, liberado pelo departamento médico, voltou a sentir a contusão na coxa, no recreativo realizado ontem à tarde. Edson Rosa, que se reapresentou ao clube na quinta-feira, e o garoto Thiago são as opções para a posição, com chances também para Valtencir. A dúvida poderá ser desfeita hoje, quando o técnico promete anunciar o time que inicia o jogo.

Presidente espera convite da Federação

O presidente do Operário Ferroviário, Sílvio Cosmoski Júnior, prefere não adiantar nada sobre o futuro do alvinegro após a partida de amanhã, contra Iguaçu. “Vamos ver o que vai acontecer domingo”, diz o dirigente, fazendo um último apelo à torcida alvinegra. “Precisamos da presença da torcida”, diz o dirigente que alimenta a esperança de que o presidente Onaireves Moura, da Federação Paranaense de Futebol (FPF) convide o Fantasma para a primeira fase do campeonato da Série Ouro de 2007, com início previsto para o próximo mês. “O Operário é clube com maior arrecadação no campeonato”, afirma Cosmoski, dizendo que essa seria a justificativa de Moura para o convite ao clube.
“Uma coisa é certa”, diz o supervisor de futebol do alvinegro, Wilson Janiacki, “Ponta Grossa não vai ficar sem futebol profissional”. Ele apenas não revelou os planos da diretoria alvinegra para que isso se torne realidade. O presidente do clube deu apenas uma pista, revelando que se o Operário for convidado pela FPF, os empresários de São Paulo que já fizeram uma sondagem em Vila Oficinas, estariam dispostos a firmar uma parceria com o clube. “Se o time tivesse se classificado, com certeza eles viriam”, diz Cosmoski.
Ainda ontem, o presidente Sílvio Cosmoksi anunciou que na próxima semana o lateral-esquerdo Mandagua deverá se apresentar no Iraty Sport Clube para uma fase de testes. Há possibilidades do zagueiro Baiano também seguir para o “Azulão”. “Há tempo o Iraty tem interesse no Mandagua”, diz o presidente, que nos momentos mais críticos da crise financeira do clube este ano chegou a oferecer o atleta para empresários de Curitiba. O valor que este queriam pagar, porém, estava muito abaixo da pedida alvinegra. Segundo Cosmoski, hoje, o passe de Mandagua estaria avaliado em R$ 1 milhão, se considerarmos os cálculos determinados pela “Lei Pelé”. Se conseguirmos negociar um jogador nesse valor, nossos problemas estarão resolvidos”, diz o dirigente que confia no potencial do garoto Mandagua, de 18 anos.

Técnico tenta motivar grupo

Para o técnico Ricardo Pinto, “a última impressão é a que fica”. A partir desse pensamento ele fez ontem uma rápida preleção antes do aquecimento dos jogadores, em Vila Oficinas. O treinador acredita que essa é a motivação maior dos jogadores diante do Iguaçu, amanhã. “Eles têm que ter a consciência de que fizeram o melhor que podiam e que, a grande maioria, tem uma carreira inteira pela frente”, diz o treinador, mais uma vez elogiando a postura do elenco durante toda a competição, sempre buscando a superação.
Sobre o seu futuro como treinador, Ricardo Pinto prefere não adiantar nada, porque até amanhã ele ainda é o técnico do Operário. Contudo, admite que tem alguns contatos. Revelando-se cansado, o treinador comenta que esses dois anos no comando técnico do Operário, com uma passagem pelo Marcílio Dias, de Itajaí (SC), foram de muito aprendizado. Por isso mesmo, Ricardo Pinto adianta que não pretende mais trabalhar sob pressão. “Quer ter tranqüilidade aplicar a acumulada nesse período”, diz o técnico.

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Operário se reapresenta para jogo de despedida

Equipe se reapresenta hoje à tarde e, possivelmente, fará um coletivo, visando o jogo contra o Iguaçu, domingo, em Vila Oficinas

- Neomil Macedo – Diário dos Campos

Um dia após a eliminação do Operário Ferroviário da Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense, Vila Oficinas parecia, ontem, uma vila fantasma. Com os jogadores que moram no alojamento do clube recolhidos a seus aposentos, se via apenas a movimentação do poucos funcionários em afazeres rotineiros. Apenas hoje, com a reapresentação dos atletas à comissão técnica e, talvez, a presença do presidente Silvio Cosmoski e do supervisor Wilson Janiacki haverá possibilidade de se projetar o futuro do alvinegro. Em dezembro haverá eleições para a presidência do clube. A oposição, contrária à manutenção do futebol profissional, está se articulando há algum tempo e deve ganhar força após a terceira desclassificação seguida do time na tentativa de voltar à Primeira Divisão.
Para a partida de despedida, domingo, no Estádio Germano Kruger, contra o Iguaçu, de União da Vitória, o técnico Ricardo Pinto já sabe que não poderá contar com o zagueiro Baiano e o lateral-direito Gustavo, expulsos na derrota para o Engenheiro Beltrão, na última quarta-feira, e o zagueiro Hernandes, que levou o terceiro cartão amarelo, no mesmo jogo. Após a avaliação física do grupo, na reapresentação marcada para o período da tarde, poderão surgir novos desfalques. Carlos Alberto Dias e Dinei, por exemplo, deixaram o campo em Engenheiro Beltrão por questões físicas.
Em contrapartida, o time terá a volta do volante Marcelo Foto e do zagueiro Juliano, que cumpriram suspensão automática na última rodada. Foto retomará a sua posição, ocupada na última partida por Bahia. O mesmo acontece com Juliano, que volta à zaga, mas não sabe quem será o seu compaheiro, já que tanto Baiano como Hernandes, estão suspensos. Bahia poderá ser recuado para o setor. Ricardo Pinto também terá à sua disposição o meia André, liberado pelo departamento médico, e Edson Rosa, que se reapresentou após uma semana ausente do clube.
A partida de domingo tem importância apenas para o Iguaçu. Um empate basta para que a equipe de União da Vitória ratifique sua classificação para o quadrangular final da Divisão de Acesso, que vai apontar as duas equipes que sobem para a Série Ouro. O Cambé ainda tem chances, mas precisa de dois milagres. Primeiro, o “Galo da Comarca” precisa golear o Engenheiro Beltrão, por 4 gols de diferença. Além disso, necessita que o Operário vença o Iguaçu, por diferença de três gols. O Iguaçu tem 8 pontos e saldo de três gols, enquanto o Cambé soma 5 pontos, com saldo negativo de três gols.

Dívidas crescem em Vila Oficinas

Com a perspectivas de umas das menores presenças de público da sua história (em jogos oficiais), na partida de domingo, contra o Iguaçu, a maior expectativa em Vila Oficinas gira em torno das “soluções” engendradas pela diretoria alvinegra para honrar seus compromissos financeiros, em especial, os dois meses e meio de salários atrasados (maio, junho e julho). O clube ainda tem dívidas com fornecedores e aluguéis de imóveis. A próxima segunda-feira promete em Vila Oficinas.
As esperanças estão depositadas na “ação entre amigos” que está em curso, com o sorteio de um carro 0Km. Uma empresa do Rio Grande do Sul está vendendo mil bilhetes no valor R$ 100, segundo um dos seus representantes, “com boa aceitação, mas que poderia ser melhor se o time tivesse se classificado). O sorteio está programado para 1º de outubro, mês em que expiram os contratos de vários jogadores. A promoção de venda de cadeiras cativas ainda não foi colocada nas ruas.

Federação marca última rodada para as 15h30

A Federação Paranaense de Futebol (FPF) marcou todos os jogos da última rodada da segunda fase da Divisão de Acesso, para domingo, às 15h30. Das quatro vagas para a terceira fase, apenas uma ainda está em disputa. O Iguaçu precisa de um empate para ficar com a segunda posição do grupo E, que já tem classificado o Engenheiro Beltrão.
No grupo D, estão classificadas as equipes
da Portuguesa Londrinense e Cascavel.
Domingo, pelo grupo D, no Estádio Vitorino Gonçalves Dias, o “Tubarãozinho” enfrenta a Portuguesa Londrinense, time de melhor campanha na segunda fase, com arbitragem de Cleber de Jesus Ludwig e assistência de Igor Adriano de Carvalho e Marcos da Silva. A partida entre Cascavel e Paraná B foi cancelada. O confronto estava programado para Cascavel. Como a equipe da casa já está com vaga garantida na fase final e o Paraná não tem mais chance de se classificar, as duas equipes entraram em acordo e pediram o cancelamento do jogo, pedido aceito pela FPF.
Pelo grupo E, o Operário enfrenta o Iguaçu, no Germano Kruger, com arbitragem de Adriano Milczinski, que terá como bandeiras Bruno Boschillia e Ricardo Soares Rocha. Na partida que promete maiores emoções, no Estádio José Garbeline, em Cambé, o Galo da Comarca pega o Engenheiro Beltrão, com mediação de Sandro Schmidt, auxiliado por Luiz Carlos Pereira e Cléber Eduardo Santos.

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Operário quer despedida "honrosa" contra Iguaçu

Danilo Kravchychyn – Diário da Manhã

Jogadores se reapresentam hoje em Vila Oficinas

Fora da disputa pela vaga ao quadrangular decisivo do Campeonato Paranaense da Divisão de Acesso, o Operário Ferroviário espera pelo menos realizar uma despedida “honrosa”, diante do Iguaçu, domingo, às 15h30 minutos, no Estádio Germano Kruger. Depois da derrota de quarta-feira, por 3×2, diante do Engenheiro Beltrão, o elenco alvi-negro foi dispensado, devendo reapresentar-se hoje ao técnico Ricardo Pinto.

Na viagem de volta do Noroeste do Estado, comissão técnica e atletas decidiram pela manutenção do grupo até o domingo, mesmo sem chances de classificação. A revolta pela atuação da arbitragem nos empates com Iguaçu e Cambé e, principalmente, na derrota de Engenheiro Beltrão, serviu para unir ainda mais o grupo alvi-negro, que ao longo da competição sofreu com os salários atrasados, reflexo da falta de estrutura do clube.

As expulsões de Baiano e Gustavo obrigam o treinador a mudar a formação titular, que tem o retorno do zagueiro Juliano e do volante Marcelo Foto, que cumpriram a suspensão pelo terceiro cartão amarelo. O time começará a ser montado no coletivo desta tarde, mantendo a característica ofensiva, com Dinei, João Paulo e Tóti.

Os árbitros

A Federação Paranaense de Futebol divulgou ontem a escala de arbitragem da última rodada das semifinais da Segundona, que já tem três times classificados para o quadrangular final, restando apenas a disputa entre Iguaçu e Cambé pela última vaga do grupo “E”.

O Iguaçu precisa apenas do empate diante do Operário, em Vila Oficinas, enquanto o Cambé depende da vitória em casa sobre o Engenheiro Beltrão, e ainda torce para que o Operário vença o Iguaçu. Eis a escala:

Operário x Iguaçu, às 15h30 minutos, no Estádio Germano Kruger (Vila Oficinas), com arbitragem de Adriano Milczinski, auxiliado por Bruno Boschillia e Ricardo Soares Rocha.

Cambé x Engenheiro Beltrão, às 15h30 minutos, no Estádio José Garbeline (Cambe), com arbitragem de Sandro Schmidt, auxiliado por Luiz Carlos Pereira e Cleber Eduardo Santos.

Cascavel x Paraná Clube “B”, às 15h30 minutos, no Estádio Olímpico (Cascavel), com arbitragem de Leandro Luiz Zeni, auxiliado por Everton Paulo Roman e Sidnei Pedro da Silva.

Londrina “B” x Portuguesa Londrinense, às 15h30 minutos, no Estádio Vitorino Gonçalves Dias (Londrina), com arbitragem de Cleber de Jesus Ludwig, auxiliado por Agor Adriano de Carvalho e Marcos Rogério da Silva.

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Operário perde e está desclassificado

Paulo Sérgio Rodrigues – Plantão da Cidade

O Operário Ferroviário está fora da disputa por uma das vagas para a Série Ouro de 2007. Jogando na tarde desta (quarta-feira) em Engenheiro Beltrão, a equipe princesina foi derrotada por 3×2, mantendo os 3 pontos conquistados até o momento e sem chances de alcançar o próprio Engenheiro Beltrão (11 pontos) e o Iguaçu (8 pontos) na tabela do Grupo D.

A derrota foi bastante contestada por jogadores, comissão técnica e dirigentes do Operário, após a partida, acusando o árbitro Paulo Amaral de ter dado um pênalti inexistente quando a partida estava 2×1 para o Operário, no segundo tempo.

No entanto, não podemos creditar a desclassificação do alvi-negro tão somente ao juiz do jogo desta quarta-feira, mas sim, e de forma mais veemente, ao próprio time, que teve a chance de largar na frente no início desta fase, com os dois jogos em casa, contra Cambé e Engenheiro Beltrão, quando perdeu uma e empatou a outra partida.

Assim, com estes resultados negativos, o Operário não fez a lição de casa e por conseqüência foi levando a situação até o ponto de depender dos dois últimos resultados, em um jogo fora de casa, e outro, o último, domingo diante do Iguaçu, que agora se torna somente amistoso para o Fantasma da Vila.

Portanto, os erros foram no início e não somente numa partida isoladamente, por mais que o árbitro tenha realmente influenciado no resultado.

E digo mais ainda: a influência da arbitragem no resultado deste jogo em Engenheiro Beltrão, ainda é reflexo do Caso Bruxo, que no ano passado sepultou a chances do alvinegro subir para a primeira divisão, e agora, neste ano novamente, parece que ainda tem seus efeitos perante a classe de apitadores de futebol profissional no Estado do Paraná.

Erro também da diretoria alvinegra, que sem planejamento nenhum, sem dinheiro e sem crédito perante a torcida e aos empresários, lançou-se num aventura colocando o clube numa disputa de campeonato sem a menor estrutura.

E agora, qual será o futuro do Operário? No final do ano teremos eleições. Será que algum empresário terá ainda a intenção de ser presidente do clube?

Sabemos que ainda tem gente interessada em assumir o Operário. Mas, e as dívidas? Como ficarão as dívidas oriundas desta aventura do time na Divisão de Acesso, com atletas e fornecedores?

Infelizmente as respostas para estas perguntas nós já desconfiamos quais sejam. Porém, só o tempo poderá mesmo confirmá-las. O fato é que uma coisa, quando começa errado, dificilmente terá  a chance de dar certo. No caso do Operário, tudo foi feito errado, desde o começo. E dentro de campo, lamentavelmente elas não se endireitaram.

- O Operário fez uma boa partida, principalmente no segundo tempo. Depois de estar perdendo por 1×0, virou o placar e estava muito bem no jogo. O pênalti marcado pelo árbitro revoltou os jogadores e Gustavo e Baiano foram expulsos na confusão. Cobrado o pênalti e empatado o jogo o Operário morreu na partida e foi presa fácil para o time do Engenheiro Beltrão que fez 3×2 sem problemas.

- No outro resultado desta quarta, Iguaçu e Cambé empataram em 1×1, resultado bom para o time do Iguaçu. O Cambé foi para 5 pontos, mas tem saldo negativo de 3 gols. O Iguaçu, com 8 pontos, praticamente classificado, tem saldo de 3 gols positivos. No próximo domingo, o Iguaçu joga em Ponta Grossa diante do Operário e o Cambe recebe o Engenheiro Beltrão.

- No Grupo C, as coisas estão definidas. A Portuguesa Londrinense e Cascavel fizeram jogo de compadre e empataram em 1×1, resultado que classificou ambos para a fase decisiva. A Portuguesa foi para 11 pontos e o Cascavel para 10 pontos. Paraná-B e Londrina também empataram e estão fora da competição. Ou seja, o quadrangular final, está praticamente formado com: Portuguesa Londrinense, Cascavel, Engenheiro Beltrão e Iguaçu (ou Cambé).

- Perguntar não ofende: e agora como fica aquela história de que vão subir mais duas equipes por quantidade de público nos estádios na Divisão de Acesso? Afinal de contas, a diretoria do Operário anunciou que a Federação estava propensa a mudar o regulamento, colocando mais dois times por índice de arrecadação, além dos dois primeiros colocados do quadrangular final. Pelo menos foi o que a diretoria do Operário disse. Na verdade, a FPF nunca se pronunciou oficialmente a respeito. Vamos aguardar mais esta.

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Operário perde e sonho é adiado mais uma vez

Danilo Kravchychyn – Diário da Manhã

Seria muito fácil culpar a arbitragem pela eliminação do Operário Ferroviário, faltando ainda uma rodada para o encerramento das semifinais da Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense. Mas a verdade é que nos últimos três anos o “Fantasma” tem ficado pelo caminho devido à falta de uma estrutura profissional, que assegure um mínimo de condição para que Ponta Grossa volte a ter um representante na Série Ouro, entre as grandes forças do futebol paranaense.

Em 2004, no ano em que retomou a sua participação no Estadual, o alvi-negro não passou pela fase classificatória. No ano passado, com o apoio da torcida, o Operário deu a impressão de que poderia subir, chegou às semifinais, mas foi eliminado nos confrontos com o Galo Maringá. Na atual temporada, sem o mesmo pique, o time não conseguiu atrair o torcedor e chegou até aqui devido à dedicação de seus dirigentes e, principalmente, à liderança de Ricardo Pinto, que conseguiu unir comissão técnica e jogadores, superando até mesmo os três meses de salários atrasados.

No jogo de ontem à tarde, em Engenheiro Beltrão, houve um momento em que o time até deu a impressão de que poderia chegar mais longe, ‘virando’ um placar desfavorável e dominando boa parte da segunda etapa. Mas prevaleceu a lógica e o time da casa reagiu, sendo o primeiro time do grupo “E” a conquistar a vaga no quadrangular decisivo.

Mesmo com Dinei acertando uma bola na trave, o Engenheiro Beltrão mandou no primeiro tempo e conseguiu a vantagem aos 29 minutos, com Robson aproveitando uma falha do zagueiro Baiano, driblando Ernandes e cruzando para a finalização de Maurício. Não fosse a grande atuação de Osmar, e o time da casa chegaria ao intervalo com pelo menos três gols de vantagem.

Na volta ao campo, os operarianos reagiram, passaram a dominar as ações, conseguindo o empate logo a 4 minutos, num pênalti sofrido pelo volante Bahia, que Carlos Alberto Dias converteu. Logo depois, Dinei “desencantou”, marcando o seu primeiro com com a camisa alvi-negra. Os 2×1 renovaram a esperança dos pontagrossenses, mas não durou muito. Londres, cobrando pênalti, e Elton, já no final, asseguraram não apenas a vitória do Engenheiro Beltrão, mas a classificação antecipada da equipe para as finais.

Em União da Vitória, o Iguaçu fez a lição de casa, vencendo o Cambe, por 3×0, com tentos de Valdecir, Maurício e Everton.

Depois destes resultados, a classificação do grupo “E” ficou assim: 1º Engenheiro Beltrão, com 10 pontos, já classificado; 2º) Iguaçu, com 8; 3º) Cambé, com 5; 4º) Operário Ferroviário, com 3.

A segunda vaga será decidida no domingo, com o Iguaçu precisando apenas do empate diante do Operário Ferroviário, no Estádio Germano Kruger. É a oportunidade para uma despedida honrosa do “Fantasma”, que pode até ajudar o Cambé, que não tem outra opção senão a vitória diante do Engenheiro Beltrão e uma torcida desesperada pelo Operário.

Grupo “D”

A expectativa, no início desta fase semifinal, era que os times “B” de Paraná Clube e Londrina poderiam ‘melar’ o quadrangular decisivo da Segundona, pois se conseguissem chegar à disputa do título não haveria porque realizar a disputa, pois a dupla não poderia subir à Série Ouro, assegurando automaticamente as vagas dos dois times do grupo que tinha Operário, Iguaçu, Cambé e Engenheiro Beltrão.

Mas os dois classificados deste grupo “D” são a Portuguesa Londrinense e o Cascavel, que asseguraram suas vagas com uma rodada de antecedência, no empate de 1×1, ontem, no Estádio do Café. Além disto, Paraná e Londrina também ficaram no 1×1 e estão eliminados.

A Portuguesa Londrinense tem a melhor campanha desta fase, com 11 pontos na liderança do grupo “D”, seguida pelo Cascavel, com 10. O Paraná “B” tem 4. E o Londrina “B” somou o primeiro ponto no empate de ontem.

Na última rodada, a motivação da Portuguesa Londrinense e do Cascavel se limita à luta pelo primeiro lugar da chave, que não representa muita coisa, até porque os quatro finalistas jogarão entre si em dois turnos, com os dois primeiros subindo a Série Ouro de 2007.

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Operário diz adeus ao sonho da ‘Primeirona’

Pelo terceiro ano consecutivo, o alvinegro de Vila Oficinas fica no meio do caminho na luta para voltar à Primeira Divisão

Neomil Macedo – Diário dos Campos

Os pontos perdidos no Estádio Germano Kruger, contra Cambé (1 a 0) e Engenheiro Beltrão (1 a 1) fizeram muita falta e o Operário Ferroviário está fora da disputa pelas vagas do quadrangular final da Divisão de Acesso. O fim do sonho de voltar à primeira divisão do campeonato paranaense foi decretado ontem, à tarde, no Estádio João Cavalcanti Menezes, na derrota para o Engenheiro Beltrão, por 3 a 2, num jogo em que, mais uma vez, a arbitragem tendeu para os donos da casa. Entre outros lances, o Operário contesta a anulação de um gol de Carlos Alberto Dias e a marcação de um pênalti para o Engenheiro Beltrão, que acabaria provocando a expulsão dos operarianos Gustavo e Baiano.
“Uma vergonha, fomos roubados”, disse o presidente Sílvio Cosmoski Júnior, ao final da partida, num misto de revolta e decepção pela eliminação da equipe do campeonato. Ainda hoje, dirigente alvinegro promete marcar presença na Federação Paranaense de Futebol para protestar contra o que ele classificou de “roubo”. “Essa arbitragem e os bandeirinhas vieram aqui para roubar. Ele usou de dois pesos e duas medidas”. Cosmoski ainda reclama da falta de segurança em todos os estádio em que o Operário jogou. “Lá em Ponta Grossa a Federação cobra e nós damos toda a segurança para os torcedores e para os visitantes”, diz o presidente.
No seu lamento, o presidente não esqueceu de reclamar da falta de apoio mais efetivo ao clube, tanto do governo municipal como da iniciativa privada. “É uma pena. Engenheiro Beltrão, uma cidade bem menor, estará na disputa do quadrangular e pode até subir para a primeira divisão, enquanto Ponta Grossa, uma das maiores cidades do Estado, não quer investir num clube que tem 94 anos de tradição”, comenta Cosmoski. Sem apoio, com o time eliminado do campeonato e o clube mergulhado em dívidas, o presidente admite que “hoje a melhor coisa é acabar com o futebol em Ponta Grossa”.
Para o técnico Ricardo Pinto, a eliminação do Operário é reflexo de uma soma de fatores, que ele prefere não relembrar, incluindo, a atuação dos árbitros nos jogos do Operário. No seu ‘metiê’, o treinador diz que o objetivo não foi alcançado dentro de campo. “Faltaram as vitórias que nos dariam a classificação”, disse o treinador alvinegro. Sobre seu futuro, Ricardo admite que tem alguns contatos que vai analisar, mas ainda não tem nada definido. No jogo de ontem, como em todo o campeonato, ele elogiou a disposição dos seus comandados que lutaram até o último minuto. “Eles forma homens”.

Fantasma chegou a estar em vantagem

Sob um sol forte, Engenheiro Beltrão e Operário fizeram um jogo de fortes emoções, principalmente na segunda etapa. Na primeira etapa da partida, o Engenheiro Beltrão foi superior ao alvinegro ponta-grossense, que não conseguiu executar o plano de jogo do técnico Ricardo Pinto. Sem dois de seus principais jogadores, o zagueiro Juliano e o volante Marcelo Foto, o treinador armou com um forte esquema de marcação no seu campo, tentando sair para o ataque em velocidade, com João Paulo e Dinei. Porém, com sua marcação a partir da intermediária adversária, o “Engenheiro” conseguia neutralizar as jogadas do Fantasma.
O gol do Engenheiro Beltrão, aos 29 minutos, veio de uma falha da zaga alvinegra. Primeiro Baiano furou, permitindo que Robson fosse à linha de fundo para o cruzamento fechado na área. Hernandes saiu na tentativa de abafar o chute, deixando Neizinho, Buiu e Maurício livres no centro da área. Maurício acabou tocando para o fundo do gol de Osmar, que evitou até um placar mais elástico em favor dos donos da casa.
No segundo tempo, o Operário foi para o “tudo ou nada” marcando pressão no campo adversário. Já o Engenheiro Beltrão recuou em demasia e permitiu o avanço do Fantasma. Melhor no jogo, o Operário empatou aos 13 minutos. Dias cobrou pênalti sofrido por Bahia. No lance, o zagueiro Thiago, que já tinha cartão amarelo, saiu no lucro. O árbitro Paulo Amaral fez “vistas grossas” no lance.
O Operário seguiu em busca do resultado que lhe daria a sobrevivência no certame. O lance que renovou as esperanças da torcida alvinegra aconteceu aos 25 minutos. Dinei aproveitou a falha do goleiro Danilo no cruzamento do lateral-esquerdo Anderson e virou o jogo para o Fantasma. A partir desse momento, os dois técnicos começaram a mexer nas equipes. Ricardo Pinto trocou Dias e Dinei por Thiago e Mandagua. No Engenheiro entraram Elton, Londres e Macrini nos lugares de Robson, Tobi e Thiago.
Aos 33 minutos, Paulo Amaral apitou pênalti de Leomar em Elton. O lance foi contestado por todo o time alvinegro. O lateral-direiro Gustavo foi expulso. Londres cobrou empatou a partida. Durante a comemoração, alertado pelo auxiliar, Paulo Amaral também expulsou o zagueiro Baiano. do Operário. Com dois jogadores a menos o Operário ainda levou perigo ao gol de Danilo, porém não teve pernas para segurar o empate. Aos 43 minutos, Elton faria 3 a 2 para o Beltrão.

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Engenheiro é 100% em casa

Diário dos Campos

Diferente do Operário, o Engenheiro Beltrão teve aproveitamento de 100% em casa, nesta segunda fase da Divisão de Acesso, e, por isso, comemora a classificação para o quadrangular final da competição. O curioso é que o “Engenheiro” passou para a segunda fase sem vencer um jogo sequer, num grupo que tinha apenas três equipes (Cascavel, Foz do Iguaçu e o Engenheiro). Com a vitória sobre Fantasma, o Engenheiro Beltrão foi a 10 pontos, mantendo a liderança do grupo E. No próximo domingo, o time vai a Cambé para ratificar sua classificação.
O Cambé, que ontem perdeu para o Iguaçu, em União da Vitória, por 3 a 0, ainda alimenta chances de seguir na competição. Porém precisará vencer o “Engenheiro”, no próximo domingo, e ainda torcer para que o Operário vença o Iguaçu, em Vila Oficinas. Nesse caso as duas equipes ficariam com o 8 pontos. Nos critérios de desempate a vantagem é do Iguaçu, que tem saldo positivo de três gols, enquanto o Cambé, tem saldo negativo de três gols.
No grupo D, está tudo definido. Ontem, Portuguesa Londrinense e Cascavel empataram 1 a 1, resultado que classificou confirmou a classificação das duas equipes. No outro jogo da chave. Paraná B e Londrina B também empataram em 1 a 1. O time B do Paraná Clube ainda alimentava chances de classificação, porém precisava da vitória. A última rodada do grupo, no domingo, terá os jogos Cascavel x Paraná B e Londrina B x Portuguesa Londrinense.

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Descansado, Operário espera "desencantar"

Danilo Kravchychyn – Diário da Manhã

Agora não existe alternativa. Só uma vitória no jogo marcado para as 15 horas, no Estádio João Cavalcanti de Menezes, em Engenheiro Beltrão vai possibilitar a manutenção do sonho do Operário Ferroviário, de alcançar o quadrangular decisivo da Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense.

Ciente da situação, a diretoria do alvi-negro conseguiu antecipar a viagem do elenco ao Noroeste do Estado, propiciando o descanso dos atletas, que no domingo enfrentaram uma ‘maratona’ de ida e volta à cidade de Cambé, reapresentaram-se na segunda-feira, realizando um trabalho leve com o preparador físico Leandro Gradin, e ontem pela manhã participaram de um treino técnico-tático sob o comando de Ricardo Pinto.

Foi o suficiente para a definição da equipe que vai enfrentar o líder Engenheiro Beltrão. Com Juliano e Marcelo Foto suspensos devido ao terceiro cartão amarelo, Ernandes entra na zaga e Bahia na cabeça-de-área. Nas demais posições, a formação é a mesma que empatou em Cambé, com: Osmar; Gustavo, Ernandes, Baiano e Anderson; Bahia, Leomar, Carlos Alberto Dias e Dinei; Tóti e João Paulo.

Foi justamente diante do Engenheiro Beltrão, no primeiro turno, que Carlos Alberto Dias fez a sua melhor apresentação do ano com a camisa operariana, marcando um golaço de falta e salvando o empate numa cobrança de pênalti, já nos acréscimos da segunda etapa. A torcida dos pontagrossenses é para que o ‘capitão’ apresente a mesma inspiração nesta tarde, comandando a equipe para a conquista dos três pontos.

Se ao Operário, que soma 3 pontos, só a vitória interessa, para o Engenheiro Beltrão, do técnico Itamar Belassalmas, o empate não deixa de ser um resultado interessante, até porque o time lidera o grupo “E”, com 7 pontos, enquanto Iguaçu e Cambé, que dividem a segunda colocação, com 5, fazem o confronto direto na cidade de União da Vitória.

O time do Noroeste tem alguns bons jogadores, como Marquinhos Guarapuava e o veterano Neizinho, mas no domingo os gols da vitória sobre o Iguaçu foram marcados por Valdo e Berê, prova de que todo cuidado é pouco para os operarianos, ainda mais atuando na casa do adversário.

A rodada

Restando apenas duas rodadas para o encerramento das semifinais, os jogos desta quarta-feira na Segundona têm caráter decisivo e todos começam às 15 horas.

Pelo grupo “D”, a Portuguesa Londrinense recebe o Cascavel no Estádio do Café. A vitória assegura a classificação da Lusinha, mas o empate pode beneficiar os dois times, desde que o Paraná “B” não vença o Londrina “B”, no Estádio Erton Coelho de Queiroz, em Curitiba. A Portuguesa tem 10 pontos, o Cascavel 9, o Paraná “B” está com 4, enquanto o Londrina “B” não saiu do zero.

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Operário tem “decisão” em Engenheiro Beltrão

Fantasma precisa vencer para seguir na competição, dependendo apenas de seus resultados; uma derrota elimina o alvinegro de Vila Oficinas

- Neomil Macedo – Diário dos Campos

O Operário Ferroviário faz hoje a primeira das duas “finais” que tem pela frente. Se vencer o Engenheiro Beltrão, às 15 horas, no Estádio Joaõ C. Menezes, em Engenheiro Beltrão, o alvinegro volta para Ponta Grossa para decidir sua classificação ao quadrangular final da Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense, no próximo domingo, contra o Iguaçu, de União da Vitória. Por isso, nunca a expressão “vida ou morte” pôde ser empregada com tanta propriedade. Uma derrota hoje significa a eliminação do Fantasma do certame. O empate deixa o time na “UTI”, na dependência de outros resultados.
Na missão de se manter vivo no campeonato, o Operário terá dois sérios desfalques. O técnico Ricardo Pinto não terá à sua disposição o volante Marcelo Foto e o zagueiro Juliano, os mais regulares da equipe alvinegra ao longo do campeonato. Juliano deixa o time pela primeira vez, em 14 jogos já disputados. Marcelo Foto ficou de fora apena uma partida, em razão de suspensão pelo terceiro amarelo. Esse, aliás, é o motivo da ausência de ambos no jogo de hoje.
Sem inventar, o técnico Ricardo Pinto substitui os ausentes por jogadores da posição. Para a vaga de Marcelo Foto, o treinador escala o volante Bahia, marcador incansável, porém sem a experiência do titular. Situação igual se verifica na zaga, onde Hernandes, um dos últimos a serem contratados, ainda carece de mais ritmo de jogo e atua pela primeira vez ao lado de Baiano. O técnico alvinegro admite que, pela experiência e segurança que passam para a equipe, tanto Marcelo Foto como Juliano farão falta ao time. “O Bahia e o Hernandes são jogadores de muita vitalidade e raça e vão suprir essas ausências à altura”, diz Ricardo Pinto.
Nas demais posições, o Operário terá o mesmo time que empatou com o Cambé, no último domingo. Osmar segue no gol. A zaga terá Baiano e Hernandes; nas laterais jogam Gustavo, pela direita, e Anderson, na esquerda. O meio será formado por Bahia, Leomar, Carlos Alberto Dias e Dinei. No ataque, estarão posicionados Toti e João Paulo. O problema maior do Fantasma estará no banco de reservas. Ricardo Pinto não terá zagueiros à sua disposição. Rudi, Mandagua, Thiago Nogueira, Valtencir, Thiago, Jeferson e Wilton são os prováveis relacionados para a suplência.
A delegação alvinegra viajou ontem à tarde e pernoita na região de Engenheiro Beltrão. Contra o Cambé, o time viajou no dia do jogo, o que causou grande desgaste físico nos atletas. Para o preparador físico Leandro Gradin, isso poderá fazer a diferença. “Na segunda etapa da partida, praticamente todo o time sentia cãibras, mas mesmo assim conseguiu se impor e por pouco não venceu o jogo”, diz fisicultor que retornou a Vila Oficinas, após ter se desligado do clube para trabalhar no Rio Grande do Sul. “Apenas adiei os meus planos, para concluir minha missão no Operário”, diz o preparador, confiante na classificação do Fantasma.

Toda rodada inicia às 15 horas

Por se tratar de uma rodada decisiva, todos os jogos da Divisão de Acesso, nesta quarta-feira, acontecem às 15 horas. Pela chave E, em União da Vitória, acontece o jogo que interessa bastante ao Operário. Iguaçu e Cambé jogam no Estádio Antiocho Pereira, com arbitragem de Antonio Valdir dos Santos, auxiliado por Anderson Carlos Gonçalves e João Batista de Moraes.
O empate é o melhor resultado para o Fantasma, desde que este vença o Engenheiro Beltrão. Nesse casso, Iguaçu, Cambé e Operário ficariam com seis pontos, transferindo a definição das duas vagas do grupo para a última rodada. O Operário receberá o Iguaçu, em Ponta Grossa; e o Cambé joga em casa, contra o Engenheiro Beltrão.
Na chave D, Portuguesa Londrinense e Cascavel entram em campo, no Estádio do Café, praticamente classificados. A partida terá o apito de Emerson Guilherme de Souza, auxiliado por José Ricardo Correia e Maurício José Braga. Em Curitiba, o Paraná Clube B, que ainda alimenta esperanças matemáticas de classificação, recebe o Londrina B. A partida no Estádio Erton Coelho de Queiroz terá o apito de Frederika Mariane de Jager, com Silmar Maia Apetz e Sandra Maria Dewis, nas bandeiras.

Fantasma sorteia carro

Confiante na classificação da equipe, a diretoria alvinegra busca alternativas para o pagamento das dívidas do clube, que vão se avolumando. Para isso, o presidente Silvio Cosmoski contratou uma empresa gaúcha, especializada na área de vendas. Na chamada “ação entre amigos”, o clube fará o sorteio de um automóvel Clio (Renault). Estão à venda mil bilhetes no valor de R$ 100. A empresa ainda desenvolve uma campanha de venda de cadeiras cativas e outra de sócios-torcedores. O presidente alvinegro justifica a contratação da empresa do Rio Grande do Sul, dizendo que esse trabalho que deve ser feito por profissionais. Segundo ele, essa é uma das razões do insucesso das várias promoções já lançadas pelo Fantasma para arrecadar fundos.

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Empate deixa Operário em último, mas com chances

Danilo Kravchychyn – Diário da Manhã “Fantasma” precisa vencer Engenheiro Beltrão e Iguaçu para avançar ao quadrangular decisivo

Ainda sem vencer na fase semifinal da Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense, o Operário Ferroviário, por incrível que pareça, ainda tem chances reais de conquistar a sua vaga no quadrangular decisivo. No domingo, em Cambé, o “Fantasma” foi prejudicado pela arbitragem e ficou no empate em 0×0, que, se não melhorou a situação do alvi-negro, também não acabou com as esperanças da equipe comandada por Ricardo Pinto, que volta a campo nesta quarta-feira, para enfrentar o Engenheiro Beltrão.

Na rodada de domingo, além do empate entre Cambé e Operário, o Engenheiro Beltrão venceu o Iguaçu, por 2×1, fazendo valer o mando de campo e assumindo a liderança isolado do grupo “E”, com 7 pontos. Iguaçu e Cambé têm 5, cada, enquanto o Operário é o “lanterna”, com 3.

Para se manter “vivo”, o representante pontagrossense precisa vencer o Engenheiro Beltrão, amanhã à tarde, no Estádio João Cavalcanti de Menezes, repetindo a dose na última rodada, domingo, quando receberá o Iguaçu, no Estádio Germano Kruger.

O problema é que depois de quatro rodadas, o “Fantasma” continua perseguindo a primeira vitória, tendo desperdiçado duas chances dentro de Vila Oficinas (derrota de 1×0 para o Cambé e empate em 2×2 com o Engenheiro Beltrão) e outras duas longe da torcida (empates com Iguaçu e Cambé).

Na tentativa de interromper este “jejum”, o presidente Sílvio Cosmoski Júnior afirmava, ontem, que a intenção é antecipar para o início da tarde de hoje a viagem a Engenheiro Beltrão, diminuindo o desgaste dos jogadores, que no domingo sentiram o cansaço por terem saído de Ponta Grossa pela manhã e jogado à tarde.

Para o presidente operaraiano, o fato de ter viajado no mesmo dia do jogo foi preponderante para a queda de desempenho da equipe na segunda etapa. Mais até do que os pênaltis não assinalados pelo árbitro Cleivaldo Bernardo. No primeiro tempo, Tóti foi agarrado por um adversário dentro da área. E no segundo, João Paulo foi derrubado, também dentro da área. Os lances foram gravados pela TV Vila Velha, que vem acompanhando o “Fantasma” em todos os jogos da Segundona, com locução de Eduardo Guimarães e comentários de Alencar Júnior.

O elenco alvi-negro se reapresentou ontem à tarde e fez um trabalho leve com o preparador físico Leandro Gradin. Os desfalques ficam por conta do zagueiro Juliano e do volante Marcelo Foto, que receberam o terceiro cartão amarelo, além de Edson Rosa, que não deve mesmo retornar de Itajaí. O volante André faz tratamento intensivo, mas dificilmente reunirá condições para atuar em Engenheiro Beltrão.

Somente hoje pela manhã, com o retorno à cidade do técnico Ricardo Pinto, é que deverá começar a ser montado o time para o jogo. Devido às poucas opções, entretanto, é bem provável que Ernandes seja o substituto de Juliano no miolo de zaga, com Bahia assumindo a vaga de Marcelo Foto na cabeça-de-área.

A outra partida desta quarta-feira pelo grupo “E” será disputada entre Iguaçu e Cambé, na cidade de União da Vitória. A torcida dos pontagrossenses, além da vitória do Operário, é por um empate entre Iguaçu e Cambé, que deixaria o grupo embolado, levando a decisão das vagas para a última rodada.

Grupo “D”

Pelo grupo “D”, a Portuguesa Londrinense segue líder, com 10 pontos, depois do empate em 1×1 com o Paraná “B”. E o Cascavel ocupa o segundo lugar, com 9, e vem de vitória sobre o Londrina “B”, por 1×0. Somando 4 pontos, o Paraná “B” tem chances apenas matemáticas de classificação, enquanto o Londrina “B”, que não saiu do zero, apenas cumpre a tabela.

Amanhã, a Portuguesa depende de um simples empate diante do Cascavel, no Estádio do Café, em Londrina, resultado que pode ser bom para o time da “Cobra”, desde que o Paraná “B” não vença o Londrina “B” no jogo programado para o Estádio Erton Coelho de Queiroz, em Curitiba.

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Operário ainda depende apenas de seus resultados

Empate com o Cambé deixou o Operário em situação delicada. Próximo jogo será de fato de “vida ou morte”

Neomil Macedo – Diário dos Campos

Dois jogos e duas vitórias. Essa é a condição para o Operário Ferroviário se classificar para o quadrangular final da Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense, sem depender de outros resultados. Com uma combinação de resultados, o alvinegro de Vila Oficinas ainda poderá encerrar a fase em primeiro lugar. Num quadro mais improvável, até um empate e uma vitória, nas duas próximas rodadas, podem colocar o Fantasma na fase seguinte do campeonato. Com o empate em ‘0 a 0’ diante do Cambé, no último domingo, o Operário segue na quarta colocação do grupo E, com apenas 3 pontos. O Engenheiro Beltrão que venceu o Iguaçu, por 2 a 1, lidera a chave, com 7 pontos. Iguaçu e Cambé somam 5 pontos.
O complicador nos cálculos da comissão técnica alvinegra chama-se Engenheiro Beltrão, o adversário de amanhã do Operário, às 15 horas, no Estádio João C. Menezes, em Engenheiro Beltrão. Com uma vitória, o Engenheiro, que já venceu as duas partidas que fez em casa, poderá se garantir na próxima fase. Isso, sem dúvida, dificultará ainda mais a missão do Fantasma, que neste campeonato venceu apenas uma partida fora de casa, contra a fraca equipe da Adapar (1 a 2), ainda na primeira fase. Na segunda fase, o time ainda não venceu. O alvinegro acumula uma derrota para o Cambé (1 a 0) e depois três empates, contra Engenheiro Beltrão (2 a 2), Iguaçu (1 a 1) e Cambé (0 a 0).
Para tornar a situação ainda mais dramática, amanhã, o Operário não terá os seus dois jogadores mais regulares no campeonato. O volante Marcelo Foto e o zagueiro Juliano receberam o terceiro cartão amarelo diante do Cambé e cumprem automática amanhã. Com poucas opções no elenco, o técnico Ricardo Pinto já tem definidos os substitutos da dupla. A vaga de Marcelo Foto será ocupada por Bahia, enquanto Hernandes entra no posto de Juliano.
Nas demais posições, o time deve ser mesmo que empatou com o Cambé domingo, incluindo do atacante Toti, que sem o condicionamento físico ideal permaneceu em campo os 90 minutos de jogo. Dinei, que deixou o campo para a entrada de Wilton, se apresentou ontem normalmente e não preocupa o departamento médico. Baiano que sentiu fortes cãibras na segunda etapa do jogo e foi substituído por Hernandes, também já está liberado. A condição de Carlos Alberto Dias, substituído por Thiago, ainda será avaliada, mas em princípio, o experiente meia também deve atuar em Engenheiro Beltrão. O meia André continua em tratamento e dificilmente terá condições para o jogo de amanhã.
Mas ainda há mais um obstáculo a ser transposto pelo Operário. A diretoria alvinegra corre atrás de apoio (dinheiro) para possibilitar a viagem da equipe para Engenheiro Beltrão hoje à tarde, para pernoitar na região de Engenheiro de Beltrão. Se deixar para viajar amanhã de amanhã, a equipe certamente entrará em campo, à tarde, sem condições de suportar o 90 minutos de jogo. No último domingo, o alvinegro enfrentou seis horas de ônibus até Cambé (incluindo a parada para almoço). O resultado foi um time travado em campo, na primeira etapa de jogo. No segundo tempo, pelos 10 jogadores tiveram problemas de cãibras.
Caso consiga recursos, o Operário viaja para Engenheiro Beltrão hoje, às 14 horas. Se não, o time parte na quarta-feira, às 7 horas.

AS CHANCES DO OPERÁRIO

1 Vence as duas partidas
Neste caso, o Fantasma vai a 9 pontos e se classifica independente dos demais resultados. Os time pode terminar a fase como líder da chave, caso ocorram empates nos demais jogos do grupo.

2 Empata com o Engenheiro e vence o Iguaçu
O time se classifica com 7 pontos, desde que Iguaçu e Cambé empatem e, na última, rodada o Engenheiro Beltrão vença o Cambé.

3 Vence o Engenheiro e empata com o Iguaçu
Operário dependerá de empates nos outros jogos da chave. Nesse caso, haveria um tríplice empate (todos com 7 pontos), com a segunda posição sendo decidida nos critérios de desempate.

4 Derrota para o Engenheiro
O time apenas faz número na última rodada diante do Iguaçu.

Equipe dominou, mas não marcou

Operário Ferroviário deixou o Estádio José Garbelini, em Cambé, no último domingo, com o sentimento de que poderia ter melhor sorte no jogo, não fossem os erros de arbitragem. Em uma de suas melhores apresentações no campeonato, o Fantasma, praticamente, não deixou o time da casa jogar. O goleiro Osmar foi pouco exigido na partida. Quando acionado, mostrou a segurança de sempre. Do outro lado, o goleiro Colombo trabalhou bastante e impediu a derrota do Cambé.
No primeiro tempo, o Cambé chegou a dominar a partida, exercendo uma marcação no campo do Operário, o que dificultava a saída de bola do alvinegro. Com uma marcação eficiente de Leomar, Marcelo Foto e Juliano sobre as principais peças do time da casa e com Toti prendendo os zagueiros na área, o Operário passou a se impor em campo e teve mais chances de gol do que o Cambé. Na mais perigosa delas, Carlos Alberto Dias cobrou falta com perfeição, para uma defesa milagrosa de Colombo.
No segundo tempo, mais solto em campo, o Operário teve a iniciativa do jogo, porém esbarrou no debilitado condicionamento físico dos seus atletas, que começaram a sentir o desgaste da viagem no dia do jogo. Baiano foi o primeiro a acusar a fadiga, deixando o campo com fortes cãibras, para a entrada de Hernandes. Depois também deixariam o gramado Carlos Alberto Dias e Dinei. Wilton e Thiago entraram bem na partida e finalizaram a gol em duas oportunidades, obrigando o goleiro do Cambé a fazer importantes defesas.
Cleivaldo Bernardo mostrou cinco cartões amarelos para jogadores do Operário. Marcelo Foto e Juliano receberam o terceiro. Dinei, Dias e Osmar completam a lista. O Operário jogou com Rudi; Gustavo, Baiano (Hernandes), Juliano e Anderson; Marcelo Foto, Leomar, Carlos Alberto Dias (Thiago) e Dinei (Wilton); João Paulo e Toti. O Cambé jogou com Colombo; Augusto, Thiago Soller, Diógenes e Leandro; Daniel, Abimael, Alex Marcelino (Gilson) e Tupã; Esio (Edinho) e Macedo.

Árbitros “fazem a diferença”

Em meio às muitas dificuldades em Vila Oficinas, o Operário ainda enfrenta um problema que tem feito a diferença, principalmente nos jogos do Fantasma fora de casa. No último domingo, novamente a equipe alvinegra teria sido prejudicada pela arbitragem, que deixou de assinalar duas penalidades. A primeira aconteceu logo no início da partida, quando Toti foi agarrado dentro da área quando tentava subir para cabecear. No segundo tempo, João Paulo sofreu uma entrada por trás, ignorada tanto pelo assistente como pelo árbitro. Há uma semana, o Operário teve um gol legítimo anulado diante do Iguaçu.
“Os problemas são os bandeirinhas. É sacanagem o que vêm fazendo com a gente”, disse ontem o presidente Silvio Cosmoski, fazendo elogios à atuação do árbitro Cleivaldo Bernardo que apitou o jogo em Cambé. “Já liguei para a Federação e protestei contra a escalação de gente inexperiente em jogos decisivos como estes”, disse ontem o presidente alvinegro. “Não queremos ajuda de ninguém. Basta que não nos atrapalhem”, completa o presidente.
Ontem, a Comissão de Arbitragem da Federação Paranaense de Futebol definiu a escala de árbitros para segunda rodada do returno da segunda fase da Divisão de Acesso. Todos os jogos estão marcados para as 15 horas. Engenheiro Beltrão e Operário terá o apito de Paulo Amaral, com assistência de Emerson David Michels e Auro Bispo dos Santos.

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Dias e Toti são poupados

Diário dos Campos

Carlos Alberto Dias e Toti foram poupados no treino coletivo de ontem em Vila Oficinas, mas estão confirmados na equipe que enfrenta o Cambé, amanhã, às 15h30, no Estádio José Garbelini. Dias sofreu uma pancada no joelho esquerdo, no jogo-treino contra o juniores do Iraty, na quinta-feira. Toti, que vem de uma inatividade de três meses, fez tratamento com gelo no joelho operado. Os garotos Thiago, na meia, e Jeferson, no ataque, substituíram experiente a dupla e deram conta do recado. Os titulares venceram os reservas por 2 a 0, gols de João Paulo e Thiago. Hoje o time faz um recreativo e treina jogadas de bola parada. A viagem para Cambé está marcada para amanhã, às 7 horas. O time almoça em Londrina.