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Operário chega a 150 dias de indefinição

Jeferson Augusto – Diário dos Campos

Polêmico caso em Foz do Iguaçu se arrasta por meses e apesar do otimismo, time ponta-grossense ainda não sabe se joga ano que vem

Desde que a confusão generalizada tomou conta do Estádio ABC, no dia 29 de junho, o futebol profissional do Operário passou a ter como tônica a incerteza. Hoje, passados 150 dias após aquela partida não-encerrada, o clube ainda não sabe se no próximo ano irá disputar a Divisão de Acesso, não terá equipe profissional ou até mesmo jogar a Série Ouro.

Após o tumulto nos últimos instantes no confronto contra o Foz do Iguaçu, a batalha deixou o gramado e passou aos tribunais. Inicialmente os advogados do time alvinegro exigiam a anulação daquela partida. Pedido negado nas instâncias regional – o Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR) – e nacional – Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) – o clube foi a julgamento pelos fatos ocorridos no gramado do ABC.

Julgado pela Comissão Disciplinar do TJD, o Operário foi punido com multa de R$ 10 mil, perda dos pontos e suspensão do futebol profissional até 2010. Os advogados recorreram ao Pleno do TJD, onde a pena foi mantida. Com isso, restou apenas uma última tentativa, no STJD.

E o julgamento no Rio de Janeiro permanece emperrado, segundo dirigentes alvinegros, por conta da demora do TJD em encaminhar o processo ao Superior Tribunal. O TJD tem até hoje para enviar o processo ao STJD. Ainda segundo os dirigentes do Fantasma, o julgamento do caso aconteceria até o dia 4 de dezembro, no máximo. “É inadmissível essa demora do TJD. Esta indefinição é totalmente prejudicial a nós. Se soubéssemos a situação do clube, já estaríamos trabalhando no planejamento”, afirma Francisco Carlos de Jesus, o “Chico da Bracol”, do grupo gestor do Operário.

Chico demonstra confiança sobre os próximos passos do clube de Vila Oficinas, chegando, inclusive, a contar com reais possibilidades de disputar a primeira divisão estadual do ano que vem. O argumento, explica ele, estaria na jurisprudência. “Pelo que os advogados comentam, temos grandes chances de disputar a Ouro. Simplesmente pelo que mostram as decisões tomadas em ocasiões passadas. No caso do recurso no STJD, recentemente o Duque de Caxias foi inocentado da mesma acusação, e no que diz respeito à 16ª vaga no estadual, em 2006 ocorreu a fusão entre Galo/Adap e o TJD foi favorável ao acesso de uma terceira equipe”, diz.

Mesmo diante de toda essa indefinição, Chico afirma que o clube vem trabalhando com o planejamento para 2009. “Se formos trata de Divisão de Acesso, a situação é um pouco mais tranqüila, porque o campeonato iniciaria em abril. Já se formos falar em Série Ouro, complica um pouco”, pondera. “Porém, posso assegurar que já estamos trabalhando com essa possibilidade, e se tivermos confirmada a vaga na Ouro, no dia seguinte já teríamos um elenco”, garante.

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Consenso marcará eleição do Operário

Alexandre Costa – Jornal da Manhã

Sem oposição anunciada, grupo da situação deve concorrer com chapa única na escolha da presidência

Se depender do atual cenário, as eleições no Operário marcadas para o dia 6 de dezembro irão transcorrer da maneira mais tranqüila possível. Com o prazo ainda aberto para a inscrição de chapas, apenas o atual presidente Carlos Roberto Iurk confirmou que estará na disputa para a reeleição. Do lado da oposição nenhum grupo se manifestou e um dos principais concorrentes anunciados, o comentarista esportivo Diomar Guimarães já declarou que desistiu de participar do pleito. Assim, a tendência de momento é de que o bate-chapa não aconteça e o consenso prevaleça, mantendo o mesmo grupo no poder por mais dois anos – no biênio 2009-2010. Hoje são aproximadamente 400 sócios em condições de votar.

Iurk assumiu em janeiro de 2007 e sempre demonstrou o desejo de priorizar a parte social do clube – e até por isto foi e é criticado pela ala favorável ao desenvolvimento das atividades do futebol profissional como carro-chefe e maior patrimônio do quase centenário Fantasma de Vila Oficinas. “Estamos costurando acertos e convidando companheiros para integrar o grupo. O mais importante é o resgate da credibilidade entorno do nome do Operário e a salvação do patrimônio. Entendo que o futebol é necessário, mas sem prejudicar a questão patrimonial. Desejamos que o futebol tenha sucesso, mas sem se iludir e sem cometer loucuras”, enfatiza.

Sobre a polêmica participação do Fantasma na Divisão de Acesso e o trabalho realizado pelo grupo gestor, o presidente é incisivo ao afirmar que não haveria qualquer motivo para encerrar a parceria que tem contrato válido até 2010. “Tirando a parte técnica, que ninguém esperava aquilo que aconteceu, os demais itens foram todos cumpridos”, avalia Iurk.

Nesse momento – com o futebol terceirizado, o maior desafio da próxima diretoria ainda deve ser o gerenciamento financeiro do clube. Segundo o atual presidente, em 2007, o clube tinha uma dívida de R$ 270 mil reais, que hoje ainda está na casa dos R$ 130 mil.

Oposição fica sem nomes para a disputa

Um dos principais nomes da oposição e que poderia garantir o bate-chapa nas eleições do Operário, o comentarista esportivo Diomar Guimarães disse nesta semana que tem seus projetos particulares como prioridade e não irá participar das disputas pela presidência do clube ponta-grossense. “No momento não posso pensar em sair candidato, pois tenho um novo projeto na vida profissional. Porém questiono se com esse grupo atual que está desde 1993 no comando não estaria na vez de dar a oportunidade para outros. Essa é uma pergunta que eu faço”, diz.

Sobre a polêmica que impediria seu nome como candidato – por haver no estatuto um artigo que prevê a participação apenas a participação de sócios patrimoniais e de contribuintes com mais de cinco anos de contribuição efetiva – ele – que tem o título de sócio benemérito – comenta que já teria alternativas – inclusive judiciais – para garantir sua inscrição, caso fosse efetivada. A inscrição das chapas pode ser feita até seis dias antes da eleição, marcada para acontecer no dia 6 de dezembro.

Boatos colocam até Zampieri como candidato

Na reta final para a definição oficial dos candidatos, o nome de Marcos Zampieri foi um dos cotados para concorrer ao cargo de presidente do Operário. No entanto, as conversas de bastidores não têm fundamento, já que o empresário sequer é sócio do clube.

“Até gostaria, pois sempre ajudei o clube. Porém, não posso porque não faço parte do quadro societário. Sempre ajudei como operariano fanático. Em 2007 conversei até com o presidente para assumir o departamento de futebol e buscar a vaga na elite, mas acabou não dando certo. Sou torcedor e tenho o interesse, mas em assumir o departamento de futebol e não a presidência do clube”, afirma Zampieri.

Já sobre a possibilidade de algum operariano ainda manifestar interesse em participar das disputas, o presidente Carlos Roberto Iurk diz que o clube tem um posicionamento democrático. “O processo está aberto e todos podem participar, desde que preencham os requisitos necessários”, finaliza.

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TJD indefere pedido de Operário e Beltrão

Jornal da Manhã

O Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR) indeferiu o pedido liminar (medida cautela inominada) ajuizada pelo Operário Ferroviário Esporte Clube e também pelo Francisco Beltrão Futebol Clube. A intenção das duas equipes com o recurso era ingressar no Campeonato Paranaense de Futebol da Série Ouro em 2009. O pedido será agora julgado novamente pelo TJD-PR, porém por uma comissão do tribunal.

Nesse primeiro momento, o parecer negativo inicial foi emitido pelo presidente do tribunal, Ivan Lelis Bonilha. A justificativa é de que a presidência da Federação Paranaense de Futebol tinha poder para definir a fórmula de disputa do campeonato e a conseqüente redução no número de participantes para 15, após a desistência do Galo Adap.

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Vaga no tapetão

Coluna do Altayr Bail do Jornal da Manhã

Ouvi, ao longo dos anos, que a Federação Paranaense e os clubes da capital sempre desejaram ver o Operário disputando o grupo de elite. Os motivos seriam óbvios. Proximidades com a cidade de Curitiba; estádio com boa estrutura e uma torcida que oferece excelentes arrecadações. Os fatos ocorridos esta semana envolvendo o campeonato de 2009 parecem não confirmar que tudo não passa de uma grande mentira.

O presidente Hélio Cury, que teve o apoio irrestrito do Grupo Gestor do Operário na sua eleição, foi o primeiro a decidir pela ausência de um clube que ocupasse a vaga do Galo/Adap, no que foi seguido pelos demais diretores e, mais tarde, pelos quinze clubes remanescentes na disputa do próximo ano. Ora, se havia tanto interesse na volta do Operário, por que rejeitar a hipótese do time princesino ser o convidado na condição de terceiro classificado na Divisão de Acesso? A verdade é que os clubes pensaram exclusivamente nos seus interesses. Um a menos significa maior cota da TV e uma menor possibilidade de rebaixamento em 2009.

O Operário teria que lutar nos bastidores para reverter esta situação. Não teve representatividade suficiente e viu desaparecer a chance de subir, tendo antes, é claro que resolver a sua punição no STJD. Esperar que a FPF e os co-irmãos morram de amores pelo Fantasma é uma utopia. Cada um procura salvar a sua pele. Agora, surge a informação de que o Departamento Jurídico do Operário vai recorrer da decisão tomada no Arbitral, pois o regulamento previa a presença de dezesseis participantes no próximo ano.

O Francisco Beltrão estaria tomando providência idêntica, por entender que a vaga é dele. O presidente do Engenheiro Beltrão admitiu que um recurso derrube tudo o que foi decidido no Arbitral, entendendo que o campeonato deveria sim contar com 16 associações. Seja como for, a presença do Operário no campeonato do próximo ano ainda depende de um recurso bem sucedido no Rio de Janeiro. Enquanto prevalecer a punição, não adianta contar nem mesmo com a Divisão de Acesso de 2009. E o torcedor, enquanto isso, vive o sonho da vaga na elite, mesmo que ela venha a ser conquistada no tapetão.

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Operário e F. Beltrão vão lutar pela vaga do Adap Galo

Thiago de Araújo – Gazeta do Povo

Clubes entram nesta sexta-feira com medida cautelar no TJD-PR pedindo para ficar com vaga aberta pela desistência do Adap Galo Maringá. Caso deve se arrastar nos tribunais

O Arbitral do Campeonato Paranaense de 2009 definiu o Estadual com 15 clubes, após a desistência do Adap Galo Maringá de disputar o torneio, mas Operário Ferroviário e Francisco Beltrão iniciam nesta sexta-feira a luta para um dos dois clubes ficar com a vaga aberta pelo time maringaense, mas extinta pela Federação Paranaense de Futebol (FPF). Representando as duas agremiações, o advogado Domingos Moro entrará com uma medida cautelar – uma espécie de liminar – pedindo que a 16.ª vaga no Paranaense volte a valer.

“No final da tarde desta sexta-feira vamos entrar com uma medida cautelar no TJD-PR (Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná). Esta é uma forma de nós assegurarmos o direito de Operário ou Francisco Beltrão disputarem a 16.ª vaga na Série Ouro. Caberá ao presidente Ivan Bonilha nos conceder ou não esta medida cautelar, a qual abrirá a possibilidade de discussão da ação declaratória, a principal, que impetraremos na semana que vem”, explicou Moro, por telefone, à Gazeta do Povo Online.

Na opinião do advogados e dos dois clubes, a partir do momento em que o Adap Galo desistiu do Estadual, a FPF deveria ter levado em conta a classificação da Divisão de Acesso deste ano, na qual Nacional de Rolândia e Foz do Iguaçu ficaram com as duas primeiras posições, e Operário e F. Beltrão vieram a seguir.

“Temos um caso semelhante de dois anos atrás, quando Adap e Galo se uniram, e abriu-se uma nova vaga. O Engenheiro Beltrão quis ficar com a vaga, mas a FPF determinou que o Toledo, rebaixado no ano anterior, disputasse a Série Ouro. Está claro para nós que a federação deveria optar pela incorporação de mais uma equipe, levando em conta a classificação da Divisão de Acesso, e não excluir a vaga”, afirmou Moro.

A medida cautelar que será protocolada nesta sexta-feira levará o nome de Operário e F. Beltrão. Isto porque o time de Ponta Grossa ainda vive a expectativa de ser julgado pelo Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no qual tentará reverter a perda de pontos na Divisão de Acesso deste ano e sua suspensão da Segundona estadual do próximo ano. “Os dois clubes entraram em acordo e a direção do Beltrão entende que o Operário tem direito à 16.ª vaga. Já a equipe de Ponta Grossa vê legitimidade no Beltrão, caso o STJD mantenha a atual punição”, disse o advogado das equipes.

Federação defende extinção de vaga

O diretor jurídico da FPF, Juliano Tetto, mostra tranqüilidade quanto à decisão da federação não ter preenchido vaga aberta pelo Adap Galo com Operário ou F. Beltrão.

“A decisão já foi tomada e eles têm direito de buscar a justiça desportiva. No entendimento da FPF, que detém total direito de definir o número de participantes, 16 clubes tinham direito de disputar o Estadual. Eram os 14 do último campeonato, e os dois clubes que subiram da Divisão de Acesso. O problema é que um dos times que estava garantido, e não um dos que subiram, é que desistiu. Não existe no regulamento nenhum artigo que diga que, em caso de desistência de uma das equipes que já estava na Série Ouro, nós teríamos que levar em conta a classificação do Acesso”, comentou Tetto.

Além da falta de um artigo específico sobre o assunto no regulamento do Estadual, o diretor da federação assegura que a própria diminuição de agremiações, de forma gradativa, já estava prevista, e que os clubes concordaram com a decisão da entidade. “Temos um problema de datas. Só temos 23 datas possíveis para o Estadual, então quanto menos participantes, melhor. O campeonato será mais enxuto, será melhor para viabilizarmos”. Juliano Tetto afirmou ainda que Operário e Beltrão estão equivocados em sua atitude.

“Eles estão confundindo acesso e descenso. Aqui neste caso não entra substituição ou critério técnico. Também não podemos fazer convites, isto é proibido por lei. O Acesso está sendo respeitado e uma vaga foi extinta. Este foi o critério, e nós esperamos alcançar o número ideal de 12 equipes na Série Ouro até 2010”, concluiu Tetto.

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Operário busca 'Acesso' de olho na Série Ouro

Alexandre Costa – Jornal da Manhã

Clube espera primeiro reverter suspensão no STJD para começar a pensar em vaga na elite do futebol paranaense

A definição por parte dos clubes na reunião arbitral em realizar o Campeonato Paranaense de Futebol Profissional da Série Ouros em 2009 com apenas 15 clubes iniciou mais uma discussão que pode parar na justiça desportiva. Com teoricamente uma vaga em aberto na elite no futebol estadual, o Operário Ferroviário e o Francisco Beltrão, terceiro e quarto colocados na Divisão de Acesso neste ano, estariam na briga para assumir o posto. Seguindo a classificação, o Operário seria o primeiro a receber o convite, porém ainda tem que resolver a situação envolvendo o abandono de campo na final do campeonato contra o Foz do Iguaçu que rendeu multa e a suspensão em 2009.

“Não tem nada de Série Ouro por enquanto e não entraremos na justiça para brigar como Beltrão ou com a Federação como já foi divulgado. Estamos priorizando primeiro o julgamento do STJD que visa tirar a punição e assim podermos disputar a Divisão de Acesso em 2009″, enfatiza o diretor do grupo gestor de futebol do Operário, o empresário Francisco Carlos de Jesus, o Chico da Bracol.

Ao citar o caso do Duque de Caxias, na Série C do Brasileiro, que foi denunciado pelo mesmo artigo que o Operário e conseguiu no Superior Tribunal de Justiça Desportiva a reversão da punição, o diretor enfatiza que o clube está confiante em um parecer favorável. “Temos boas chances de reverter essa suspensão. Depois disso é que passamos a trabalhar em uma nova etapa, pois se tivermos a liberação para jogar a Divisão de Acesso acredito que temos 99% de chances de estar na Série Ouro”, pondera Chico da Bracol.

Depois de finalizada a etapa no STJD é que o grupo gestor iniciará o trabalho de avaliação sobre a real condição do clube ponta-grossense ‘brigar’ pela vaga na Série A. Isso porque, no entendimento dos advogados do Operário, o regulamento deve ser mantido e o campeonato disputado com 16 times, com o convite sendo através do chamado critério técnico de acesso para o terceiro clube melhor classificado. “Iremos avaliar tudo isso, pois o Germano Krüger teria que passar por algumas adaptações e o campeonato começa em janeiro, enquanto o Acesso tem inicio em abril. Nesse momento estamos totalmente focados no Acesso em 2009″, finaliza.

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FPF define: Paranaense 2009 terá 15 clubes

Jairo Jr – Futebol Paranaense

Um reunião na tarde desta terça-feira (11/11) definiu a fórmula e o número de participantes no campeonato estadual de 2009.

A fórmula permanece a mesma da reunião realizada no dia 11 de setembro, a diferença é que com a desistência do Galo-ADAP, apenas 15 clubes irão disputar a competição e três clubes, ao invés de quatro caem para a divisão de acesso em 2010.

O Operário Ponta-Grossa pleiteou a vaga do Galo-ADAP, por ter ficado em terceiro lugar na divisão de acesso nesse ano de 2008, mas a decisão foi de que apenas 15 clubes disputam a competição e o Operário permanece na divisão de acesso.

O campeonato Paranaense terá início no dia 25 de janeiro, e término para 26 de abril, com 22 datas definidas para os jogos.

Na fórmula dos pontos corridos, e com 15 clubes participantes, uma equipe irá folgar a cada rodada.

O gerente de Futebol do Coritiba, Paulo Jamelli que representou o clube na reunião, saiu antes do esperado. No intervalo da reunião, Jamelli saiu e não mais voltou, a ata do encontro, ficou sem a assinatura do representante do clube mais antigo do Paraná.

EXPLICAÇÃO

Através da assessoria de imprensa o Coritiba comunicou que o presidente da FPF Hélio Cury havia permitido a saida de Paulo Jamelli antes do término da reunião e que segundo ele, isso não trará nenhum tipo de prejuízo ao clube.

Segundo a assessoria de imprensa, Jamelli deixou o arbitral antes da hora, para participar de uma reunião interna no clube.

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Clubes aprovam fórmula e Paranaense 2009 terá 15 times

Elaine Felchacka – Portal Terra

Com a desistência da Adap/Galo, o Campeonato Paranaense 2009 terá apenas 15 equipes. A fórmula de disputa e o número de clubes na Série Ouro foram aprovados no arbitral realizado na Federação Paranaense de Futebol.

Com uma equipe a menos na disputa, apenas três serão rebaixadas para a Divisão de Acesso. O Operário Ferroviário, que ficou em terceiro lugar na disputa da segunda divisão deste ano, tentou pleitear a vaga da Adap/Galo, mas o pedido foi negado.

O Paranaense terá início no dia 24 de janeiro com pontos corridos. O encerramento deve acontecer entre o dia 26 de abril e 3 de maio.

A primeira fase do Estadual será em turno único, onde os oito melhores seguem adiante com bonificação de 2 e 1 pontos para primeiro e segundo colocados. A cada rodada, um clube folgará. Os três piores colocados serão rebaixados.

Na segunda fase, também em turno único, os oito melhores se enfrentam para definir o campeão paranaense 2009. Diferente do que vinha acontecendo, o Paranaense não terá final, com dois jogos (ida e volta) entre os dois melhores classificados na segunda fase.

Devem participar do Paranaense do próximo ano os clubes Atlético-PR, Cascavel, Cianorte, Coritiba, Engenheiro Beltrão, Iguaçu, Iraty, J. Malucelli, Londrina, Paraná, Paranavaí, Rio Branco, Toledo, Nacional de Rolândia e Foz do Iguaçu (campeões da Divisão de Acesso).

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Operário tentará última cartada no Rio de Janeiro

Alexandre Costa – Jornal da Manhã

Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná manteve multa e suspensão ao Fantasma; caso agora vai para a última instância, no STJD

Com a decisão do Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR) em manter por unanimidade a multa, a suspensão e ainda a perda dos três pontos, o Operário terá ainda mais um desafio para reverter ou amenizar as punições impostas pelo abandono de campo na decisão da Divisão de Acesso contra o Foz do Iguaçu, em 29 de junho. O próximo passo agora será levar o caso para o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio de Janeiro.
O primeiro avanço registrado no julgamento realizado na noite de quinta-feira, segundo o advogado Domingos Moro, que representa o Operário, foi a mudança de entendimento. “Houve diferença do primeiro julgamento para este, pois no primeiro houve a condenação, sem qualquer discussão. Já ontem houve essa discussão e os auditores ficaram em dúvida e talvez tenham tido medo de mudar a decisão”, comenta. Já na prática o resultado positivo foi a alteração referente à suspensão. Inicialmente, o clube ponta-grossense teria que cumprir a suspensão no campeonato subseqüente, mas na decisão do TJD ficou acertado que o cumprimento será determinado pela Federação Paranaense de Futebol.

Com a decisão pela manutenção da punição, Moro irá levar o caso para o STJD. O recurso deve ser protocolado na segunda-feira e terá como base as teses já apresentadas. A principal delas é a de que o clube não pode ser punido pela decisão de atletas, integrantes da comissão técnica ou dirigentes. “A suspensão é absurda e vai contra o que diz a Lei Pelé e Código da Fifa, que pune o time no campeonato que estava disputando e não o suspende do subseqüente. Mas como se pune o clube por abandono, mas quem abandonou e quem mandou não é punido”, questiona o advogado.

Após o protocolo do recurso, que será feito em Curitiba na segunda-feira, o caso será encaminhado para o Rio de Janeiro para assim ser analisado pelo STJD. De acordo com o trâmite normal, a previsão é de que o caso seja incluído na pauta a partir do início de dezembro.

Julgamento levou mais de três horas

No último capítulo do ‘caso Acesso’, os membros do TJD-PR ficaram reunidos por mais de três horas no julgamento realizado na quinta-feira. Primeiramente, a corte ouviu a defesa do Foz do Iguaçu, que pleiteava uma redução na punição imposta.

Na seqüência foi a vez do Operário se defender e brigar pelo fim do efeito suspensivo imposto ao clube. Segundo a sentença anterior, o Fantasma estaria proibido de participar do Campeonato Paranaense de 2009.

Após a análise dos argumentos das duas partes, os membros do Tribunal decidiram, por unanimidade, pela redução da pena do Foz do Iguaçu. A perda do mando de campo em duas partidas passou para apenas uma, ao passo que mantiveram a multa de R$ 10 mil.

Sobre as acusações de abandono de campo por parte do Operário, o TDJ-PR optou por manter a multa, a suspensão e ainda a perda dos três pontos, previstos no regulamento da competição, também por unanimidade.

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Novamente, Operário cai em tribunal

Jeferson Augusto – Diário dos Campos

Pleno do TJD negou recurso e manteve pena que deixa Operário fora dos gramados até 2010

Mais uma vez, o Operário Ferroviário sai derrotado dos tribunais do Paraná. No julgamento de quinta-feira, os auditores do Pleno do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-PR) mantiveram a pena imposta ao time alvinegro, na qual o clube é multado em R$ 10 mil, perde três na Divisão de Acesso 2008 e exclui o Fantasma do futebol profissional até 2010.
A derrota imposta nos tribunais já não chega a ser novidade para os advogados e dirigentes do time de Vila Oficinas. Por mais de quatro meses o Operário se vê envolvido em briga judicial, na qual, até agora, não obteve êxito.
Desde a partida contra o Foz do Iguaçu, no dia 29 de junho, os advogados do clube alvinegro já enfrentaram três julgamentos onde foram debatidos os acontecimentos daquela tarde no estádio ABC.  Na primeira sessão, o alvinegro tentava impugnar a partida, porém, como não conseguiu convencer o TJD, levou o pedido à esfera nacional, no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
Nos tribunais cariocas os advogados do Fantasma novamente saíram derrotados, e então a questão voltou novamente ao Paraná. Em setembro, o TJD analisou especificamente os acontecimentos ocorridos no estádio ABC, e decidiu pela penalização tripla – multa, perda de pontos e suspensão da equipe.
Agora, após o recurso negado pelo Pleno, o Operário promete dar seqüência à essa batalha nos tribunais. Na semana que vem os advogados e dirigentes devem levar o caso até o STJD. Porém, o julgamento no Rio de Janeiro será a última cartada de equipe. Caso tenha seu pedido negado, o clube terá de se conformar com a decisão.
Na noite de quinta-feira, por quase três horas, o caso “Foz x Operário” foi discutido no TJD paranaense. Primeiramente, a corte ouviu a defesa do Foz do Iguaçu, que pleiteava uma redução na punição imposta pela 2ª Comissão Disciplinar da casa.
Na seqüência, foi a vez do Operário se defender e brigar pelo fim do efeito suspensivo imposto ao clube. Depois escutar atentamente os argumentos das duas partes, os membros do Tribunal, decidiram por unanimidade pela redução da pena do Foz do Iguaçu. A perda do mando de campo em duas partidas passou para apenas uma, ao passo que mantiveram a multa de R$ 10 mil.
Sobre as acusações de abandono de campo por parte do Operário, o TDJ-PR optou por manter a multa, a suspensão e ainda a perda dos três pontos, previstos no regulamento da competição, também por unanimidade.