Que venha 2008.

Operário faz últimos acertos para iniciar projeto quer colocar o time na elite paranaense. Primeiros jogadores chegam na quarta-feira

Por Jeferson Augusto - Jornal Diário dos Campos

No final da tarde de sexta-feira o gerente de futebol do Operário, Marcelo Sfier, trabalhava na recuperação do Germano Kruger. Na véspera do ano novo o trabalho continua, folga mesmo apenas no primeiro dia de 2008. Tudo isso para deixar Vila Oficinas pronta para receber os primeiros jogadores do Fantasma, que devem chegar ainda na primeira semana de janeiro.

De acordo com o planejamento do clube, todos os atletas que defenderão o Fantasma em 2008 devem estar no Germano Kruger até a tarde de sexta-feira. Na segunda semana de janeiro os atletas serão submetidos a exames físicos, e treinos com bola, apenas a partir da terceira semana do ano. E não serão no novo gramado do Germano, que segundo Marcelo estará pronto no fim do primeiro mês, mas deverá ser poupado.

O Operário irá utilizar pelo menos cinco campos da cidade, para não sobrecarregar Vila Oficinas. Já estão fechados acordo com Conab, Clube Verde, Cefet, Associação Espírito Santo e Guaragi. Outras entidades ainda podem ceder o campo para o Fantasma treinar.

Se o gramado de Germano Kruger não receberá os atletas nos primeiros dias, o restante das instalações alvinegras já está pronto para ser usada pelos jogadores. Marcelo Sfier exibe orgulhoso as reformas feitas no estádio. A cozinha foi transferida e já está pronta; o alojamento recebe os últimos reparos, por enquanto já pode receber, segundo Marcelo, trinta jogadores, e no futuro pode ter sua capacidade aumentada. “Transferimos a cozinha para outro local, e deixamos o alojamento apenas com dormitórios, e banheiros e sala. Com isso abre espaço para mais atletas. Arrumamos os banheiros, a luz. Ainda não está tudo pronto, mas para este começo de ano dá para abrigarmos pelo menos trinta atletas”, conta o gerente.

Também são prometidas para o começo do ano reformas na academia e arquibancadas. “Vamos dar arrumada na academia, que está um pouco deteriorada, mas vamos ver se alguma academia da cidade aceita fazer uma parceria com nós. Também vamos pintar os muros e arquibancadas, tirar o mato em volta, para entregar o estádio em ótimas condições para o campeonato”, afirma. Para Marcelo, o que faltava ao Fantasma era uma ‘reformulada’ na sua estrutura. “O Operário tem uma estrutura invejável para muitos clubes do estado, o que faltava era um pouco mais de organização”, finaliza.

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