Um partido diferente esse PCdoB

Realizamos no sábado último o curso de formação do PCdoB pontagrossense. Foi muito bom ver os camaradas motivados e animados para os próximos eventos partidários.

O PCdoB é um partido diferente porque não é um partido simplesmente para disputar eleições, queremos disputar a sociedade e transforma-la.

No final do curso ainda guanhamos novos camaradas, Lucimar que foi minha companheira no DCE do CEFET-PR por duas gestões e o jovem Aluizio, membro da UJS e vice-presidente da UMESP assinaram a ficha de filiação e já se somam na luta por essas transformações que queremos implantar.

 Curso do PCdoB-PG

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Debates inter-partidários da APLICEF continuam

Aplicef na ADESUVAOcorreram mais duas etapas do “Encontro Partidário Inter Bairros”, promovido pela APLICEF (Associação Pontagrossense das Lideranças Comunitárias e Entidades Filantrópicas), dia 30 de abril na Sede da ADESUVA (foto ao lado) em Uvaranas e dia 09 de maio no Jardim Pitangui (foto abaixo). Estive nessas duas etapas acompanhando nosso camarada Alexandre Zamboni que foi a mesa debater em nome do PCdoB.

A quinta e última etapa do Encontro acontece na próxima sexta-feira (16) na sede da Associação dos Moradores dos Sabará e eu estarei representando nosso Partido. O PCdoB e o PV foram os únicos partidos que participaram das quatro etapas anteriores.

Encontro da Aplicef no Pitangui

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PCdoB promove curso de formação em Ponta Grossa

O Partido Comunista do Brasil realizará a partir das 9 horas do próximo sábado (10) em Ponta Grossa o Curso Macro-Regional de Formação para os dirigentes do Partido dos Municípios de Telêmaco Borba, Irati, Guarapuava e Ponta Grossa.

O Curso será ministrado pelo Secretário Estadual de Formação e Membro da Escola Nacional de Formação do PCdoB, o Jornalista e Escritor Luiz Manfredini e por Elton Barz, historiador e coordenador da Macro-Regional Centro-Sul do Partido.

O curso que terá duração de oito horas, constará além das aulas com apresentação de um vídeo, debates e avaliação sobre a teoria, tática e estratégia do Partido e Socialismo, que são duas das disciplinas contantes do Curso da Escola Estadual de Formação. As outras disciplinas constantes na grade de estudos e que serão ministradas em outra oportunidade são Filosofia, Economia Política, Estado e Classes.

Para Thiago Moro, presidente municipal do PCdoB pontagrossense, o Curso de Formação é mais um passo para a estruturação e crescimento do partido na região além de auxiliar na preparação para as eleições municipais, como o Curso Estadual de Comunicação e Legislação Eleitoral, realizado no mês de abril em Curitiba.

Assessoria de Imprensa - PCdoB - Ponta Grossa

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Mentira tem perna curta

Editorial Jornal da Manhã - 24/04/08

É ‘fantástico’, para não dizer trágico. Mas atual governo simplesmente se recusa a ‘ver e ouvir’ o que está diante de seus olhos

Lamentavelmente, o governo Pedro Wosgrau Filho espanca a inteligência dos cidadãos ponta-grossenses. É “fantástico”, para não dizer trágico. Em nota distribuída ontem, através de sua assessoria de imprensa, a atual administração sustenta textualmente: “Dívida ‘nova’ é de R$ 13,9 milhões”. Respondendo ao pedido de explicações feito domingo passado pelo JM, ao reportar que a dívida do Município aumentou R$ 54 milhões neste governo, chegando hoje a R$ 169,2 milhões, o prefeito alega que os contratos de financiamento firmados pela sua gestão “somam menos de R$ 14 milhões, um valor bastante inferior ao montante da dívida consolidada, que foi em grande parte herdada de administrações anteriores”. E o alcaide acrescenta: “a evolução da dívida integral, no entanto, sofreu ainda os efeitos dos encargos financeiros decorrentes desse tipo de operação, como atualização monetária e juros”.
Oras, o prefeito Wosgrau está pessimamente assessorado nas áreas das Finanças e da Administração e Negócios Jurídicos, ou simplesmente se recusa a “ver e ouvir” o que está diante de seus olhos. A mentira, ainda bem, tem pernas curtas. Conforme o JM informou na edição de domingo passado, somente a dívida consolidada da Prefeitura de Ponta Grossa saltou de R$ 88,6 milhões em dezembro de 2004, no final do governo Péricles de Holleben Mello, para exatos R$ 127.271.003,85 em dezembro do ano passado. Qualquer ser alfabetizado que aprendeu, ainda nos primeiros anos de escola, a fazer uma continha de subtração, chegará à conclusão aritmética de que, em apenas três anos, o governo Wosgrau aumentou a dívida consolidada do Município em R$ 38.611.003,85.
Esse montante - é preciso sublinhar – refere-se somente à “dívida consolidada”. Somam-se a ele os débitos do governo municipal com restos a pagar processados e não processados, que fecharam 2007 em R$ 23 milhões, e ainda os valores não recolhidos e nem contabilizados do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) dos servidores municipais, que chegam R$ 19 milhões. De novo a continha de matemática: R$ 127,2 milhões da dívida consolidada + R$ 23 milhões de restos a pagar + R$ 19 milhões de FGTS = R$ 169,2 milhões.
No final do governo Péricles, a dívida total do Município (incluindo os restos a pagar e FGTS) era de R$ 115,2 milhões. A aritmética diz que, se Wosgrau pegou a Prefeitura com uma dívida global de R$ 115,2 milhões e, três anos depois, no final de 2007, esse montante subiu para R$ 169,2 milhões, o endividamento do período é, portanto, de R$ 54 milhões. O que mais impressiona é que todos esses números constam dos relatórios de gestão fiscal disponíveis no site da própria Prefeitura e também do Tribunal de Contas do Estado. São relatórios que foram elaborados pelo governo municipal. Então, pergunta-se: por que o prefeito Wosgrau vem a público dizer que a ‘dívida nova” da Prefeitura, contraída em seu governo, é de apenas R$ 13,9 milhões? Será que a atualização monetária e os juros elevariam tanto as dívidas do Município em apenas três anos?
Flagrantemente, o governo Wosgrau falta com a verdade. Os documentos, que o JM reproduz em sua edição de hoje (ver página 4A) desmentem a versão oficial. E ai surgem outros questionamentos: onde está o secretário municipal de Finanças, Ângelo Mocelin, que se recusa a explicar ao JM o aumento das dívidas do Município?; onde está a secretária de Administração e Negócios Jurídicos, Adelângela Stuedel, que não apresenta aos cidadãos ponta-grossenses um documento do Judiciário que autoriza a Prefeitura a não recolher o FGTS dos servidores?; E por que o prefeito Wosgrau é conivente com essa situação?
A população merece ser tratada com respeito.

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Lavrador diz ter visto o enterro de 12 guerrilheiros em base no Araguaia

Sérgio Torres - Folha de São Paulo - Enviado Especial a Xambioá (TO)

De acordo com ex-preso, corpos foram sepultados por militares em vala comum em antiga base aérea

O lavrador José Rodrigues da Silva (à frente) com José Nazário, em São Geraldo do AraguaiaLavrador conta que, após a área ter sido desmatada, não tem mais referência de onde ficava a cova coletiva; terra hoje é de uma fazenda

Preso pelo Exército durante a campanha de combate à guerrilha do PCdoB na região do Araguaia, nos anos 70, o lavrador José Rodrigues da Silva, 70, conta ter visto militares enterrarem em uma vala comum, em Xambioá (norte do Tocantins), os corpos de 12 guerrilheiros até hoje desaparecidos.
A informação é inédita. Localizado pela Folha na cidade paraense de São Geraldo do Araguaia, separada de Xambioá pelo rio Tocantins, Baiano, como é conhecido, disse que os cadáveres foram sepultados na antiga base aérea, em buraco aberto em meio à floresta entre a margem direita do rio e a pista de pouso então usada por aviões militares.
Os enterros não foram simultâneos. Aconteceram ao longo dos 15 dias, possivelmente em 1974, em que Baiano -acusado de ser amigo e de mensageiro dos guerrilheiros- permaneceu amarrado a um tronco. A área, relembra o lavrador, era um “cocalão fechado, frio”. No linguajar do Araguaia (região que abrange terras no sudeste do Pará, norte do Tocantins e sul do Maranhão), cocalão é um aglomerado de coqueiros, nascidos de modo natural na selva amazônica, então abundante.
Tempos depois do fim do que ele chama de “guerra”, a floresta foi devastada -”tratorizaram”, disse. A Folha esteve na segunda-feira passada no município de Xambioá, no local indicado pelo lavrador.
Não há mais mata no terreno de 300 metros de largura por cerca de 1.000 metros de comprimento, entre a esburacada pista e o Tocantins. Passados 35 anos, também não há ali vestígios da ação militar. As terras pertencem hoje a uma fazenda. A vegetação é rasteira, arbustiva. Serve como pasto.
Baiano conta que, com o desmatamento, perdeu a referência dos pontos onde ficaram a árvore em que esteve preso e a cova coletiva.
“E a derrota tá é aí, porque eu não dou conta mais. Mas se eu tivesse uma coisa recente, de menos de dois anos, eu dava conta de mostrar tudo direitinho”, afirmou Baiano.
Ele reivindica da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça indenização pelas quatro prisões sofridas e pela destruição a granadas dos seis alqueires de bananais que plantava em terras vizinhas às ocupadas pelos guerrilheiros. Os militares destruíam plantações para que os fugitivos não tivessem com que se alimentar.

Enterros
Baiano disse que do tronco avistava os enterros clandestinos. Algumas vezes, os militares o soltavam para observar o corpo. “Quinze dias passei amarrado no coqueiro. Só me desamarravam quando chegava um morto. No dia em que o finado Paulo Rodrigues chegou lá, eles me chamaram, me desamarraram (…): “De onde você conhece esse aqui?” Eu disse, “eu não conheço não”. “Porra, tu mora aqui e não conhece ninguém?” Eu conhecia eles, conhecia eles tudinho (sic).”
Desaparecido em dezembro de 1973, Paulo Mendes Rodrigues era um dos chefes da guerrilha. Devido ao mesmo sobrenome, Baiano disse que os militares falavam que eram irmãos.
“”Ah, meu amigo, você é irmão do Paulo”. “De que Paulo, meu amigo? Paulo era meu pai, eu não tenho irmão de nome Paulo, não”. “Você é irmão do Paulo, você vai dar conta dele”. “Eu digo, tá ruim”. Porque o Paulo era doutor, até analfabeto eu sou. Quem sou eu para ser irmão de um doutor”, rememora Baiano um diálogo mantido à época com interrogadores.
Depois de Paulo, chegaram mais 11 corpos, segundo o relato. “Quando chegava um morto, eles iam lá e enterravam, aí deixavam. Quando chegava outro, eles faziam tipo uma camada. Sei que ficaram 12.”
Dos 12, ele afirma ter reconhecido cinco: Osvaldão (Osvaldo Orlando da Costa), Paulo Rodrigues, Vítor (José Toledo de Oliveira), Zé Francisco (Francisco Manoel Chaves) e Antônio (Antônio Carlos Monteiro Teixeira).

“Guerra” deixou ferida aberta em moradores da região

Passados quase 35 anos do fim da guerrilha, o assunto ainda é presente no cotidiano dos que habitam as cidades do Pará e do Tocantins que formam a região do Araguaia. O evento é tratado como “guerra”, não guerrilha. As prisões são chamadas de “campos de concentração”. Os militares à paisana, de “investigador” ou “detetive”.
Alguns dos mais velhos, como o feirante Eduardo Rodrigues dos Santos, 83, choram ao relembrar episódios de prisão, morte, destruição de lavouras, queima de propriedades, parentes mortos ou feridos. Os mais novos, como o conselheiro tutelar Sezostrys da Costa, 23, criaram há três anos, em São Domingos (PA), a Associação dos Torturados da Guerrilha do Araguaia, que dá assistência aos pedidos de indenização apresentados à Comissão de Anistia. Ele é neto e sobrinho de moradores perseguidos.
Nos próximos dias 25 e 26, o presidente da comissão, Paulo Abrão, vai a São Domingos. Ele presidirá as audiências em que serão tomados novos depoimentos de moradores da região, que reivindicam indenização. Alegam ter sido perseguidos pelos militares durante a guerrilha.
Até agora 240 moradores do Araguaia requereram a indenização ao governo. Nas audiências, seriam anunciados os primeiros agraciados. A comissão mudou os planos para que haja tempo de investigações complementares.
“As indenizações sairão em um, dois meses”, afirmou Abrão, que em setembro esteve na região, ouvindo os moradores em depoimentos oficiais.
As alegações apresentadas são as de que militares prenderam inocentes, torturaram em busca de informações sobre o paradeiro dos guerrilheiros, queimaram plantações para que os fugitivos não tivessem o que comer, confiscaram terras.
O comerciante Edmilson Nogueira Gomes tinha 19 anos ao ser preso com o pai, Raimundo, 47. A acusação era a de que ajudavam a guerrilha. Na cidade de São Félix, em Goiás, Raimundo vendera uma loja para uns “paulistas”, ainda na década de 60. Na região, os guerrilheiros, antes da ação militar, eram chamados de “paulistas”, “goianos” ou “pessoal da mata”.
Anos depois, Raimundo Gomes e o filho vieram morar em São Domingos, reencontrando os amigos de São Félix. Os militares logo vieram procurá-los. “Ficamos presos com mais 12. Meu pai [morto em 1988] foi muito mal tratado, apanhou muito. Teve os pés e mãos amarrados no pau-de-arara. Carregaram ele que nem porco, botaram pendurado no buraco. Eu levei muita pancada, estavam forçando para descobrir alguma coisa”, disse Gomes, 54, que passou um mês nu em uma cela com 30 pessoas.
O lavrador Cícero Saraiva da Silva, 59, teve o braço direito esfaqueado ao ser preso. Contra ele, a acusação de que ajudava os guerrilheiros.
A agricultora Marcolina Gregória do Nascimento Santos, 74, conta que o marido, José Nazário, passou três meses preso em 1973. “Ele passava fome, era muito judiado. Era muito forte. Na cadeia, estava muito fininho, doente, meio lelé.”
O lavrador Agenor Moraes Silva, 67, era vizinho de um dos três redutos da guerrilha. Com a entrada do Exército, ele foi preso. “Perdi tudo o que tinha, não tive direito a nada.”

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“Vocal Tempo” foi sucesso em Ponta Grossa

Não pude estar presente por outros compromissos, mas as informações são de que no Grande Auditório da UEPG não cabia mais ninguém para prestigiar o Grupo Cubano Vocal Tempo. A visitação no nosso blog após o show no post sobre o evento, também dá conta do sucesso do acontecimento.

Já que não fui, procurei na net, e aí está uma mostra do que perdi:

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Repórter Patrícia Ecave destaca debate da Aplicef

A repórter da Rádio Central do Paraná, 1460 AM, Patrícia Ecave, destaca em seu blog o “Encontro Partidário Inter Bairros” acontecido na noite de ontem no Jardim Maracanã.

Patrícia aponta os principais pontos debatidos por cada um dos líderes partidários. Para mim foram feitas perguntas sobre Saúde, Educação, Industrialização e Ação Social. Confira o que a repórter trouxe em seu blog em relação a minha participação:

Thiago Moro PCdoB, em suas considerações coloca o passe livre para o estudante na condição de investimento e não gasto ao município, sugere ainda que seja colocado em prática programas como o Segundo Tempo com as devidas condições de acesso para população. Na área da saúde o representante do PCdoB defende a implementação integral do Sistema Único de Saúde (SUS), afirmando ainda que a terceirização de serviços é maléfica ao sistema devido o aumento de custos, a redução no atendimento, e a obtenção do lucro uma vez que na visão do partidário esse não é o objetivo. Defende a utilização do funcionalismo público, propõe programas de educação com palestras e conhecimentos que contribuam na prevenção de doenças futuras. Thiago acredita que no setor de ação social os recursos são mal direcionados, ficando por tanto boa parte da população que necessita sem atendimento. Importante destacar a observação em relação às promessas de grandes indústria com relação à geração de emprego e renda, Thiago Moro destaca que raramente a mão-de-obra local é utilizada, e tão logo acabem os benefícios fiscais algumas indústrias até se retiram da cidade, defendeu portanto o aumento de escolas profissionalizantes, e a valorização do que já existe no município em termos de capital humano.

Confira toda a matéria no blog da Repórter Patrícia.

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2º Encontro Partidário Inter Bairros foi no Jardim Maracanã

Encontro Aplicef - Foto: LucimarEstive na noite de ontem acompanhado dos camaradas Alexandre Zamboni e Lucimar Pupo, participando do “Encontro Partidário Inter Bairros” na sede da Igreja Evangélica Assembléia de Deus, no Jardim Maracanã.

O encontro é promovido pela APLICEF (Associação Pontagrossense das Lideranças Comunitárias e Entidades Filantrópicas) e contou com a participação de representantes da comunidade do bairro e adjacências, além de representantes do PSDB, PPS, PV, PHS e eu pelo PCdoB.

A primeira etapa do Encontro aconteceu no núcleo Santa Maria dia 27 de março e as próximas estão marcadas para 30 de abril, em Uvaranas e 16 de maio no Jardim Sabará.

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Sexteto cubano apresenta orquestra vocal na UEPG

Sexteto Cubano

Por Ismael de Freitas, JM News

Os cantores estão em turnê pelo Paraná desde o dia 12 e devem permanecer no Estado até o dia 30 de abril

O grupo musical cubano Vocal Tempo, considerado pela crítica o melhor grupo vocal do mundo, se apresenta hoje à noite em Ponta Grossa. O espetáculo está marcado para acontecer às 20 horas, no Grande Auditório do Campus Central da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), com entrada gratuita.
Os cantores estão em turnê pelo Paraná desde o dia 12 e devem permanecer no Estado até o dia 30 de abril, se apresentando em várias cidades do Paraná. A turnê é uma realização do Serviço Social do Comércio do Paraná (SESC) e em Ponta Grossa conta com o apoio do Departamento de Comunicação da UEPG.
O show dos músicos é realizado apenas com microfones e voz, mas produz a sensação de se estar diante de uma grande banda equipada com os mais variados instrumentos musicais. O Vocal Tempo utiliza-se de temas clássicos e populares de diversos estilos, criando uma sonoridade diferencial. Somente suas cordas vocais são necessárias para oferecer ao público o som de guitarras, violões, instrumentos de percussão, trompetes, trombones e instrumentos de sopro.
Segundo as informações que constam no site oficial do grupo (www.vocaltempo.com),
a trajetória profissional do Vocal Tempo iniciou em 1998 e já no ano seguinte começou a participar dos maiores festivais do mundo. O primeiro CD lançado foi batizado DeBocaEnBoca, e sua turnê de divulgação atingiu países como Alemanha, Espanha, Nicarágua, Portugal, França, Suíça e Holanda, onde obtiveram melhor exposição na mídia especializada, que os definiram como “referência no quesito música à capela”.
O ano de 2006 foi marcado pelo lançamento de seu segundo álbum, intitulado Bien Monta’o e novamente por seguidas apresentações por diversos países da Europa.
Nessa ocasião, foram premiados em duas categorias pela mídia musical européia, sendo considerado o melhor grupo à capela do mundo, e recebendo todas as honrarias por realizar o espetáculo mais envolvente de 2006 no continente.

Vozes simulam instrumentos

Os cantores que forma o Vocal Tempo utilizam somente suas cordas vocais para oferecer ao público a sonoridade de guitarras, violões, instrumentos de percussão, trompetes, trombones e instrumentos de sopro. O diferencial de reproduzir com suas vozes a sonoridade (praticamente perfeita) de diversos instrumentos causava furor e interesse no início da trajetória do grupo e isso contribuiu gradativamente para que o nome do grupo ultrapassasse as fronteiras de Cuba.

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China vai indenizar vítimas do massacre

Em relação ao conflito entre China e Tibet, contínuo acompanhando…

Sugiro hoje a visitação de um post no blog Soviete do Rio com a indicação de vários vídeos sobre a real postura do líder espiritual “pacifista” tibetano Dalai lama. O post trás uma notícia tem como manchete: China vai indenizar vítimas do massacre.

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