A vitória da raça
Coluna do Altayr Bail - Publicada todos os domingos no Jornal da Manhã
Num jogo onde a torcida, mais uma vez, foi a nota máxima, o Operário mostrou que também é possível vencer na base da raça e do coração. Aliás, a Divisão de Acesso não tem nada a ver com futebol espetáculo. Os torcedores alvi negros têm consciência dessa realidade e nem fazem cobranças quando o jogo é decidido no chutão. Felizmente a resposta dos comandados do técnico Casca tem sido a melhor possível quando se trata de jogar com o coração no bico da chuteira. Reconhecemos o esforço do grupo gestor no sentido de oferecer maiores opções ao treinador, mas as coisas não estão saindo de acordo com o planejado. Para quem começou a trabalhar no dia 7 de janeiro, o mínimo que se poderia esperar, a esta altura do campeonato, era um grupo formado e já definido para a conquista da classificação e, quem sabe, da vaga. Para o torcedor, neste momento, importa que o reduzido grupo esteja dando uma resposta brilhante do ponto de vista camisa e dedicação. Se o time não é nem sombra do Fantasma dos anos 50 e 60, pelo menos está mostrando que tem alma e respeito às suas mais caras tradições. Os resultados conseguidos até aqui permitem acreditar numa classificação tranqüila, pois o time soube tirar proveito nos confrontos contra equipes menos preparadas. Agora que a disputa está mais nivelada, o Operário encaminha satisfatoriamente a sua passagem para o quadrangular, sabedor de que esta situação terá que mudar na fase decisiva. As projeções nos levam a acreditar que com 21 ou 22 pontos o quarto lugar, pelo menos, estará garantido. Como já somou 13 e tem quatro jogos dentro de casa no returno, fica difícil imaginar que o Operário não estará entre os melhores – ou menos ruins - desta fase. Será preciso, entretanto, projetar o futuro que está muito próximo. Daqui a um mês, vai começar a disputa das duas vagas na Ouro e até lá o Operário não pode ser apenas raça e coração. A técnica e o futebol coletivo são complementos indispensáveis para a alegria definitiva da grande massa alvi negra.
Eu queria falar que apesar de ser uma brincadeira enche o saco vamos la pra ver o OFEC jogar não pra ver alguns “torcedores”jogar bolinhas de papeis picado na gente e nos outros que passam atras da faixa da garra (jogo contra o Apucarana) tem uns que toleram mais outros porem…A torcida ta la pra ver o OFEC subir…É brincadeira isso e se fosse so no jogo passado mais é em quase todos os jogos.
Desconhecido escreveu em May 11th, 2008 at 8:27 pm
mesmo tendo ficado o maior tempo longe de nossa cidade tenho acompanhado com muito entusiasmo a trajetoria do nosso fantasma na divisão de acesso deste ano, consegui ver somente o jogo contra o foz e estou com muita fé que este ano tudo vai dar certo. VAMOS LÁ FANTASMA
carlos alberto pacheco dos santos escreveu em May 12th, 2008 at 2:34 pm
Brincadeira hein “desconhecido” não quer ver a torcida fazer festa, passe por trás das arquibancadas. Ou vá torcer pro Umuarama que teve 6 torcedores, lá não tem agito pode crê. Vamos apoiar não atrapalhar!!
robinson giebiluka escreveu em May 13th, 2008 at 11:13 am