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Coluna: Avante Fantasma

Saudações a todos.

Gostaria e muito de estrear minha coluna neste site abordando um assunto mais alegre. Mas infelizmente não posso deixar de relatar o sentimento em que nós torcedores vivenciamos nas últimas semanas; passando por um misto de incredibilidade e agonia; em não acreditarmos que realmente estávamos passando por mais este problema com relação ao nosso estádio.

Onde não nos bastou apenas torcer como rotineiramente fazemos incentivando e apoiando nossos jogadores, mas entrou em cena uma torcida para os fatores extra-campo. Torcíamos para que os piores temores de não estrearmos em casa não se concretizasse. Chegou ao cômico (se não fosse trágico) nível de torcer horas pelo sol, horas pela chuva, ou para que a grama tivesse um crescimento mais rápido que o normal. Mas infelizmente o pior aconteceu e iremos perder um de nossos importantíssimos seis mandos na primeira fase deste campeonato jogando em Curitiba, no simpático estádio Janguito Malucelli, mais conhecido como Eco-Estádio.

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Coluna: Falta glamour

No próximo final de semana começará o Cam­­peonato Paranaense e, como se sabe, será repetido o regulamento do ano passado, destacando-se o absurdo supermando.

Foi mudado o comando da guarda na Federação, mas a dificuldade para organizar um torneio estadual racional, enxuto e rentável permanece imutável. Falta glamour ao futebol paranaense.

Reporto-me à ausência de in­­­ventividade na área de marketing, não contando nem mesmo com alguma coisa especial no pré-lançamento do campeonato para atrair eventuais patrocinadores.

Alguma coisa do tipo que os americanos sabem fazer como poucos: festa colorida, com gente bonita, muita música e lucro para todos.

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Coluna: Campeonato Paranaense

Coluna do Airton Cordeiro, publicada na Gazeta do Povo

Estamos às portas de um novo certame estadual. Tudo meio sem graça. Houve época em que a disputa local tinha muito charme, qualidade não faltava e o futebol do interior formava grandes equipes. Cidades pequenas como Cambará, Jacarezinho e Monte Alegre – para exemplificar – conseguiam arregimentar jogadores de qualidade, mais tarde, integrando grandes equipes do país. Enfrentavam Coritiba, Atlético e Ferroviário em igualdade de condições. O Ferroviário chegou a perder um título para o Clube Atlético Monte Alegre e o Coritiba perdeu outro para o Operário, de Ponta Grossa. Mais tarde surgiram outros clubes: União Bandeirante – temidíssimo quando jogava na Vila Maria, seu estádio à beira do canavial da família Meneghel –, Grêmio Maringá, Londrina, Guarani, de Ponta Grossa. Grandes equipes formadas com pouco dinheiro e muito entusiasmo. Era um tempo em que nossos melhores jogadores ficavam no Brasil. O mercado europeu só importava craques de verdade, consagrados nos maiores clubes brasileiros: Dino Sani, Julio Botelho, Jair da Costa, Evaristo, Mazzola (Altafini para os italianos), entre outros. Um tempo que deixou muita saudade. O Coritiba de Fedato, Almir, Duílio, Renatinho, Miltinho; o Atlético inteiro de 1949, o verdadeiro Fura­­cão; o Ferroviário de Alceu Zauer, Tico, Afinho, Isauldo, Juarez.

Hoje para achar um craque com a qualidade dos citados (e ficaram muitos ausentes) é preciso usar uma potente lupa. Mero saudosismo? Não. Reconhecimento à qualidade de jogadores que misturavam técnica, amor, alma e uma exemplar dedicação.

Lembranças que o tempo não apaga. Recordações que ativam a memória e aguçam o bom gosto pelo talento de grandes artistas da bola.

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Coluna: O comentário de Jorge Nunes

Por Jorge Nunes

Novidades no Operário Ferroviário estão difíceis.

Por mais que se tente, daquele mato, por enquanto, saem coelhos muito magros.

Sobre a reforma do Estádio, tudo como antes, ou seja, adiamento devido às chuvas, acertos com a melhor empresa e tal e tal….

Planejamento do time profissional; a última notícia é que a reunião com a TRAFIC realmente aconteceu, que os jogadores estão à disposição do Fantasma e que o treinador Norberto Lemos, iria assistir alguns jogos do Desportivo Brasil, clube representativo da Empresa TRAFIC.

Outra informação é  que contatos foram feitos com Diretores do Grêmio e do Internacional, ambos de Porto Alegre, que se dispuseram a ajudar Lemos e os gestores, cedendo alguns atletas ao Fantasma.

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Coluna: O comentário de Jorge Nunes

Por Jorge Nunes

Maravilha!!!!

Entre tantas promoções, consta da programação dos cem anos do Coritiba Futebol Clube, jogo de másters contra o Operário Ferroviário dia 21 de Novembro, já que os coxas dizem que foi aqui na terrinha que a vida deles começou.

Fala-se na vinda de cerca de quinhentos torcedores, em um trem especialmente fretado, como aconteceu no passado. Até circo terá neste trem, um autentico trem da alegria.

Esta notícia foi matéria do jornal Gazeta do Povo de 27 de Agosto e também de outros órgãos de imprensa.

É como me referi acima, MARAVILHA.

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Coluna: O comentário de Jorge Nunes

Por Jorge Nunes

O Operário Ferroviário agiliza sua equipe sub vinte. Aliás, fez quarta feira jogo treino em Palmeira, contra a equipe local, vencendo por 3X 2 e segundo informações de dirigentes agradou.

Paralelamente, ao campeonato que participará nesta categoria, deveria os gestores e comissão técnica, preocupar-se, em contatar jogadores visando à formação da equipe profissional.

A data marcada para o início dos trabalhos, segundo os gestores é meados de Novembro.

O campeonato deve começar em Janeiro, portanto sessenta dias após o início dos trabalhos em Vila Oficinas, aliás, talvez nem possam ser iniciados no Germano Krüger o que complica ainda mais a situação.

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Coluna: O Comentário de Jorge Nunes

Por Jorge Nunes

Há quatro rodadas venho me referindo aos jogos do Operário Ferroviário como “Jogos da Vida”. Contra o Serrano de Prudentópolis foi o primeiro, portanto, jogo da vida porque era o início do segundo turno e se não ganhássemos, as chances seriam poucas. Era um adversário direto.

Depois veio o AFA Foz, time cigano, mas jogando em casa parecia complicado e neste jogo da vida, vencemos depois de um mau primeiro tempo e bom segundo tempo.

Arapongas foi especial, porque além de ser pretendente a vaga, jogava em casa, e com pressão enorme colocada na arbitragem por parte de seus diretores. Vencemos por 1 x 0, golaço de Baiano e uma partida quase perfeita em termos de organização tática.

Foi um jogo da vida, é claro, porque deu ao Fantasma a possibilidade de decidir seu futuro, em casa diante de sua torcida.

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Coluna: Deixem Jesus em paz

por JUCA KFOURI

Está ficando a cada dia mais
insuportável o proselitismo religioso
que invadiu o futebol brasileiro

MEU PAI , na primeira vez em que me ouviu dizer que eu era ateu, me disse para mudar o discurso e dizer que eu era agnóstico: “Você não tem cultura para se dizer ateu”, sentenciou.

Confesso que fiquei meio sem entender.

Até que, nem faz muito tempo, pude ler “Em que Creem os que Não Creem”, uma troca de cartas entre Umberto Eco e o cardeal Martini, de Milão, livro editado no Brasil pela editora Record.

De fato, o velho tinha razão, motivo pelo qual, ele mesmo, incomparavelmente mais culto, se dissesse agnóstico, embora fosse ateu.

Pois o embate entre Eco e Martini, principalmente pelos argumentos do brilhante cardeal milanês, não é coisa para qualquer um, tamanha a profundidade filosófica e teológica do religioso.

Dele entendi, se tanto, uns 10%. E olhe lá.

Eco, não menos brilhante, é mais fácil de entender em seu ateísmo.

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Coluna: Estamos na primeira

Por Jorginho de Olarias

Bom Dia!

Estamos na primeira, agora o pensamento é ser campeão.

Parabéns a diretoria, grupo gestor, comissão técnica, jogadores, funcionários, imprensa (que fique bem claro essa não em geral) e a torcida, maravilhosa, digna de ser elogiada. Desde as primeiras horas da manhã, já estavam nas dependências do Operário, com preparativos, churrascos, animação, festa e não decepcionou em momento nenhum, não arredou o pé do Germano, e no fim do jogo uma explosão de alegria, choros, promessas a  cumprir, uma passeata digna de um campeão, um comportamento nas ruas da cidade exemplar, para todas as torcidas do mundo.

Agora vamos a Apucarana, trazer a taça, mais uma vez vamos apoiar o fantasma e para o próximo ano, planejar, para que represente bem a nossa cidade e toda essa torcida que merece.

É isso aí, Abraços.

Jorginho de Olarias

Jorginho de Olarias, é George Vieira Lopes, tem 44 anos, foi um dos fundadores do Itaiacoca Esporte Clube, do Clube Atlético Uvaranas, morador à 22 anos da Cidade de Olarias e um dos 5 fundadores da Torcida Fúria Jovem.

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Coluna de Primeira

Por Willian Uczak

Olá meus amigos!

Desde quando fui escolhido para fazer uma coluna semanal, decidi fazer na segunda-feira, pois como já disse a vocês, gostaria de ser a primeira pessoa a escrever neste incrível site, o que há tanto tempo estava engasgado na garganta: SUBIMOS!

Pois é amigos Operarianos. O que foram esses 15 anos de espera? Posso comentar que esses 15 anos tiveram altos e baixos em relação ao futebol pontagrossense. A suposta “volta” do Operário, juntamente com o falecido (que Deus o tenha!) Ponta Grossa Esporte Clube, o retorno de um clube pontagrossense (o próprio falecido) à primeira divisão, que após um campeonato vendeu a vaga para outro time. Mas bem, não vamos entrar nesses méritos. Até que em 2004 o velho e famoso Operário Ferroviário Esporte Clube retornou. Mas o torcedor Operariano não sabia que ele iria enfrentar 5 anos de agonia, tristezas, esperanças que foram jogadas ao vento, mas tinha certeza que no final o choro de alegria viria.

Em 2004 com o time do famoso Tainha. (risos). O time não foi nem prá lá e nem prá cá. Um primeiro ano tanto quanto “estável” para o fantasma. 2005 veio a “seleção operariana”, formada por Rudi, Marcos Gaúcho, Lisa, Carlos Alberto Dias, Marcelo Foto e entre outros. Ficou na mente do torcedor aquele jogo em que o árbitro deu um pênalti ao falecido também Galo Maringá na frente de 8 mil Operarianos, em que o jogador do alvinegro de Maringá se jogou claramente, isso também sem contar o último jogo lá na Cidade Canção, onde fomos assaltados pelo senhor Heber Roberto Lopes, deixando mais uma vez o sonho da primeira divisão para o outro ano.

2006, quase o mesmo time de 2005, porém sem o mesmo brilho do ano anterior. Repetimos uma atuação ruim e deixamos nosso sonho para 2007.

2007, time formado por alguns jogadores muito jovens, não conseguiu sequer passar da 1ª fase, apesar do esforço de dirigentes e da diretoria.

2008, ano para se esquecer. Um time que goleava os “pequenos”, mas que diante aos mais superiores, empate era lucro. Dos 8 a 1 no Maringá Iguatemi até à fuga dos jogadores do estádio lá em Foz. Mais um ano (ou três, se dependesse do STJ) para sonharmos em subir novamente!

Enfim… 2009! Promessas surgiram de um time de primeira divisão e que dessa vez não iríamos passar tanto sufoco! Mas quem disse que a vida de torcedor Operariano é fácil? Sofremos como sempre! Protestamos até onde podíamos, apoiamos até onde podíamos. A torcida viajou com o time de São José dos Pinhais até Foz do Iguaçu. Cruzaram o estado para prestigiar e incentivar o time.

Tivemos tempos de descontentamento, de fim das esperanças, mas as coisas foram se ajeitando até que chegamos até onde estamos. Hoje! Na primeira divisão! E ninguém pode nos argumentar. O 5º colocado da primeira fase surpreendeu e estamos aqui agora. O velho e verdadeiro Fantasma está devolta! Você torcedor, é o que mais merece essa conquista.

Por isso, grite, vibre… Chore de alegria e comemore! Você agora está na primeira divisão! SUBIMOS! Voltamos para o lugar de onde não deveríamos ter saído!

Pode comemorar. A VAGA É NOSSA!

Ótima semana a todos!

Willian

William Uczak Konofal é estudante de Eng. Civil – UEPG, membro dos Cornetas da Vila e da Torcida Trem Fantasma, torcedor fanático do Operário desde 6 anos de idade.

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Coluna: O comentário de Jorge Nunes

Por Jorge Nunes

A grande expectativa em torno do jogo de domingo, é a tônica em toda Ponta Grossa esportiva.

A situação incômoda do clube durante tanto tempo pode estar chegando ao fim.

O torcedor em misto de euforia, uma pitada de aflição, mas com confiança, alicerçada em três boas vitórias, vai lotar Vila Oficinas.

A perspectiva, se é que podemos assim chamar, é de vitória, não fácil, mas vitória, três pontos. O que não podemos, no entanto, é creditar antes de acontecer, embora, no âmago de cada torcedor exista a certeza que o “ciclo miserável” da segunda divisão vai acabar.

O conceito de expectativa deve igualar-se ao de esperança, de fé, de amor muitas vezes cego, pelo time do coração. Não consigo imaginar situação mais favorável que tem o Fantasma para a peleia de domingo no estragado gramado do Germano Krüger.

Em casa, torcida lotando, empate favorável.

Como gostaria de não ser comentarista este final de semana, para poder também participar da euforia antecipada, mas tenho o compromisso com quem nos dá atenção,com quem nos ouve, tenho que ser comedido, e respeitar a modalidade futebol que tantas peças já pregou no mundo esportivo.

O treino apronto do Fantasma foi muito bom, treino de time grande. Ambiente limpo, dedicação, atenção, disciplina que torna o Operário o que chamamos de “Equipe Pronta”.

Norberto Lemos, deu ao Operário confiança.

Se prestarmos atenção veremos que não mudaram peças, mudaram pensamentos e objetivos. O Operário estava perdendo o foco.

Taticamente continua mais marcador do que ofensivo, prova é os três últimos resultados, três vitórias pelo marcador de um a zero, que venha então outro um a zero…porque não….

Torcedor Operariano, independente do amor ao seu clube, muita calma, aja com inteligência, ajude, apóie, tenha paciência, incentive no bom e no mau lance, empurre o Operário para a vitória, marque a Portuguesa Londrinense, mas com atitudes legais não ostensivas, ou brutais.

Não precisamos mais que incentivar e acreditar.

Quem torcer, verá!

FORÇA FANTASMA.

Jorge Nunes

JORGE NUNES é Comentarista da Rádio Antena Sul 102,7 FM e colunista de todo sábado no OPERARIO.com.

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Coluna: Muita calma operarianos

Por Jorginho de Olarias

Após quinze anos estamos a um passo do degrau para chegarmos a primeira divisão, a impolgação, o coração bate mais forte, a ansiedade está tomando conta de todos.

Mas muita calma nessa hora, é preciso ter paciência e controlar os nervos, é um momento que se Deus quizer será único, porque não voltaremos para a segunda nunca mais, então vamos curtir, mas não podemos deixar a impolgação e o clima de já ganhou tomar conta e atitudes desmedidas nesse momento não é o melhor a fazer.

Sonhamos tanto com esse momento, sofremos, viajamos, brigamos, protestamos, xingamos, choramos, lamentamos, e domingo o Germano, a cidade vai ficar pequena para nós, portanto fica um pedido a todos aqueles que são realmente, OPERARIANOS, vamos torcer, extravasar, de preferência preto e branco fazer uma festa merecedora de manchetes bonitas e não lamentáveis, principalmente respeitar as pessoas que vão ao Germano, teremos casa lotada e depois vamos para as ruas da cidade e ai é a grande preocupação, sem quebrar nada, dar um exemplo a todas as torcidas do mundo, só alegria  e que venha a primeirona.

É isso aí, Abraços.

Jorginho de Olarias

Jorginho de Olarias, é George Vieira Lopes, tem 44 anos, foi um dos fundadores do Itaiacoca Esporte Clube, do Clube Atlético Uvaranas, morador à 22 anos da Cidade de Olarias e um dos 5 fundadores da Torcida Fúria Jovem.

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Majoração do ingresso agora? Obrigado Grupo Gestor!

Thiago Moro – OPERARIO.com

É um belo presente este que a torcida vai receber. Obrigado Grupo Gestor!!!

Na hora do torcedor fazer a festa, desabafar os 15 anos fora da elite do futebol paranaense, vem a facada dos gestores do futebol pontagrossense nas costas daqueles que estiveram presentes em todos os momentos, empurrando esse time de volta para aonde achamos que ele realmente merece estar.

Quando o grupo gestor começa novamente a ser valorizado, o torcedor começa a apoiar, eles vêm e pisam novamente no tomate. Não vemos nenhum motivo para a majoração dos valores dos ingressos da geral nesta última partida do ano em Ponta Grossa. Será que as arredações anteriores não foram suficientes?

Por que subir o preço de 10 reais, estabelecido durante todo o campeonato para 15 reais neste jogo contra a Portuguesa? Por que subir apenas o setor da geral, do povão, do proletáriado, do Operário? Se é pra subir, por que aqueles que até então pagavam 30 reais agora não pagam 50??? É claro que não queriamos aumento nenhum.

Tá, sabemos que é o último jogo do ano, o jogo do acesso e talvez do título. Sabemos também que mesmo pagando 15 reais estaremos presentes por que amamos esse time. E é claro que o grupo gestor sabe disto e talvez se aproveite desse nosso sentimento. Mas e aqueles que já se esforçam para pagar 10 reais e apoiaram de forma sofrida durante toda a temporada agora não vão??? O Grupo Gestor ou alguém da imprensa pode ser a favor da ideologia Petragliana de fazer futebol. Mas não posso concordar. Sabemos que o futebol tem que ser profissional, mas 15 reais conseguimos assistir a muitos jogos da primeira divisão do campeonato brasileiro, e não Divisão de Acesso do Futebol Paranaense.

Mas tudo bem. Faremos um esforço e conseguiremos estar lá.

Mas o que o Grupo Gestor vai nos dar em troca? Não me venham falar que vão nos dar o Acesso que isso não é mais que a Obrigação! Vamos poder entrar com as bandeiras??? Vamos ter uma bateria de fogos na entrada do time em campo??? Vamos ter um caminhão de chopp para a festa caso tudo de certo no domingo??? Qual a contrapartida??? Ou será que nós tudo, e eles nada???

Fica aqui nosso repudio a essa medida. Em nome deste blog e em nome de nossa torcida.

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Coluna de Segunda

Por Willian Uczak

Olá meus amigos!

Está quase na hora de gritar o que todos nós Operarianos gostaríamos de ter gritado antes desses 15 anos: Estamos na primeira divisão!

Ontem no jogo em Arapongas, onde tive o privilégio de ir e ver o nosso glorioso fantasma apresentar um ótimo futebol, tenho certeza que não só em minha cabeça, mas de todos os mais de 400 torcedores que lá estavam, passou um filme de tudo o que passamos, de tudo o que sofremos e de tudo que lutamos para chegar onde estamos.

Foram anos que dificuldade, muitas por sinal. Parecia que todos estavam contra o Operário, exceto a sua torcida que durante esses 5 anos de retorno para a Divisão de acesso nunca deixou de apoiar o seu time.

Tivemos elencos medianos, que prometiam, ou que não tinham nenhuma expectativa sequer de se classificar para um quadrangular final. Todos nós Operarianos sabem pelo que passamos.

Sofremos com os jogos fora, onde muitos não podiam ir por diversos motivos. Sofremos até  por ir nos jogos fora sendo agredidos, ou ameaçados.

Mas aí meu caro amigo torcedor, eu lhe pergunto: Tudo isso pelos que estamos prestes a conquistar teria um gosto tão bom se não fosse tão difícil assim?

Já falei e repito aqui. Parece que a sina do torcedor operariano é sofrer, sofrer e sofrer. Não há outras opções ao torcedor alvinegro a não ser sofrer. Mas muitas vezes esse sofrimento gera força de vontade, garra e raça ao elenco fantasmagórico. Atualmente temos 11 guerreiros em campo que não desistem até o fim, e que reconhecem que tem uma torcida maravilhosa e sem igual.

Durante esses anos de divisão de acesso, aprendemos várias coisas, como esperar o apito final para que o jogo de acabe e tenhamos um resultado definitivo (vide divisão de acesso, último jogo com o Foz lá em Foz do Iguaçu), assim como incentivar o time até o fim, ganhando ou perdendo.

Mas então meu amigo, estamos prestes a nos livrar desse pesadelo chamado segunda-divisão. Falta muito pouco. Um ponto é o que basta para subirmos, mas aí  é que entra a competência de nossos jogadores e comissão técnica.

Lógicamente entendemos que nada está definido, mas os bons fluidos estão para Vila Oficinas. Temos tudo, tudo mesmo para subir com uma rodada de antecedência e quisá, por que não, já podermos gritar: É CAMPEÃO!

Sonhar não paga imposto por enquanto (risos). Creio que essa semana será a mais longa e mais difícil para o torcedor operariano. Temos a certeza que a nossa parte continuaremos a fazer. Torcer e vibrar junto com o time os 90 minutos de bola rolando.

Concluo essa coluna de hoje achando que os protestos, os textos, manifestos e apoios ao time tiveram um resultado positivo. Domingo que vem estaremos na primeira divisão. Isso será o presente mais valioso e mais merecido para o torcedor operariano.

O choro de tristeza do ano passado de muitos torcedores, ontem tornou-se choro de alegria e de liberdade. Quero escrever na coluna de segunda que vem, que estamos na primeira divisão e que somos campeões.

Faça sua parte torcedor.

Faça a sua parte Operário!

Faça a sua parte time e comissão técnica!

Mais do que nunca acreditamos em vocês!

Ótima semana a todos.

Willian

William Uczak Konofal é estudante de Eng. Civil – UEPG, membro dos Cornetas da Vila e da Torcida Trem Fantasma, torcedor fanático do Operário desde 6 anos de idade.

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Coluna: O comentário de Jorge Nunes

Por Jorge Nunes

Os jogadores de futebol quando se referem à disputa de uma partida importante, chamam-na de “O JOGO DA VIDA”.

Pois bem, o Operário Ferroviário neste segundo turno pode ter que realizar cinco jogos da vida. Contra o Serrano venceu por um a zero, contra o Afa Foz venceu por um a zero e agora terá o Arapongas no jogo da vida da vez.

Equipe com uma modificação em relação ao último jogo, Diego Gaúcho, será substituído por Maicom.

Trabalharam bem os gestores e o jurídico do Operário Ferroviário, e Clênio que tinha mais um jogo a cumprir estarão a disposição de Lemos para o jogo de domingo em Arapongas.

É importante não alterar muito a equipe, os jogadores atuando juntos acabam entrosando-se naturalmente. O Operário pode vencer, aliás, os torcedores acreditam nisso, mas será muito difícil pela situação do Arapongas no Campeonato. Lemos baseou a semana no descanso dos jogadores, fez o trabalho, mas sem exigir demais. Atitude sábia, coerente com o pensamento da maioria dos atletas.

A equipe está pronta, motivada, proposta definida e estratégia programada.

Será uma partida onde a maturidade pode ser preponderante. Marcação forte, sem abdicar do ataque para não ser sufocado, principalmente nos primeiros vinte e cinco minutos.

A distribuição tática, o posicionamento, a atitude terão que ser de disciplina pura. Não aceitar provocações, usar o tempo e ansiedade do Arapongas, como ponto positivo.

O foco, novo para alguns, fica por conta da arbitragem a cargo do Sr. Antônio Denival de Moraes, que teria prejudicado o Serrano contra o mesmo Arapongas na cidade dos passarinhos. Nossa preocupação com a arbitragem, vem de muito antes da escolha deste arbitro, achamos que somente Jarbe Cassou e Maurício Batista dos Santos, seriam qualificados para arbitrar este jogo. Curiosamente, nenhum dos dois está escalado nesta rodada.

Vai ser difícil, mas é  possível voltar com três pontos para decidir a classificação contra a Portuguesa Londrinense no Estádio Germano Krüger na rodada seguinte.

Domingo por volta das dezoito horas estaremos sabendo, o futuro do Fantasma, se auspicioso ou nefasto.

FORÇA FANTASMA.

Jorge Nunes

JORGE NUNES é Comentarista da Rádio Antena Sul 102,7 FM e colunista de todo sábado no OPERARIO.com.

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Coluna: Operário – Concentrar é preciso

Por Jorginho de Olarias

Esquecer o passado e concentrar para o jogo de domingo, sem empolgação, com os pés no chão, trabalhar tranqüilo, sem cobranças que,  aliás, perguntar dos jogadores que estão no departamento médico é bom, mas aqueles que vêem jogando não estão deixando a desejar, bem ao contrário, fizeram à lição de casa e foram buscar o resultado na casa do adversário.

Sabemos que será mais uma decisão e não vai ser nada fácil, contra o AFA FOZ o comportamento nas quatro linhas foi como se esperava,  postura de líder, tranqüilidade, um time com garra e determinado mais uma vez a ganhar o jogo, soube se defender e sair para o jogo consciente do que deveria fazer,  chutão no momento que precisava e toque quando tinha oportunidade, uma postura de quem quer subir, em conversa conosco o técnico dentro das suas características valorizou o elenco.

Esse é o novo espírito do time, parabéns a diretoria, ao grupo gestor, a comissão técnica e a todos os jogadores. E contra o Arapongas se continuar assim sem dúvida sairemos com um resultado positivo e em casa contra a Portuguesa garantir a vaga na primeira divisão de 2010, seria um presente a todos e acabar com essa conversa que o Fantasma não assusta ninguém.

Quanto a nós os torcedores, temos que esquecer o episódio lamentável de Foz e não pensar que em Arapongas poderá se repetir, voltar para a estrada e apoiar esse time, fazer a nossa parte como sempre, gritando do começo ao final do jogo, sem parar um minuto, mostrar para os jogadores que não estão sozinhos como fizemos em todos os jogos, felizes, alegres, empolgados e sem essa rivalidade que estão querendo implantar entre as torcidas, afinal somos todos operárianos de coração, e temos o mesmo objetivo de subir para a primeira divisão, pois estamos sofrendo anos juntos com essa segunda divisão, é isso pessoal, que a PAZ reine entre nós.

É isso ai, abraços.

Jorginho de Olarias

Jorginho de Olarias, é George Vieira Lopes, tem 44 anos, foi um dos fundadores do Itaiacoca Esporte Clube, do Clube Atlético Uvaranas, morador à 22 anos da Cidade de Olarias e um dos 5 fundadores da Torcida Fúria Jovem.

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Coluna: Algo Novo

Por Raphael Dombroski

Saudações

Que maravilha começar a semana podendo observar nossos adversários apenas pelo retrovisor. Os ânimos se renovam, as esperanças se fortalecem.

O que parecia perdido a uma semana atrás, conseguiu reverter-se, agora nosso Glorioso volta a depender dele mesmo apenas para a classificação a elite do futebol paranaense, e a frustração de o último jogo fora de casa pode se tornar uma festa e apenas um jogo amistoso e comemorativo, é claro que dependendo de uma série de resultados, porém ainda tenho esperanças e acredito no potencial dessa equipe.

Quando tudo estava começando a dar-se por perdido veio o “algo novo”, o que poderia parecer um inicio de uma crise com o afastamento do supervisor do depto de futebol, foi sim o inicio do algo novo, e quando ninguém já esperava a demissão ela veio, confesso que um pouco tarde, porém como diz aquele velho dito ; “Antes tarde do que nunca”. Com a demissão do técnico ouve alguns boatos de que alguns jogadores debandar-se com a demissão de seu “professor”, mas ainda bem que ficou só no boato; por mim poderiam ter saído, mas como estamos na reta final do campeonato, cada um tem um pensamento diferente. A chegada de Norberto Lemos as vésperas do jogo contra o serrano poderiam não surtir efeito, mas de uma semana para cá são 100% de aproveitamento e uma classificação de parecia estar perdida agora volta a ser real e com a possibilidade de se concretizar com uma rodada de antecedência, ou seja na penúltima rodada e em casa para a felicidade de muitos.

Ainda temos três rodadas, sendo duas fora de casa, mas eu acredito, contra o Arapongas na casa deles vai ser um jogo difícil e vai ser o primeiro senão o único de que terá torcida, mas acredito na vitória. As organizadas já estão se mobilizando para o jogo e devem subir ao “ninho dos pássaros” em grande número.

Espero que esse “algo novo” motive os jogadores e que eles consigam trazer três pontos do ninho dos pássaros, e que desta vez a torcida adversária trate apenas de torcer e incentivar o time deles, pois é o que pretendemos fazer, nada de pedras e fogos, iremos apenas para torcer.

“VAMOS OPERÁRIO VAMOS, VAMOS PRÁ PRIMEIRA,

VAMOS OPERARIO VAMOS, PRÁ NÁO CAIR JAMAIS”

Raphael Dombroski

Raphael Roberto Dombroski, 27 anos é coordenador de arquibancada da Torcida Trem Fantasma e colunista do OPERARIO.com.

Contato: raphael@operario.com

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Coluna de Segunda

Por Willian Uczak

Bom dia meus amigos!

Dessa vez começamos uma segunda-feira com muito orgulho de ser operariano. Simplesmente o que o torcedor Operariano quer é isso: ter uma felicidade no começo da semana para ter um motivo a mais para iniciar bem mais uma jornada.

Pois bem! Passaram-se dois jogos e duas vitórias após a minha coluna de segunda-feira passada. Tivemos êxito nos dois! O novo técnico (confesso que fiquei surpreso com a demissão do Sturion) já mostrou que não está aqui para brincadeira. O elenco todo parece que se mobilizou para levar o Operário para a primeira divisão do paranaense. Sei lá! As vezes dá uma certa impressão de que muita coisa já mudou pelos arredores de Vila Oficinas.

Agora o nosso alvinegro tem uma única missão que é cumprir a sua parte no campeonato. Agora tudo está a nosso favor e temos todas as chances para subir, e porque não, sermos campeões!

Hoje não tenho muito que falar. Apenas o que comemorar!

Temos que convocar todos os nossos amigos a comparecerem ao estádio de Arapongas. Esse pode ser o jogo do acesso! E mais do que nunca o time precisou de todos nós torcedores! Vamos continuar fazendo a diferença.

Abraços a todos e tenham uma ótima semana!

Willian

William Uczak Konofal é estudante de Eng. Civil – UEPG, membro dos Cornetas da Vila e da Torcida Trem Fantasma, torcedor fanático do Operário desde 6 anos de idade.

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Coluna: O comentário de Jorge Nunes

Por Jorge Nunes

Ainda repercute a vitória do Operário sobre o Serrano e também a enorme festa que fez a torcida.

‘Fúria’ e ‘Trem’ foram incansáveis em suas manifestações de apoio. A comemoração chegou até as principais ruas do centro da cidade.

Claro que este calor da torcida e a alegria, por uma vitória, nos leva a imaginar como seria a manifestação em caso de classificação para a 1ª divisão.

Este patrimônio humano que tem o Operário não pode e não merece passar por mais frustrações.

A torcida Operariana é hoje sem dúvida a mais fiel e empolgada do Paraná e perde em proporção apenas para a dupla Atle-Tiba.

Jogadores Operarianos precisam lembrar disso sempre que entrarem em campo, onde quer que seja.

Domingo, 15h30min, será em Foz do Iguaçu e com certeza parte da torcida se fará presente.

Faltam quatro rodadas e pelo menos as próximas três terão que ser encaradas como decisões. Nove pontos separam o Alvinegro da classificação, alguns jogadores suspensos e contundidos voltam para dar ao treinador mais opções.

O Operário Ferroviário que venceu o Serrano na quarta feira jogou no 4-4-2, ou melhor, com duas linhas de quatro, tendo na segunda linha, quatro volantes, Sílvio, Diego Gaúcho, Maicom e Cambará e é claro, a marcação foi eficiente embora à criação de jogadas sob a responsabilidade de Cambará não aconteceu.

O Operário que joga em Foz é diferente, vai no 3-5-2 que na verdade não é 3-5-2 porque não tem alas. Este sistema se caracteriza pelo avanço dos jogadores da beira do campo, ou seja, a principal característica dos alas é o ataque e não a marcação. Sem Lisa e Elias que possuem esta característica, jamais seremos 3-5-2.

Pode até dar certo, mas, não gosto. Fica previsível. Para este jogo minha preferência seria 4-3-3 com a entrada de Laércio, com Clênio – de referência – e Baiano fazendo o terceiro atacante.

Na verdade, eu preferir não vai resolver nada então, vamos torcer para que a marcação disciplinada feita contra o Serrano se repita. Zaga protegida, três volantes, com Cambará chegando aos dois atacantes… é, pode dar certo. Mas é preciso a ajuda de um dos alas na composição do ataque, se não vai acontecer que Baiano, outra vez, tenha que tentar em jogadas individuais, proporcionar as melhores chances ofensivas do Operário.

Um jogo como este é 40% futebol e 60% determinação e atitude.

FORÇA FANTASMA.

Jorge Nunes

JORGE NUNES é Comentarista da Rádio Antena Sul 102,7 FM e colunista de todo sábado no OPERARIO.com.

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Coluna: Enfim sexta feira

Por Iver Marim

Saudações Alvi Negras a todos.

Nada como iniciar o final de semana e poder dizer de peito estufado que somos líderes da competição, pois diante da mudança de treinador no início de semana, contratação de novo técnico, toda a mobilização para este jogo pela torcida operariana, como seria a reação dos jogadores em campo. Enfim, esse jogo foi o jogo da emoção, da raça e da festa. Dentro do estádio foi só festa, pois a torcida deu espetáculo. Dentro de campo o time mostrou muita vontade, coisa que não se viu nos jogos anteriores. Sabemos que o placar foi magro, mas na minha modesta opinião, foi o melhor jogo deste campeonato.

A festa por nossa parte foi linda, mas alguma coisa tinha que estragar a festa.  Foi detectado pela manhã de quinta feira após o jogo que o vestiário do time visitante encontrava-se todo alagado devido aos jogadores e comissão técnica ou sei lá quem ter deixado a torneira aberta e sem o sifão da pia, além de uma rádio da cidade vizinha que acabou quebrando uma mesa de PVC após realizar sua transmissão. Infelizes quem cometeu esses danos, pois isso mostra que civilizados não são, pois isso aí é coisa de pessoas de má fé, que não sabem zelar pelas coisas alheias. Infelizmente isso ocorreu, mas não tirou o brilho  da festa que fizemos.

Agora que chegou o final de semana, já temos outra batalha pela frente e diante da equipe do AFA FOZ na cidade de Foz do Iguaçu. Força pra quem vai até lá acompanhar esse jogo e para quem não vai, que fiquem ligados pelo rádio escutando e torcendo muito por mais uma vitória domingo e que continuemos lideres da divisão de acesso.

E vamos aproveitar o fim de semana, por que merecemos…

IversemIversem José Marim, 28 anos é Tecnólogo Mecânico e frequenta o Operário desde os 06 anos de idade, é membro atuante dos Cornetas da Vila e um dos coordenadores de marketing da Torcida Trem Fantasma. Escreve toda sexta-feira no OPERARIO.com.
contato: iversem@cornetasdavila.com.br