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Coluna: A verdade nua e crua – Como todos deveriam ver…

Pois é Nação Operariana! Mais uma vez o olho de cada Operariano brilha quando se trata de classificação para a próxima fase, ou ainda mais, de não rebaixamento. Mas o que vem assolando ultimamente os torcedores do Operário é a extrema esperança numa vitória neste domingo, ainda mais por ser um time rival, que nunca ganhou do nosso Operário. Mas tudo tem seus limites… Não que eu esteja falando que é ruim ter bastante esperança nesse jogo. Sem dúvida nenhuma a confiança e o apoio da torcida será fundamental para levar pela 2ª vez no ano, os 3 pontos dentro de casa. Mas a situação nossa é extremamente complicada. Nosso time veio de um jogo onde mostrou o futebol que sabe e ainda mais, mostrou que se houver uma disciplina tática dentro de campo, e uma outra disciplina FORA DE CAMPO principalmente, o time pode começar a obter bons resultados. O problema é que com o 2 a 0 em cima da Franquia Paulista Paranaense, a torcida do Operário, não generalizando, mas em sua grande parte já aposta num resultado grande e bem  distante da nossa realidade. Lógicamente, uma goleada pode vir a acontecer, assim como nos outros jogos. Mas temos de lembrar que o nosso time é extremamente limitado. Não perdemos para quase nenhum time do interior em qualidade técnica, mas anda pecando muito ultimamente, seja dentro ou fora de campo.
O que o torcedor Operariano pode esperar de domingo é apenas uma coisa. Um time que virá para Ponta Grossa completamente retrancado, esperando oportunidades de contra ataques para quem sabe poder matar o jogo. O time da terra da Cracóvia tem subido de produtividade ao longo do campeonato, e disputa com o Operário uma das vagas para a divisão de acesso em 2011.
Por isso, torcedor: Não vá ao estádio achando que o jogo está ganho. Vá ao estádio para cobrar e muito o time que há tempos não vinha mostrando um bom futebol, mas acima de tudo cante, vibre, grite e ajude o nosso time alcançar o objetivo principal que é a classificação. Todos que forem ao estádio, vão com os dois pés no chão, porque acima de tudo, estaremos jogando contra um time completamente retrancado, que não tem nada a perder, além do que o nosso time muitas vezes cai bruscamente de qualidade mesmo durante os jogos. Vamos lá. Vamos prestigiar mais uma vez o nosso time e empurrá-lo a classificação. O resultado só vamos saber depois dos 90 minutos disputados nas 4 linhas do Germano Krüger. Pé no chão e humildade acima de tudo.

  William Uczak Konofal é estudante de Eng. Civil – UEPG, membro dos Cornetas da Vila e da Torcida Trem Fantasma, torcedor fanático do Operário desde 6 anos de idade.

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Coluna: Avante Fantasma

Saudações a todos.

Gostaria e muito de estrear minha coluna neste site abordando um assunto mais alegre. Mas infelizmente não posso deixar de relatar o sentimento em que nós torcedores vivenciamos nas últimas semanas; passando por um misto de incredibilidade e agonia; em não acreditarmos que realmente estávamos passando por mais este problema com relação ao nosso estádio.

Onde não nos bastou apenas torcer como rotineiramente fazemos incentivando e apoiando nossos jogadores, mas entrou em cena uma torcida para os fatores extra-campo. Torcíamos para que os piores temores de não estrearmos em casa não se concretizasse. Chegou ao cômico (se não fosse trágico) nível de torcer horas pelo sol, horas pela chuva, ou para que a grama tivesse um crescimento mais rápido que o normal. Mas infelizmente o pior aconteceu e iremos perder um de nossos importantíssimos seis mandos na primeira fase deste campeonato jogando em Curitiba, no simpático estádio Janguito Malucelli, mais conhecido como Eco-Estádio.

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Coluna: Campeonato Paranaense

Coluna do Airton Cordeiro, publicada na Gazeta do Povo

Estamos às portas de um novo certame estadual. Tudo meio sem graça. Houve época em que a disputa local tinha muito charme, qualidade não faltava e o futebol do interior formava grandes equipes. Cidades pequenas como Cambará, Jacarezinho e Monte Alegre – para exemplificar – conseguiam arregimentar jogadores de qualidade, mais tarde, integrando grandes equipes do país. Enfrentavam Coritiba, Atlético e Ferroviário em igualdade de condições. O Ferroviário chegou a perder um título para o Clube Atlético Monte Alegre e o Coritiba perdeu outro para o Operário, de Ponta Grossa. Mais tarde surgiram outros clubes: União Bandeirante – temidíssimo quando jogava na Vila Maria, seu estádio à beira do canavial da família Meneghel –, Grêmio Maringá, Londrina, Guarani, de Ponta Grossa. Grandes equipes formadas com pouco dinheiro e muito entusiasmo. Era um tempo em que nossos melhores jogadores ficavam no Brasil. O mercado europeu só importava craques de verdade, consagrados nos maiores clubes brasileiros: Dino Sani, Julio Botelho, Jair da Costa, Evaristo, Mazzola (Altafini para os italianos), entre outros. Um tempo que deixou muita saudade. O Coritiba de Fedato, Almir, Duílio, Renatinho, Miltinho; o Atlético inteiro de 1949, o verdadeiro Fura­­cão; o Ferroviário de Alceu Zauer, Tico, Afinho, Isauldo, Juarez.

Hoje para achar um craque com a qualidade dos citados (e ficaram muitos ausentes) é preciso usar uma potente lupa. Mero saudosismo? Não. Reconhecimento à qualidade de jogadores que misturavam técnica, amor, alma e uma exemplar dedicação.

Lembranças que o tempo não apaga. Recordações que ativam a memória e aguçam o bom gosto pelo talento de grandes artistas da bola.

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Operário goleia União Tibagiana

Equipe titular do Operário contra União Tibagiana

Equipe titular do Operário contra União Tibagiana

Thiago Moro – OPERARIO.COM

O amistoso ou jogo treino, disputado neste domingo no vizinho munícipio de Tibagi valeu pela festa que a Trem Fantasma fez, pelo passeio na simpática cidade que recepcionou muito bem a todos, torcedores, imprensa, dirigentes e atletas.

Mas como preparação para o campeonato paranaense da primeira divisão que começa em 17 de janeiro, serviu muito pouco. Talvez tenha sido válido apenas pela primeira movimentação da equipe, aí tudo bem. O placar de 14×0 para o Operário argumenta ao meu favor.

O Operário enfrentou a União Tibagiana, que não deu um chute sequer a gol, com uma equipe considerada titular no primeiro tempo e no segundo tempo com todos os suplentes.

O que nos preocupa é que na próxima terça-feira o Operário Ferroviário vai ao Município de Reserva para mais um amistoso deste quilate. E não fica por aí. Para fechar o ano vai até Florestópolis para mais um.  Jogos que valem como preparação? Acredito que não.

Perspectiva de jogo com equipe profissional apenas a uma semana antes da estréia, quando o alvinegro poderá enfrentar o Joinville que fará sua pré-temporada na capital paranaense.

Terça-feira pretendo estar em Reserva para acompanhar o próximo compromisso do Operário e ver se consigo fazer uma melhor avaliação técnica individual de cada um dos nossos jogadores.