• Salvare - Centro Médico Veterinário
  • Banco de Negocios Curitiba
  • Candy Interactive - Solues Criativas para Web & Design
0

Na última chance, Operário se safa

Jeferson Augusto – Diário dos Campos

STJD deu atendeu aos pedidos dos advogados e abrandou a pena de afastamento dos gramados; clube agora disputa Divisão de Acesso em 2009

Na última chance que teve, o Operário conseguiu se livrar de uma pena que o afastaria dos gramados em 2009. Ontem o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) acatou os pedidos do clube ponta-grossense e aliviou a pena imposta pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR), onde o Operário havia sido punido com multa de R$ 10 mil, perda dos pontos e suspensão do futebol profissional até 2010, após a confusão ocorrida no Estádio ABC, na última rodada da Divisão de Acesso do ano passado, diante do Foz do Iguaçu.

Com a decisão do tribunal, o alvinegro respira aliviado e tem de volta o direito de disputar a Divisão de Acesso este ano. Em sessão no Pleno do STJD, o clube teve seu recurso julgado e ganhou novamente o direito de jogar esta temporada após decisão unânime. As penas dadas aos jogadores do clube foram mantidas.

Leia mais ›

0

Domingos Moro livra Operário de suspensão

“Volta pra elite do Estadual será dentro do campo”, diz Chico da Bracol, do Operário.

“Volta pra elite do Estadual será dentro do campo”, diz Chico da Bracol, do Operário.

Carlos Simon – Paraná-Online

Em sua última chance, o Operário conseguiu escapar da dura suspensão aplicada na corte local e vai disputar a 2.ª Divisão do Campeonato Paranaense em 2009. A decisão foi do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que por maioria de votos acolheu ontem o recurso do time de Ponta Grossa no caso da confusão na partida contra o Foz, pela última rodada da Divisão de Acesso de 2008.

Na ocasião, em junho, o time do Fantasma deixou o gramado logo após o árbitro Edivaldo Elias da Silva marcar um pênalti para o Foz, quando o jogo estava 1 a 1 resultado que levaria o Operário à 1.ª Divisão.

No tribunal paranaense, o Operário foi suspenso com multa de R$ 10 mil, perda de pontos e proibição de participar do campeonato seguinte. Ontem, o time conseguiu o principal objetivo: reverter a suspensão que o impediria de disputar a Segundona em 2009. A perda de pontos foi mantida, o que garante o Foz do Iguaçu na elite estadual.

Leia mais ›

0

Operário vence no STJD

Clube nos Esportes

O Operário Ferroviário finalmente venceu uma disputa nos tribunais, e de goleada. Em julgamento realizado nesta tarde no STJD ( Superior Tribunal de Justiça Desportiva) no Rio de Janeiro, o clube princesino teve seis votos a favor e apenas um contra (do presidente do tribunal, dr. Rubens Aprobato). Com o resultado o fantasma se mantém na segundona do campeonato paranaense e a cidade de Ponta Grossa terá futebol profissional em 2009. Já as punições para os atletas Gerson, Dida, Jajá, Ritson e Dione, além da multa pecuniária ao clube foram mantidas.

Acordo de “cavalheiros” - Curiosamente o Operário desistiu do processo em que pleiteava uma vaga na série ouro da temporada ( que começa no dia 24 de janeiro). O clube, até hoje, julgava-se no direito de ocupar a vaga deixada na elite pelo Galo/ADAP, que desistiu do campeoanto paranaense e abandonou o profissionalismo. Com isso, a série ouro começa normalmente, sem o risco de intervençao dos tribunais e a “paz” foi selada.

Coletiva - Na próxima semana, o grupo gestor deverá marcar uma entrevista coletiva na sede do clube, para apresentar o planejamento da temporada. Segundo Francisco Carlos de Jesus, que esteve na presidência da parceria em 2008, a prioridade será o time profissional, com a promessa de conquistar a vaga na elite do futebol paranaense em 2010.

0

Operário livre para competir

José Geraldo Azevedo e Leandro Dutra – Justiça Desportiva

Clube continuou punido, mas suspensão do campeonato “subsequente” foi retida no Pleno do STJD

A torcida do Operário Ferroviário Futebol Clube (OFEC/PR) pode respirar aliviada. Em sessão no Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o clube teve seu Recurso julgado e ganhou novamente o direito de jogar o Campeonato Paranaense de Segunda Divisão em 2009, após decisão unânime. As penas dadas aos jogadores do clube foram mantidas. Apesar de poder jogar nesta temporada, o clube não chegou a ser absolvido por conta da punição no Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD/PR), após a polêmica partida em que abandonou o campo de jogo no duelo com o Foz do Iguaçu, na Segundona de 2008.

Em primeira instância, o clube havia sido impedido de participar da Segunda Divisão do Estadual por decisão do TJD/PR. Tudo porque na partida contra o Foz Iguaçu, o árbitro Edivaldo Elias marcou uma penalidade a favor do adversário e os jogadores do Operário deixaram o campo de jogo alegando que não havia segurança para continuar a partida. Passado dez minutos, o árbitro deu a partida como encerrada.

O Operário pediu a impugnação da partida, mas não obteve sucesso nas duas instâncias regionais e no Recurso ao STJD. Depois, em julgamento no dia 2 de setembro, os dois clubes foram punidos – o Operário foi punido com multa de R$ 10 mil, perda dos pontos em favor do adversário e proibição de participar do campeonato subsequente, depois de denúncia no artigo 205 (Dar causa à não realização ou impedir o prosseguimento de partida, prova ou equivalente que estiver disputando, por simulação de contusão, por insuficiência numérica intencional de seus atletas ou por qualquer outra forma) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) –, além de cinco atletas do Operário. No Pleno do TJD/PR, o clube teve o Recurso indeferido e daí decidiu recorrer ao STJD.

Entre os jogadores, Gerson Balbino pegou duas partidas de suspensão no artigo 254 (Praticar jogada violenta); julgado nos artigos 250 (Praticar ato desleal ou inconveniente durante a partida, prova ou equivalente) e 258 (Assumir atitude contrária à disciplina ou à moral desportiva, em relação a componente de sua representação, representação adversária ou de espectador), Jamerson Rutino pegou gancho de três partidas; Benedito Ramos foi suspenso por um jogo no artigo 250, mesma punição a Dione Almeida e Rithison Santos, ambos denunciados no artigo 258. Todos os artigos fazem parte do CBJD.

0

Operário confirmado na segundona em 2009

RESULTADO DO JULGAMENTO: POR MAIORIA DE VOTOS, DAR PARCIAL PROVIMENTO AO RECURSO DO OPERÁRIO, MANTENDO AS PUNIÇÕES DOS ATLETAS E MANTER A PUNIÇÃO DO CLUBE NO ARTIGO 205, APENAS AFASTANDO A SUSPENSÃO DO CAMPEONATO SUBSEQUENTE.

Por 6 votos contra 1 o pleno do STJD garantiu agora o Operário Ferroviário Esporte Clube na Divisão de Acesso 2009.

Em breve mais informações.

0

Operário em dia importante

Raphael Petersen – Justiça Desportiva

Clube pode jogar a Primeira Divisão ou até mesmo acabar na Terceirona do Estadual em 2010

O destino do Operário Ferroviáriio Futebol Clube (OFEC/PR) está nas mãos do Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O clube paranaense tem dois Recursos que serão julgados nesta sexta-feira, dia 16 de janeiro, a partir das 13h. E a decisão pode levar o time a Primeira Divisão do Estadual ou rebaixá-lo para a Terceira Divisão. Mas a defesa do clube paranaense tem como principal objetivo garantir o direito de disputar a Segunda Divisão deste ano.

Apesar de sonhar com a elite do futebol paranaense, o Operário pode acabar muito longe dela. O clube foi impedido de participar da Segunda Divisão do Estadual por decisão do TJD/PR, e agora espera reverter essa suspensão. Tudo porque na partida contra o Foz Iguaçu, o árbitro Edivaldo Elias marcou uma penalidade a favor do adversário e os jogadores do Operário deixaram o campo de jogo alegando que não havia segurança para continuar a partida. Passado dez minutos, o árbitro deu a partida como encerrada.

Leia mais ›

0

Operário tem ‘dia D’ em tribunal

Chico da Bracol afirma que chances de vitória no STJD são grandes (Foto: Arquivo DC)

Chico da Bracol afirma que chances de vitória no STJD são grandes (Foto: Arquivo DC)

Jeferson Augusto – Diário dos Campos

Clube tem hoje, no STJD, última chance de escapar de punição que o afasta do futebol profissional em 2009

A tarde de hoje é uma das mais importantes da história recente do Operário Ferroviário. Estará em jogo, em um tribunal composto por dez membros, o futuro do clube alvinegro nos próximos 349 dias.

O time ponta-grossente tenta hoje a última cartada no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para reverter a punição imposta pela Segunda Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR), onde o Operário foi punido com multa de R$ 10 mil, perda dos pontos e suspensão do futebol profissional até 2010.

O time ponta-grossense é acusado de infringir o 205º artigo do Código de Justiça Desportiva, “Dar causa a não realização ou impedir o prosseguimento de partida, prova ou equivalente que estiver disputando por simulação de contusão, por insuficiência numérica intencional de seus atletas ou por qualquer outra forma”.

Leia mais ›

0

Operário vai hoje a julgamento no STJD

Domingos Moro: atenção total para julgamento desta sexta-feira [Foto: Arquivo JM]

Domingos Moro: atenção total para julgamento desta sexta-feira (Foto: Arquivo JM)

Alexandre Costa – Jornal da Manhã

Clube busca amenizar punição e garantir seu lugar na Divisão de Acesso de 2009

Chegou o grande dia para o Operário Ferroviário. O clube vai nesta tarde, a partir das 13 horas, a julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio de Janeiro. O auditor relator será Francisco Antunes Maciel Mussnich. Na última tentativa de manter o futebol profissional em 2009, dirigentes e advogados buscam reverter a punição imposta pelo tribunal paranaense, que é a suspensão no campeonato em 2009 e um possível retorno no próximo ano, tendo como agravante a necessidade de entrar na disputa da 3ª Divisão.

Depois dos processos e julgamentos envolvendo a tentativa de impugnação da partida contra o Foz – na decisão da Divisão de Acesso – (que não foi aceita pela justiça desportiva), já foram realizados dois julgamentos. E nos dois o Operário levou a pior. Além de perder os pontos da partida, o alvinegro foi punido com multa de R$ 10 mil e a proibição de participar do campeonato subseqüente, o de 2009.

Leia mais ›

0

Ladel entrevistado no Clube nos Esportes

Thiago Moro – OPERARIO.com

O Programa Clube nos Esportes, apresentado de segunda a sábado a partir das 11 horas por Júlio César Gonçalves e Altayr Bail na Rádio Clube (1080 AM) terá um quadro novo em seus programas de sábado. Todo sábado uma personalidade do esporte pontagrossense será entrevistada no programa. Serão ex-jogadores, técnicos e dirigentes que marcaram história nas mais diversas modalidades.

A estréia do quadro ficará por conta do ex-goleiro de Operário Ferroviário Ladel, que defendeu os arcos alvinegros no final dos anos setenta e início dos anos oitenta.

Vale a pena conferir.

Serviço:

Entrevista Ex-goleiro Ladel
Programa Clube nos Esportes
Sábado (17/01/08)
11 horas
Rádio Clube 1080 AM
na net: www.prj2.com.br

0

Divisão de Acesso: Sport/CM traz técnico e inicia atividades

Casca no Sport/CM - Foto Tribuna do Interior

Casca no Sport/CM - Foto Tribuna do Interior

Clodoaldo Bonete – Tribuna do Interior

Rodrigo Casca chega, inicia os preparativos e fala em montar uma equipe forte para a Divisão de Acesso

A Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense só vai começar em maio, após as disputadas da Série Ouro do Estadual, mas para o Sport Clube Campo Mourão a preparação para o campeonato já começou. O objetivo é montar uma equipe forte e competitiva para subir para a elite em 2010. O primeiro passo da diretoria foi trazer um técnico experiente. Rodrigo Muller Casca, que no ano passado treinou o Operário de Ponta Grossa se apresentou na semana passada e já inicia a montagem do elenco.

“Sempre gostei de iniciar os trabalhos com bastante antecedência para que os erros sejam identificados e corrigidos antes do início do campeonato. É uma forma de se evitar que os problemas aconteçam durante o campeonato”, ressalta. Casca conta que nasceu em Dois Vizinhos, mas está há 16 anos em Santa Catarina.

Sobre o compromisso com o Sport, ele assegura que o torcedor mourãoense pode ficar ciente de que terá uma equipe forte e aguerrida em campo. “A diretoria do Sport me deu carta branca para montar a equipe e já trouxe toda minha comissão técnica. Vários atletas que estiveram comigo no ano passado defendendo o Operário, estarão reforçando o Sport. Tenho contato com vários jogadores e o que for melhor para o Sport estaremos empenhados para fazer”, assegura.

Segundo ele, entre os jogadores já acertados para iniciar os treinamentos no Sport estão os atacantes Gonzalo (uruguaio), Alex e Leandrão, volante Diogo, lateral esquerdo Alex, lateral direito Anderson Bonfim, além do zagueiro Miguel e os goleiros Dida e Felipe, que assim como a maioria estiveram no Operário de Ponta Grossa em 2008. “Temos vários outros nomes que estão sendo estudados, mas que por enquanto não serão divulgados”, ressalta.

O treinador entende que Campo Mourão precisa de um time competitivo para voltar à elite do futebol paranaense. “No ano passado treinei o Ponta Grossa e atuamos contra Campo Mourão. Sei que a cidade está carente do futebol profissional e o torcedor cobra. Sabemos que será um trabalho difícil, mas a vontade de crescer é muito grande. O que depender de nosso esforço estaremos fazendo para voltar o futebol, esse momento de lazer importante para as famílias nas tardes de domingo no Roberto Brzezinski”.

No próximo domingo, a equipe estará fazendo um jogo treino contra o Engenheiro Beltrão, que se prepara para ao Campeonato Paranaense – Série Ouro. “Nem dá para dizer que é um amistoso porque ainda estamos montando o time. Será mais um treino, para ajudar o Beltrão que está se preparando para o Campeonato Paranaense”, revela. O jogo será em Engenheiro Beltrão, às 16 horas.

Para o treinador, a equipe do Sport precisa fechar o elenco com pelo menos 25 jogadores. “É um campeonato difícil, com jogos às quartas e domingos e a equipe precisa ter pelo menos 25 bons jogadores, três em cada posição para enfrentar os adversários em igualdade”, completa.

0

Operário Futsal?

Bian recebe Prêmio Mérito Desportivo 2007 do mesa tenista Hugo Hoyama

Bian recebe Prêmio Mérito Desportivo 2007 do mesa tenista Hugo Hoyama

Thiago Moro – OPERARIO.com

Boatos no meio esportivo da cidade dão conta que a nova equipe de futsal que está sendo formada em Ponta Grossa para disputar a Série Prata em 2009 e que tem como mentores o ex-atleta Wilson Bian Júnior (foto) e Tércio Miranda, empresário ex-investidor do Santa Paula Futsal, poderá vir a ser chamada Operário Futsal. Conversas com a diretoria do alvi-negro deverão acontecer neste sentido.

Essa, sem dúvidas, é uma idéia sensacional. Muitas vezes acompanhando jogos de futsal no Oscar Pereira, no Zukão ou no Centenário comentei com quem me acompanhava: IMAGINE O OPERÁRIO DISPUTANDO FUTSAL???

Com toda certeza a torcida vestiria a camisa e empurraria o Fantasma mais uma vez. Vamos torcer para que a negociação realmente aconteça e que possa vingar.

0

Clube de olho na Primeira Divisão

Operário acredita que tem direito de participar da elite do Campeonato Estadual Paranaense

TAYNÁ JORDÃO – JUSTIÇA DESPORTIVA

Com início previsto para o dia 24 de janeiro, o Campeonato Paranaense terá apenas 15 times na disputa, em virtude da desistência do ADAP Galo Maringá em 2008, fazendo com que a competição desse ano mantivesse esse número de participantes. De olho na possível vaga, o Operário Ferroviário EC terá seu futuro definido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) na próxima sexta-feira, dia 16 de janeiro, a partir das 13h, em sessão do Pleno.

Clique aqui para acessar a pauta de julgamentos do STJD.

O caso, que passou pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD/PR), não teve um desfecho favorável ao Operário, já que não foi comprovada irregularidade na decisão da Federação Paranaense de se ter apenas 15 clubes na competição. Inconformados com a decisão, o Operário Ferroviário e o Francisco Beltrão tentarão reformar o resultado em última instancia.

Nesse processo, o Francisco Beltrão entra como terceiro interessado pois acredita que caso exista uma outra vaga, ele teria a oportunidade de se garantir na elite da competição. O clube terminou como quarta equipe mais bem colocada na Segunda Divisão de 2008, e se o Operário, terceiro colocado na mesma disputa, não conseguir reverter sua suspensão no na competição, que também está em grau de Recurso, o adversário ocuparia seu lugar.

De acordo com o Regulamento da competição, as duas equipes de melhor campanha na divisão de acesso sobem para a Primeira Divisão no ano seguinte, como foi o caso de Nacional AC e Foz do Iguaçu, em 2008. Com a desistência do ADAP, no entendimento do Operário, uma terceira vaga estaria em aberto, que seria dele, por ter apresentado a terceira melhor campanha.

O curioso nesse Estadual é que sempre um dos clubes (Coritiba, Iraty, Rio Branco, Atlético Paranaense, J. Malucelli, Paraná, Engenheiro Beltrão, Toledo, Paranavaí, Londrina, Foz do Iguaçu, Nacional, Cianorte, Cascavel e Iguaçu) não jogará uma rodada do torneio, já que o número ímpar de participantes impede que todos joguem num mesmo momento. Na rodada de abertura, será o AA Iguaçu quem ficará de “folga”.

Você acompanhará esse julgamento no Justicadesportiva.com.br, em tempo real.

0

Gestor do Operário diz focar esforço no futuro

Chico da Bracol: assuntos passados serão discutidos em um outro momento (Foto - Jornal da Manhã)

Alexandre Costa – Jornal da Manhã

Ao afirmar que pensamento está apenas no julgamento e nos próximos passos do clube, Chico da Bracol diz ignorar declarações de ex-técnico

Na semana da grande decisão na justiça desportiva para o Operário, o comandante do grupo gestor do futebol do clube ponta-grossense, Francisco Carlos de Jesus, o “Chico da Bracol”, resolveu minimizar as declarações do ex-treinador Rodrigo Müller, o Casca. O foco agora, segundo o empresário, é o julgamento e os trabalhos para o planejamento futuro e formação do time profissional.

O julgamento no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio de Janeiro, está marcado para esta sexta-feira e agora advogados e dirigentes dizem estar totalmente concentrados neste trabalho. “Está tudo preparado. Já vamos nesta quarta-feira para o Rio e quando acontecer o julgamento devemos estar totalmente prontos. Esperamos retornar no sábado com boas notícias”, diz Chico da Bracol.

Para o dirigente, tudo o que aconteceu antes, incluindo o jogo do dia 29 de junho, não deve ser discutido neste momento. “Esse assunto – pelo menos agora – não interessa a mais ninguém. Falei com o Casca hoje [ontem] e disse o que já tinha falado que todas as ações foram feitas no sentido de corrigir um erro e preservar o clube. Em outro momento isto pode voltar a ser conversado, mas agora discutir a morte da bezerra não vai mudar nada”, finaliza sobre as declarações de Casca. Em entrevista ao Jornal da Manhã, o ex-treinador disse não ter responsabilidade sobre a saída do time de campo na partida contra o Foz e que a ação de jogar a responsabilidade sobre o treinador teria sido uma ação dos advogados para embasar a defesa do clube.

No julgamento de sexta-feira, a meta dos advogados é reverter a suspensão imposta pela justiça paranaense e assim fazer com que o clube possa disputar a Divisão de Acesso ainda neste ano. Caso contrário, o Fantasma terá de cumprir a suspensão e voltar apenas em 2010 na Terceira Divisão do Campeonato Paranaense.

0

Seis meses depois, 'Casca' abre o jogo

Casca - Foto JM News

Casca - Foto JM News

Alexandre Costa – Jornal da Manhã

Ex-treinador do Fantasma afirma que decisão de deixar campo não partiu dele; ação foi elaborada por advogados

Nos dias que antecedem o julgamento do Operário no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o ex-treinador do Fantasma, Rodrigo Müller, o ‘Casca’ resolveu romper o silêncio e abrir o jogo sobre o que aconteceu antes, durante e depois do fatídico abandono de campo que resultou na suspensão do clube nas atividades do futebol profissional em 2009. Hoje, no comando do time do Campo Mourão – ao lado de alguns ex-operarianos -, ele diz sentir mágoa de algumas críticas, porém não se arrepende de nada do que fez à frente do clube ponta-grossense.

JORNAL DA MANHÃ - Essa experiência que teve em Ponta Grossa foi válida para seu currículo. Se pudesse, faria tudo de volta?

RODRIGO MÜLLER - Com certeza foi ótimo para minha carreira poder comandar o Operário, melhor ainda ter ficado a frente da equipe do início ao fim da competição. Foram nove meses no comando da equipe e isto no futebol brasileiro atualmente é muito difícil.

Leia mais ›

0

Estamos em obras

Como vocês devem ter percebido, estamos alterando completamente o layout do OPERARIO.com. Nos próximos dias ainda estaremos fazendo algumas modificações, o que pode fazer com que alguns links não funcionem corretamente.

Pedimos a compreensão dos nossos visitantes, assim como críticas e sugestões para que nossa página fique cada dia melhor.

0

Operário, enfim, tem julgamento agendado

Jeferson Augusto – Diário dos Campos

Superior Tribunal de Justiça Desportiva confirmou para dia 16 julgamento do recurso em que Operário briga por vaga na Divisão de Acesso

O Operário finalmente sabe quando suas dúvidas sobre seu futuro em 2009 terão fim. O julgamento – onde os advogados do clube brigam pela permanência do clube no futebol profissional – enfim tem data para ser realizado. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) divulgou ontem a primeira pauta do ano, e o recurso 251/2008 referente ao caso alvinegro será analisado pelo Tribunal no dia 16 de janeiro.

Leia mais ›

0

FPF não vai interferir no caso Operário

Carlos Roberto Iurk - Foto Jornal da Manhã

Carlos Roberto Iurk - Foto Jornal da Manhã

Alexandre Costa – Jornal da Manhã

Encontro entre presidentes do clube e da Federação serviu para esclarecer posição da entidade sobre a suspensão do Fantasma

Já em seus capítulos finais, a novela envolvendo o Operário na Divisão de Acesso seguirá sem a influência direta da Federação Paranaense de Futebol (FPF). A confirmação veio na noite de quarta-feira quando o presidente do clube alvinegro, Carlos Roberto Iurk, fez uma visita de cortesia ao comandante da entidade máxima do futebol paranaense, Hélio Cury.

Na conversa, o dirigente ponta-grossense disse ter sanado dúvidas e conhecido a posição real da Federação em relação ao Fantasma. “Foi um bate-papo franco. Nós perguntamos várias questões e me parece que definitivamente o Hélio é um homem da lei, da legalidade e não pode atropelar nada. Ele nos disse que o que foi possível e cabível para a presidência foi feito no ‘caso Operário’. Ele tentou dentro da legalidade ajudar o Operário, mas não pode passar por cima de tribunais e da justiça desportiva. Foi muito importante para mim até pessoalmente. Isso porque só ouvíamos falar por outras pessoas e agora a gente veio mais tranqüilo e teremos boas noticias na seqüência”, comenta Iurk.

Leia mais ›

0

Operário cobra apoio da Federação

Alexandre Costa – Jornal da Manhã

Encontro entre Iurk e Cury serviu para esclarecer posição da entidade
Na visita de cortesia, o futuro do futebol profissional também estava na pauta

O presidente reeleito do Operário Ferroviário, Carlos Roberto Iurk, esteve ontem com Hélio Cury, presidente da Federação Paranaense de Futebol. Oficialmente, a visita foi de cortesia, num primeiro contato em 2009. No entanto, o encontro realizado no início da noite de ontem serviu também para uma cobrança sobre a posição da entidade com relação ao clube ponta-grossense, que oficialmente ainda está suspenso das competições oficiais com o time profissional nesta temporada.

“Será uma visita de cortesia para desejar um bom 2009, mas já faremos uma sondagem para saber a real situação do Operário e para tirar algumas dúvidas. Isso porque ouvimos muitos boatos. Alguns falam que a Federação não quer que o Operário suba e outros dizem coisas diferentes. Eu quero ouvir dele para evitar qualquer constrangimento”, conta Iurk, que esteve acompanhado do diretor Marcelo Sfeir.

Para o presidente do Operário, o objetivo é ter um bate-papo aberto e franco e assim saber se realmente existe interesse por parte da Federação em garantir algum tipo de apoio. “Vamos fazer uma avaliação sobre o Operário e também se existe alguma restrição em relação ao grupo gestor, que teve carta branca para trabalhar com o futebol do clube”, finaliza o dirigente.

0

Direito à vaga

Coluna do Altayr Bail, publicada no seu Blog no JM News

Um ano termina; o outro começa e o assunto que envolve o Operário Ferroviário no campeonato paranaense não se esgota. Trocando mensagens de Boas Festas com o amigo David Aroldo Nascimento, ele indagou a razão pela qual a vaga deixada pelo Adap/Galo não voltou para a nossa cidade, já que ela foi repassada ao time de Campo Mourão (na época) pelo Ponta Grossa Esporte Clube. A pergunta é pertinente e merece reflexão. E até uma possível explicação.

Todos estão lembrados que o presidente Antonio Luiz Mikulis reuniu a imprensa em seu restaurante para anunciar a cessão do direito de continuar disputando a série A por total falta de apoio dos empresários da cidade. E disse que não estava levando nenhuma vantagem financeira, pois a Adap jogaria o campeonato do ano seguinte vinculando o nome do Ponta Grossa. Uma temporada depois, o então presidente Moura baixou um ato administrativo extinguindo o nome do nosso representante. A partir daí, o Ponta Grossa Esporte Clube deixou de existir como time de futebol. A Adap ficou isolada na disputa e acabou por conseguir, dois anos depois, o vice-campeonato estadual. Hoje, por mais que desejássemos ressuscitar o Ponta Grossa, não haveria esta possibilidade.

Com o abandono da Adap em 2008, depois de se juntar ao Galo de Maringá, o mais racional, lembra o amigo David, seria a FPF devolver a vaga à nossa cidade. Neste caso, o Operário assumiria o direito de nos representar, pois é o único clube profissional no Município. O raciocínio é lógico e tem razão de existir. Mesmo que o Ponta Grossa Esporte Clube não exista mais perante a Federação, a cidade poderia reivindicar o direito à vaga se tivesse REPRESENTATIVIDADE. Ela não existe nem na esfera política e muito menos na futebolística.

O Mikulis fundou o Ponta Grossa e sem apoio da cidade tinha todo o direito de fazer o que fez. De qualquer maneira, fica a lembrança do amigo de tantos anos e que já deu grandes contribuições às administrações alvinegras, sem nada receber e sem nunca deixar de torcer pelo futebol da cidade. O David está certo. Errado é o comportamento daqueles que deveriam se preocupar com nosso futebol.

0

O futebol no trilho do trem

Foto: Henry Mileo/Gazeta do Povo

Foto: Henry Mileo/Gazeta do Povo

Guilherme Voitch – Gazeta do Povo

Trazida pelos britânicos, modalidade conquistou os brasileiros com a expansão das ferrovias

Em 1895, Charles Miller, filho de pai escocês e mãe brasileira de origem inglesa, promovia o primeiro jogo de futebol no país que é referência no esporte. Naquela que é considerada a primeira partida registrada disputada em território nacional, o time da São Paulo Railway Co. ganhou de 4 a 2 da equipe da Cia. de Gás, em 1895. O futebol nascia em uma partida promovida pelo funcionário de uma companhia inglesa de ferrovias e ganha por ferroviários.

Nada mais significativo. Para muitos, aliás, o futebol já vinha sendo praticado anos antes. “Possivelmente ingleses e escoceses, que trabalhavam na construção de linhas férreas, já disputavam partidas de futebol anteriormente”, diz o publicitário Ernani Buchmann, autor do livro Quando o Futebol Andava de Trem. Datas à parte, o fato é que a partir de seu nascimento, o futebol sempre caminhou de mãos dadas com as ferrovias. Por basicamente duas razões. A maioria dos engenheiros e técnicos que vinha da Europa eram ingleses, fãs de rugby, críquete e de futebol. Entre os três, o mais fácil de ser praticado era o futebol. Com uma bola e um grupo de homens dispostos a correr atrás dela, a diversão era garantida. Ocorre que o esporte logo deixou de ser artigo reservado aos europeus.

Aí surge o segundo motivo. As linhas férreas iam desbravando o interior. Trabalhadores brasileiros eram contratados pelas companhias e aprendiam o esporte. Mesmo quem não era funcionário começava a assistir às partidas e virava também um jogador. “O futebol pegou carona na expansão promovida com os trens”, diz Buchmann.

A expansão resultou em uma centenas de clubes formados a partir das “peladas” dos ferroviários. Entre eles está o clube de futebol mais antigo do Brasil, o Sport Club Rio Grande, que nasceu a partir da união das colônias alemãs, italianas e portuguesas e conseguiu seu primeiro estádio graças a um empréstimo da companhia ferroviária Compagnie Auxiliare de Chemins de Fer du Brésil. No Paraná, a história não foi diferente: nasceram na linha de trem o Ferroviário Esporte Clube, de União da Vitória; o Clube Atlético Ferroviário, de Morretes; o Ferroviário Esporte Clube, de Wenceslau Braz; e o Esporte Clube Recreativo Ferroviário, de Jaguariaíva. O mais representativo dos times surgidos a partir das linhas férreas foi o Clube Atlético Ferroviário, que junto a Coritiba e Atlético formou, durante muito tempo, o trio de ferro do futebol da capital. Criado como time dos funcionários da Rede Ferroviária, o Boca-Negra, como era conhecido, chegou a ter o estádio mais moderno de Curitiba e palco da Copa do Mundo de 1950, o Durival Britto. Atualmente o estádio pertence ao Paraná Clube, originado a partir de fusões do Ferroviário com outros clubes da capital.

Com o sucateamento da malha ferroviária brasileira como consequência da opção pelo transporte rodoviário, os clubes da linha férrea foram agonizando junto com a Rede Ferroviária. Muitos sumiram, se fundiram e alguns resistem, sem a força de antes. É o caso do Operário Ferroviário, de Ponta Grossa, que depende de decisão favorável do Superior Tribunal de Justiça Desportiva para ser confirmado no Campeonato Paranaense. Porém, para o presidente do clube, Carlos Roberto Iurk, o Operário “está vivo, pronto para disputar a segunda divisão do Paranaense”. “Toda nossa estrutura, tanto social como de futebol, é oriunda da Rede Ferroviária”, lembra. “Ela vai ser reformada e ampliada. O nome do nosso estádio é em homenagem ao supervisor da rede em Ponta Grossa. Temos hoje cerca de 400 sócios e muitos deles são descendentes dos ferroviários que trabalhavam na rede e fundaram a equipe.”

Linhas foram indutoras de crescimento

Mais do que mães do futebol paranaense, as ferrovias que cruzaram o Paraná ajudaram a definir a cara do estado. “A ligação da capital com Paranaguá era o trem”, diz o monitor-chefe do Museu Rodoviário de Curitiba, Caio Vendramin. Para ele, Curitiba ganhou econômica e socialmente com a estrada de ferro. “Por onde passavam as linhas férreas, eram construídos hospitais, teatros e escolas”, lembra o ex-chefe da Rede Ferroviária Federal Paulo Sidnei Carreiro, citando Arapoti como exemplo de cidade que se desenvolveu em torno da estação ferroviária. “Por uma questão política, a linha do trem acabou passando no meio da propriedade de um determinado fazendeiro. Ali não havia nenhuma habitação, mas como a estação foi construída ali, aos poucos começou a se formar um núcleo urbano ao redor da estação. Assim surgiu a cidade.”