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Curiosidades

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Cinearte exibe filmes sobre futebol no sábado, entre eles o Documentário “Ope-Gua – Um estado de espírito”

Ismael de Freitas – Jornal da Manhã

Os curtas-metragens discutem a relação do futebol com a massa e falam sobre as distinções que as torcidas estabelecem entre si

O Cinearte, projeto de cinema nacional do Jornal da Manhã, volta nesse sábado às 17 horas, no Cine Teatro Ópera, com a apresentação de três curtas-metragens que tratam sobre o futebol, uma das maiores paixões nacionais, palco de conflitos esportivos e sociais. Os filmes discutem o esporte de vários ângulos, sob o ponto de vista das relações pessoais, das diferenças de classe social e de como o futebol se relaciona com a história de uma sociedade.

O primeiro curta, “Os Fiéis”, do cineasta Danilo Solferini, retrata a famosa partida das semi-finais do Campeonato Brasileiro de 1976 entre Corinthians e Fluminense, quando acontece a “invasão do Maracanã” por mais de 70 mil corinthianos. No curta, três amigos contam as aventuras vividas durante essa partida e entre lembranças revivem a euforia e a sensação de terem participado de um momento histórico do futebol nacional.

O segundo filme que será exibido nesse sábado é “Perigo Negro”, do controvertido diretor Rogério Sganzerla. É a história da ascensão e queda de um jogador de futebol vistas por um torcedor fanático e sua mulher volúvel, deslumbrada pelo “cartola” Moscosão, que liquida com a carreira do craque.

O terceiro curta-metragem dessa sessão do Cinearte é uma produção local, “Ope-Gua – Um estado de espírito”, do professor Niltonci Batista Chaves, que também é um dos coordenadores do projeto. De acordo com o professor, o filme é uma tentativa de mostrar como se davam as relações em torno do clássico de futebol ponta-grossense entre os times Operário Ferroviário Esporte Clube e Guarani Esporte Clube. No documentário também são apresentadas entrevistas com personagens famosos da cidade, com o saudoso médico Dino Colli e o ex-reitor da UEPG, Daniel Tavares, que vivenciaram por muitos anos a rivalidade existente entre os dois times.

Na próxima semana, o Cinearte volta com “O Homem do Sputnik”, uma chanchada sobre a Guerra Fria, com o lendário Oscarito.

PARCERIAS: Apoiadores sustentam projeto

A iniciativa Cinearte tem o Jornal da Manhã como realizador, mas conta com diversos parceiros e apoiadores. Entre os parceiros estão a Avec (Associação de Vídeo e Cinema do Paraná), Cinemateca de Curitiba e cursos de Artes, Comunicação Social, História e Geografia da Universidade Estadual de Ponta Grossa e Jornalismo da Secal e Serviço Social do Comércio (Sesc). Também são parceiros do projeto a Cooperativa de Cinema e Mídias Digitais e a Secretaria Municipal de Cultura. Os apoiadores do Cinearte são a Letras Megastore e o Botequim da Antarctica Original.

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Saiba aonde é Goioerê, cidade sede do próximo jogo do Operário

Goioerê

Thiago Moro – OPERARIO.com

Localizada a quase 400 km de Ponta Grossa (530 km de Curitiba), no noroeste paranaense, Goioerê possui 28.941 habitantes numa área de 564 km², segundo o senso do IBGE de 2007. A cidade faz divisa com Formosa do Oeste (oeste), Mariluz (oeste), Moreira Sales (norte), Janiópolis (leste), Rancho Alegre d´Oeste (leste) e as cidades próximas mais importantes são Campo Mourão e Umuarama.

O Estádio Antônio Massarelli, aonde ocorrerá o jogo do Operário contra a Associação de Futebol Amerios no próximo domingo (27), possui capacidade para 5000 pessoas já foi sede do time Grêmio Esportivo Recreativo Goio-Erê, campeão da segunda divisão do paranaense de 1990. Este foi o clube mais tradicional de Goioerê durante muitos anos, vindo inclusive a enfrentar o Operário Ferroviário em Ponta Grossa e no próprio Estádio. Hoje a cidade conta com outro time, o Sport Clube Goioerê, fundado em 20 de janeiro de 2005 ,disputa torneios amadores regionais.

Saiba mais sobre Goioerê no Wikipedia.

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Acerte o placar e ganhe uma camiseta da TRO

Thiago Moro – OPERARIO.com

Para motivar a torcida operariana e divulgar o jogo contra a Seleção Jamaicana que será disputado no dia 9 de março, está rolando um bolão “Acerte o Placar” na comunidade oficial do Operário no Orkut.

Para participar basta apenas estar cadastrado no site de relacionamentos mais famoso do Brasil, estar participando da comunidade do Operário e lançar um palpite. Os acertadores concorrem a uma camiseta modelo 2007 da Torcida Revolução Operariana e um adesivo do OPERARIO.com.

Então, vamos apostar:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=172368

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Júnior Negão se diz operariano

Thiago Moro – OPERARIO.com

O jogador da Seleção Brasileira de Futebol de Praia, Júnior Negão (44), esteve em Ponta Grossa nesta sexta-feira, acompanhando a apresentação do seu filho, o volante Renan Lisboa, que fará parte do elenco sub-20 do Operário.

Negão diz ter gostado muito da cidade e da estrutura do clube, destacando que no Paraná agora ele já tem clube, o Operário de Ponta Grossa.

Os atletas do elenco profissional do Operário, aproveitaram a passagem de Negão por Vila Oficinas e tiveram uma palestra com o jogador veterano, que já marcou 312 gols com a camisa da Seleção.

Acompanhem abaixo algumas fotos, enviadas gentilmente pelo Dorli Michelis:

Renan Lisboa

Renan Lisboa, filho de Júnior Negão

Renan, Tico e Junior Negão

Renan, Tico e Junior Negão

Almoço com Comissão Técnica

Almoço com Comissão Técnica

Elenco Profissional assiste Palestra

Elenco profissional assiste palestra

Junior Negão com Comissão Técnica

Junior Negão com Comissão Técnica do Profissional

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OPERARIO.com fecha janeiro com quase 20 mil visitas

OPERARIO.com

A página da Torcida do Fantasma na Net fechou o mês de janeiro com 19.741 visitas. O dia de maior visitação foi 11 de janeiro, quando 976 pessoas acessaram a página, segundo o sistema de estatísticas do WordPress.com.

No total foram visitadas 46.290 páginas dentro do OPERARIO.com no mês de janeiro.

Com toda esta audiência na pré-temporada do Operário Ferroviário, os números prometem  inflacionar quando a bola rolar pra valer.

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Curiosidade: Ricardo Pinto é o novo treinador do Colorado

Ex-treinador do Operário assume time de Minas Gerais, confira a matéria na íntegra:

Gilberto Lacerda – Jornal da Manhã – Uberaba

Após a saída precoce de Nêdo Xavier na primeira rodada do Campeonato Mineiro, o Uberaba Sport Club anunciou ontem a contratação do substituto. Trata-se de Ricardo Pinto, que como jogador passou por equipes como Fluminense e Corinthians. Como técnico ainda tenta se firmar no cenário nacional.

A reportagem do Jornal da Manhã entrevistou ontem Ricardo, por telefone. O treinador chega hoje a Uberaba e já pretende realizar um treino tático na parte da manhã, no estádio Boulanger Pucci.

Ricardo chegou ao USC através de indicação do conselheiro do time, Ernani Nogueira. A entrevista de Ricardo foi concedida ontem, às 18h, quando o treinador estava se despendido dos jogadores do clube onde trabalhava, o Força Sindical, de São Paulo, equipe que disputa a série A3 do Campeonato Paulista.

O Jornal da Manhã questionou sobre quais informações o técnico tem em relação ao Colorado. “Sei que é um clube muito querido na cidade. A diretoria fez grandes contratações, como Camanducaia e Fábio Saci”, disse.

Segundo Ricardo, a derrota para o Cruzeiro não pode abalar a confiança da torcida na equipe. “Temos que preparar a equipe para vencer a próxima partida”, ressaltou. Como jogador, Ricardo trabalhou com grandes mestres como Telê Santana, Parreira, Abel Braga e Procópio. “Eu me espelho nos times do Telê. Ele tinha alegria de colocar a equipe para frente. Também me inspiro no Abel, que trabalhava muito bem a parte coletiva. E, por fim, gosto de uma equipe bem organizada, como fazia o Procópio”, frisou.

Quando era goleiro, Ricardo passou por grandes clubes do futebol brasileiro e internacional, tendo conquistado vários títulos: Campeão paraguaio (1992), pelo Cerro Porteño; Copa do Brasil (1995), pelo Corinthians; Campeão paulista (1995), pelo Corinthians; Campeão Brasileiro Série B (1995), pelo Atlético-PR; e Campeão goiano (1998), pelo Goiás. Como treinador, Ricardo trabalhou no Força E.C. (São Paulo), J. Malucelli (Curitiba-PR), Operário Ferroviário (Ponta Grossa-PR), e Marcílio Dias (Itajaí-SC).

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"Catraca" operariano?

Thiago Moro – OPERARIO.com

Quem já não viu as tiras feitas por Danilo Kossoski do personagem Catraca, um garçom estrangeiro em Ponta Grossa, que vivencia os causos e histórias do cotidiano pontagrossense?

Pois no nº 32 da história, o garçom Catraca é instigado a torcer pelo Operário Ferroviário e dar sangue pelo time.

Confira a tira clicando abaixo para poder ampliá-la:

Catraca Operariano

As tiras do Garçom Catraca podem ser lidas todos os domingos no Jornal da Manhã, e no canal de humor do portal JM News, e também no site ClassificadosPG.

Comunidade do Catraca no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=37961374

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Primeira Mão: Os uniformes 2008 do Operário

Uniforme 01OPERARIO.com

O OPERARIO.com trás em primeiríssima mão os uniformes que o Operário Ferroviário estará usando em 2008 na Divisão de Acesso e nos campeonatos de base.

O uniforme número 1 é a tradicional camisa listrada (imagem), o uniforme número 2 é inteiro branco. Ainda disponibilizamos para conhecimento do torcedor operariano o uniforme de treino e o agasalho de viajem.

Os uniforme 2008 do Operário estão sendo confeccionados pela empresa curitibana Unuzual Sport Line.

A diretoria de futebol promete disponibilizar em breve 2.000 camisetas listradas e 1.000 camisetas brancas para comercialização na futura Boutique do Fantasma e no comércio pontagrossense.

Para conferir como irão ficar os uniformes 2008, clique aqui.

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OPERARIO.com: Ano Novo – Novo Visual

Torcida Operariana

Para comemorar a chegada de 2008 e a nova fase do futebol profissional do Operário Ferroviário Esporte Clube, o site da Torcida do Operário na Net está de cara nova.

Além do novo visual, o OPERARIO.com que trazer ainda mais informação sobre o Fantasma, colunistas irão trazer suas opiniões, mais fotos e vídeos.

A página ainda precisa dos últimos ajustes, por isso a coordenação pede a compreensão e colaboração de todos os operarianos.

Esperamos que estejam gostando das mudanças.

VAMOS SUBIR FANTASMA!!!

OPERARIO.com

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Clubes-empresa dominam "Segundona"

Divisão de Acesso do Paranaense deverá ter número recorde de times comandados por empresários.

Por Jeferson Augusto – Jornal Diário dos Campos

Em outubro deste ano, um grupo de empresários de Curitiba assumiu o futebol do Operário. A partir daquele dia, o grupo estava responsável pelo time (não só profissional mas também as sub-20 e sub-17), com objetivos bem claros: disputar a Divisão de Acesso para subir à Primeira Divisão.

A iniciativa não é inédita. O futebol paranaense viu um “boom” de times comandados por empresários da bola. Além do Operário, outras equipes com projetos semelhantes procuraram a Federação Paranaense de Futebol manifestando interesse em disputar a “Segundona” no ano que vem.

Um deles é o Laranja Mecânica, de Arapongas registrado na FPF no começo de dezembro. A equipe seria financiada por um casal de empresários da Holanda. Cascavel também terá uma equipe comandada por empresários, e neste caso, o dono do time é alguém bem conhecido. Trata-se do Futebol Clube Belletti, que terá como presidente, o próprio lateral-direito do Chelsea, da Inglaterra, o paranaense Juliano Belletti. O clube-empresa atuará em três categorias: no Profissional, no Juniores e no Juvenil.

Na região, outro projeto encabeçado por empresários chama atenção. É o Serrano, que representará Prudentópolis e que terá como “dona” do time a empresa Lexesportes, que inclusive, já firmou parceira com as categorias de base do Santa Paula e assumiu o departamento jurídico e de marketing do time de futsal adulto.

Segundo os dirigentes do Serrano, o clube faz planos a longo prazo. “O projeto de estruturação inicial é de cinco anos. Neste período serão mantidas equipes nas categorias: profissional, juniores, juvenil, infantil e uma escolinha para a comunidade”, afirma Paulo Sérgio Guedes, vice-presidente do clube.

O clube que é comandado pelo presidente Valdir Cagnini tem sua estrutura dividida em departamentos profissionalizados. “Todos os passos do clube são planejados e o trabalho é pautado por um orçamento, que hoje gira em torno de R$   20 mil por mês”, revela Guedes.

O Serrano já está, inclusive, com a base de seu elenco formada e será apresentada oficialmente no dia 14 de janeiro. Entre as novidades se destacam o técnico Rotta, jogador do Atlético Paranaense, nas décadas de 70 e 80, o goleiro Junior e os atacantes Robinho “Branco” e o Paraguaio Chiru. No comando do Departamento de Futebol, está o diretor Paulo Roberto da Silva, ex-jogador profissional do Grêmio de Porto Alegre e com larga experiência no futebol.

O grande número de times comandados por empresários já chama a atenção da FPF. “A entidade já estuda a criação de uma terceira divisão do estadual, para atender ao grande número de interessados (sobretudo clubes-empresa) que procuram a FPF querendo disputar a Divisão de Acesso”, disse o vice-presidente da Federação Paranaense de Futebol, Amilton Stival.

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Thiago Moro estréia coluna de esportes no FutebolPR e no BlogVermelho

Thiago MoroO coordenador do OPERARIO.com, Thiago Moro (foto), estreiou em pleno Natal uma coluna sobre esportes que foi escrita primeiramente para o FutebolPR, principal portal de notícias do futebol paranaense e adaptada para o BlogVermelho (Blog oficial do PCdoB do Paraná).

Esta sua primeira coluna fala principalmente da Divisão de Acesso de 2008.

Para conferir a coluna no FutebolPR – Clique Aqui.
Para conferir a coluna no BlogVermelho – Clique Aqui.

A coluna escrita por Thiago Moro será semanal.

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Carlos Alberto garimpa novos Dias

DiasValdelis Gubiã Antunes, do FutebolPR

Quem entra na sede do Matsubara, em Cambará, no interior do estado, dá de cara com uma galeria de fotos dos jogadores já revelados pelo clube. Entre elas, se destaca a de Carlos Alberto Dias. O jogador foi o grande expoente do “time japonês”. Meio-campista daqueles cada vez mais raros de se ver em campo – a bola parecia grudar em seus pés -, bastou Dias se projetar no clube da família Matsubara para ter o futebol brasileiro a seus pés.

Em 1988, veio para o Coritiba para iniciar um período de 4 anos que culminou com sua ida para a Seleção Brasileira. No Coxa, Carlos Alberto Dias formou ao lado de Vica, Osvaldo, Serginho, Chicão e Kazu, entre outros, um dos melhores times da história do Alviverde. Seu futebol intenso o levou para o Botafogo, na época comandado pelo bicheiro Emil Pinheiro. O jogador foi pivô de uma disputa judicial, na qual o Coritiba praticamente não lucrou com sua transferência para o alvinegro carioca.

No Botafogo, Dias já chegou sendo campeão estadual. Participou da conquista do bicampeonato, em 1990, e fez parte da excelente equipe alvinegra vice-campeã brasileira em 1992. Mas tudo começou em Brasília, no comecinho da década de 80. Carlos Alberto Dias jogava nos campos de terra de capital federal e foi descoberto por um olheiro que atendia pela apelido de Veneno. “Era o apelido dele, não lembro mais o nome. Ele me ajudou bastante no início da minha carreira e me levou para o Matsubara, que na época era uma referência nas categorias de base”, relembra.

Mudar de Brasília para a pequena Cambará não foi nada fácil para o jovem Carlos Alberto Dias. Com apenas 15 anos ele desembarcou no interior do Paraná e foi aprovado já na primeira semana de avaliação. Porém, a adaptação foi difícil, demorada e cheia de idas e vindas. “Eu cheguei acostumado com Brasília, cidade grande, e não me adaptei em Cambará. Voltei quatro vezes para a casa dos meus pais. Sentia saudades da família, tinha dificuldade em me adaptar. Mas tudo o que eu consegui hoje no futebol eu devo à minha mãe e meu pai, que me apoiavam e me mandavam de volta para Cambará”.

Dias só se adaptou em 1985. Daí seu futebol desabrochou. Naquele ano, levou os juniores do Matsubara ao título de campeão paranaense de juniores e foi o artilheiro da competição, com 8 gols. No ano seguinte, foi a grande revelação da Copa São Paulo e acabou convocado para a Seleção Brasileira Sub-20. Com a amarelinha, disputou o Torneio do Qatar, onde o Brasil ficou em 3.º lugar. Dias foi de novo o goleador da disputa. “É até curioso, pois eu fui artilheiro na prorrogação. Ganhamos de cinco e eu fiz quatro gols no tempo extra”, recorda.

Quando voltou ao Brasil, já tinha o seu passe vendido para o Bellmare Hiratsuka, do Japão. Foi a maior transação de categorias de base da época. “Hoje seria o equivalente a 15 milhões de reais”, avalia Dias. O meio-campista atuou no futebol japonês no período anterior à J-League, que só começaria em 1992. “Cheguei com 18 anos no Japão. No início foi complicado. A língua era difícil e não tinha intérprete na época. Fiz um curso para aprender o idioma. Hoje eu falo muito bem o japonês”, revela.

Máquina do Coxa

Depois de atuar entre 1986 e 1988 no Japão, Dias voltou para o futebol paranaense para jogar no Coritiba. Em 1989, o Coxa ganhou o Paranaense de ponta a ponta. O técnico era Edu Coimbra, que escalava o time com poucos defensores. A equipe era toda ataque, chegando a ganhar vários jogos de goleada. “Aquele time do Coritiba era muito bom. Entrosadíssimo”, conta Dias.

Um jogo que marcou sua passagem pelo Alviverde aconteceu na Vila Capanema, contra o Colorado. O 1.º tempo terminou com os donos da casa vencendo por 3 x 0. No intervalo, Edu Coimbra deu um puxão de orelhas no elenco.”O Edu falou que o nosso time era muito superior. E um olhou para o outro e falou: vamos jogar? Vamos!”. Resultado: o Coxa foi buscar o empate e daquela partida em diante engatou uma seqüência de vitórias que levaria o time ao título estadual de 1989. “O nosso time era muito bom. Ganhamos aquele Campeonato Paranaense com um pé nas costas”, compara.

Naquele ano, porém, um erro de estratégia dos dirigentes do Coritiba impediu aquele supertime de colocar mais uma estrela dourada na camisa alviverde. No Brasileiro de 1989, o Coxa dividia com o Vasco o 1º lugar de seu grupo. A decisão se daria na rodada em que o Coritiba enfrentaria o Santos e o alvinegro carioca o Sport Recife. O então vice de futebol do clube cruzmaltino, Eurico Miranda, manobrou para que a CBF que antecipasse a data do jogo do Coxa. Assim o Vasco jogaria sabendo qual resultado precisaria para classificar.

Bayard Osna, presidente do Coritiba, não concordou com o privilégio dado ao Vasco e conseguiu uma liminar na Justiça Comum para que o Coxa jogasse na mesma data e horário do jogo do Vasco. Assim, o Coritiba decidiu adiar a viagem para Juiz de Fora (MG), onde enfrentaria o Peixe. Acontece que a CBF, na calada da noite, cassou a liminar e determinou que a data e horário do jogo fossem mantidos. O Coxa, como não estava lá na data marcada, perdeu por WO e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, rebaixou o clube por ato administrativo. “Estava todo mundo pronto para viajar. O jogo era contra o Santos era em Juiz de Fora. Daí veio a liminar e ninguém viajou. No final todo mundo sabe o que aconteceu: o Coritiba acabou caindo para a Segunda Divisão”, lamenta Dias.

O meio-campistas acredita que se o Coritiba tivesse ido jogar teria hoje duas estrelas douradas na camisa. “Se não fosse aquilo, nós iríamos muito longe. Não perderíamos para o Santos lá, mas é nunca. Nós teríamos com certeza brigado pelo título do Brasileiro. Mas teve aquela problema todo e aconteceu aquela tragédia”, avalia Dias, que revela ter virado coxa-branca. “Hoje eu tenho o Coritiba com o meu time de coração. Por tudo o que clube me proporcionou, pelo espaço que me deu, tenho um carinho muito grande pelo Coxa”, afirma.

O Rio a seus pés

Com o Coritiba rebaixado, Carlos Alberto Dias foi assediado pelo Botafogo. Na época, o clube carioca era bancado pelo bicheiro Emil Pinheiro. Através de uma manobra jurídica, o dirigente conseguiu praticamente tirar o meio-campista sem ônus do Coxa. Em 1990, o jogador desembarcou em General Severiano ganhar o bicampeonato carioca. “Fiz o gol do título contra o Vasco”, vangloria-se. Dias ficou no alvinegro até 1992, quando foi vice-campeão brasileiro.

Em virtude de suas boas atuações, o meio-campista foi convocado para a disputa de uma partida da Seleção contra a Finlândia, em abril de 1992. Esta foi a única vez que Dias vestiu a camisa da Seleção Brasileira principal.

No ano seguinte, ele foi para o Vasco, onde foi campeão carioca invicto em 1992 e bi em 1993. Ainda em 1993 jogou o Brasileiro pelo Grêmio e no ano seguinte voltou ao Rio para defender o Flamengo. Perto do final dos 90, mais exatamente em 1998, Dias ainda defenderia o Fluminense, fechando seu ciclo no futebol carioca vestindo a camisa dos quatro grandes clubes do Rio.

Gol histórico

Em 1995, Dias deu um tempo ao futebol carioca e voltou para o Japão para fazer história. Ele marcou aquele que até hoje é considerado o gol mais bonito da J-League, defendendo o Shimizu S-Pulse. Desta vez ele não teve nenhum problema de adaptação, poisjá dominava a língua e o clube estava recheado de brasileiros. “No Shimizu S-Pulse tinha o Ronaldão, zagueiro; o Sidimar, goleiro, e Toninho, zagueiro que jogou no Palmeiras e na Portuguesa”, relembra.

O golaço saiu no jogo contra o Yokohama Flugels – time que mais parecia a Seleção Brasileira, pois tinha Evair, César Sampaio e Zinho. Carlos Alberto Dias relata o gol: “Eu fiz um gol do meio-campo. Foi o gol que o Pelé não fez. O lance ficou passando durante quatro meses na televisão japonesa. Naquele ano fiz 18 gols na temporada”, relembra.

Em 1996, depois de se recuperar de uma lesão de tornozelo, Dias voltou ao Brasil e assinou com o Paraná Clube. Naquele ano ganhou o Campeonato Paranaense. No ano seguinte, voltaria para o Japão para vestir a camisa do Tokyo Verdy. Em 1999, retornou ao Tricolor junto com o atacante Valdeir, o The Flash, reeditando a dupla que fez sucesso no Botafogo. Dias levou o Paraná a decidir a Copa Sul, em 1999, contra o Grêmio. O Tricolor perdeu o primeiro jogo por 2 x 1, em Porto Alegre, venceu o segundopor 2 x 0, no Couto Pereira, mas foi derrotado na finalíssima por 1 x 0, em um Pinheirão lotado por 40 mil torcedores.

Operário da bola

Após a quarta passagem no Japão, onde atuou por mais dois anos – de 2002 a 2004 -, Dias voltou para o Brasil decidido a encerrar a carreira. Mas foi convidado pelo amigo Ricardo Pinto a jogar pelo Operário de Ponta Grossa. No Fantasma encontrou veteranos como Marcos Gaúcho, Leomar e Ednélson, com quem jogou no Paraná. “Fui mais para dar uma força para o Ricardo Pinto, que era o treinador. Foi mais por amizade”, conta. Pelo Operário, disputou a Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense e levou a equipe até as finais, mas não conseguir devolver o clube à elite paranaense. “Ganhamos o primeiro jogo por 2 x 0 e perdemos a partida de volta por 3 x 0. Foi um jogo às três horas da tarde e tinha um sol para cada um”, lamenta. Em 2006, Dias retornou ao Operário, mas as pernas já não obedeciam mais. Foi aí que, aos 39 anos, decidiu encerrar a carreira.

Carlos Alberto Dias atualmente estuda para se tornar agente Fifa, em 2008, e negocia o arrendamento do Clube Atlético Pitanguense. “É tudo totalmente diferente da carreira de jogador. Antes só treinava e jogava. Agora tem que sentar, observar, participar de reuniões, analisar bem o jogador, a conduta dele dentro e fora de campo”, compara. Para Dias, seu trabalho atual se compara ao de um garimpeiro. “Busco um diamante, busco um novo Carlos Alberto Dias”, afirma.

Carlos Alberto Dias

Nome: Carlos Alberto Costa Dias
Data e local de nascimento: 5/5/1967, em Brasília (DF)
Clubes onde atuou: Matsubara (1983-1985), Bellmare Hiratsuka-JAP (1986-1987), Coritiba (1988-1989, 1998), Botafogo (1990-1992), Vasco (1992-1993), Grêmio (1993), Flamengo (1994), Shimizu S-Pulse-JAP (1995, 2001), Paraná Clube (1996, 1999-2000), Tokyo Verdy (1997), Fluminense (1998), Shizuoka-JAP (2002-2004) e Operário de Ponta Grossa (2005-2006)
Títulos:
Paranaense (1989 e 1996), Carioca (1990, 1992 e 1993), Copa da Ásia (1997 e 1998)

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Operário está entre os 100 melhores do Brasil

Ranking Nacional de Clubes da CBF divulgado ontem aponta Fantasma em 94º. Grêmio é o líder

Por: Jeferson Augusto – Diário dos Campos

Operário Ferroviário Esporte Clube pode estar há quase dez anos afastado da elite do futebol paranaense, mas ainda permanece entre os melhores do país. Pelo menos entre os 100. A informação é da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que divulgou ontem o Ranking Nacional dos Clubes.

De acordo com a lista da entidade máxima do futebol do país, o Fantasma é o 94º melhor time do Brasil. Com 106 pontos, o alvinegro de Vila Oficinas é o sexto melhor time do estado. O melhor colocado do ranking é o Coritiba, com 1365 pontos, o que lhe vale a 15ª posição nacional. O Atlético está três posições abaixo, com 1221 pontos; o Paraná Clube é 23º, com 923, o Londrina tem 629 pontos e ocupa a 32ª posição; o Maringá (não menciona o Galo) tem 154 pontos, e figura no 81º lugar.

O Operário está a frente de outras equipes paranaenses que inclusive têm tido desempenhos melhores nos últimos anos. J. Malucelli e Iraty, que disputam a Primeira divisão, dividem o 157º lugar, com 28 pontos. Rio Branco (183º com 18 pontos), Cianorte (224ª posição, com 4 pontos) e Roma (3 pontos e 255º lugar), são alguns exemplos.

Os critérios adotados pela CBF para o ranking levam em conta o desempenho em competições nacionais. O campeão da Série A ganha 60 pontos, quantidade que vai reduzindo gradativamente até o último colocado (o vice-campeão soma 59 pontos, o terceiro 58 e assim por diante). O critério é o mesmo para a segunda (40 pontos para o campeão) e terceira divisão (20 pontos para o primeiro lugar). A partir da 21ª colocação nos campeonatos, todas as equipes ganham um ponto.

A Copa do Brasil também soma pontos para o ranking, o campeão ganha 30 pontos, enquanto que o vice leva 20. Quem chegar até as semifinais conquista 10 pontos, até as quartas, 5, se for até as oitavas três, e se apenas participar um ponto. Se avançar da primeira fase da competição, a equipe conquista dois pontos.

O líder do Ranking Nacional dos Clubes é Grêmio, com 1978 pontos. O Corinthians, apesar da queda para a segunda divisão este ano, ainda ocupa a vice-liderança com 1938 pontos. O terceiro colocado é o Vasco da Gama, com dez pontos a menos que o alvinegro paulista. O Flamengo vem na quarta colocação, com 1918 pontos. O São Paulo, que este ano assegurou o quinto título brasileiro, está em quinto lugar, com 1879 pontos.

A CBF não leva em conta a participação em torneios internacionais, como Libertadores da América e Mundial de Clubes. Entretanto, a entidade já estuda fazer algumas alterações no critério de pontuação. “A CBF está analisando mudanças nos critérios de pontuação, inclusive no que diz respeito a uma compensação para os clubes que, por disputarem a Copa Libertadores da América, não participam da Copa do Brasil, e para tanto publicará em breve uma revisão”, informa o site oficial da Confederação.

Além do Operário, outra equipe de Ponta Grossa figura no ranking nacional. O Ponta Grossa Esporte Clube, extinto no final da década de 90, está na 278ª posição, com dois pontos.

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Estudante operariano é eleito presidente da UPES

ClabondeO estudante e dirigente da Torcida Revolução Operariana – TRO – Rafael Clabonde (foto) foi eleito no último sábado (24), durante o 48º Congresso da União Paranaense dos Estudantes Secundaristas, acontecido na Cidade de Araucária, o presidente da entidade máxima representativa dos estudantes do Ensino Médio e Técnico do Estado do Paraná.

Clabonde foi o candidato único a presidência, apresentado pela tese “Todo Mundo Na Rua Pra Aumentar O Som”, composta por estudantes militantes da UJS/PCdoB, JPS/PPS e independentes. Outras três teses foram apresentadas ao Congresso, sem indicar candidato a presidente.

O novo presidente começou sua militância em Ponta Grossa, quando estudante do Colégio Estadual Regente Feijó. A dois anos está em Curitiba aonde estuda no Colégio Estadual do Paraná, faz parte da Gestão Anterior da UPES e da Direção Nacional da UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas). Clabonde que é militante da UJS (União da Juventude Socialista) subistituirá a presidente Sara Cavalcanti.

O 48º Congresso da UPES contou com 800 militantes do movimento estudantil de todo o Estado, sendo 30 delegados de Ponta Grossa.

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Um pouco de história…

Como esse é primeiro post do OPERARIO.com, faço aqui uma breve apresentação:

Sérgio Koloszwa – 24 anos, estudante de medicina da Universidade Federal de Pelotas-RS, torcedor do clube desde pequeno, FANÁTICO mesmo desde 99 :) , vice-presidente da Torcida Revolução Operariana, colaborador do site OPERARIO.com desde o seu surgimento.

Navegando por um monte de blogs, acabei encontrando um bem interessante: http://futebesteirol.blogspot.com/ , trata-se de um site de futebol alternativo, apesar de eu não achar o OFEC “alternativo” (3º colocado em uma segunda divisão nacional, 92º no ranking de clubes da CBF, mesmo estando 10 anos sem futebol, não é alternativo).
Como era de se esperar, encontro uma matéria (muita bem feita por sinal) falando da história do OFEC, na categoria “clubes alternativos”…
Há vários sites com a história do Operário, e essa achei interessante.

Segue integralmente:

Ponta Grossa está cituada na região dos Campos Gerais do Paraná, centro do estado, a 130 quilômetros de Curitiba. Cidade conhecida pela alcunha de “princesa dos campos”, Ponta Grossa foi criada em 1822, com o nome de Freguesia da Estrela. Em abril de 1855, foi desmembrada da cidade de Castro, tornando-se município e adotando a denominação cultural. Antigo posto de pouso para as tropas que faziam o transporte comercial entre Viamão (RS) e Sorocaba (SP), Ponta Grossa ainda hoje é o centro rodoviário e ferroviário paranaense, com estradas partindo para todas as regiões.

E em Ponta Grossa, havia um grupo de rapazes que se reunia nos finais de semana para jogar futebol. Estes, fundaram o clube oficialmente no dia 1º de maio de 1912, com o nome de Football Club Operário Pontagrossense (que mais tarde seria alterado, até chegar à denominação atual).

Fantasma

O “fantasma da vila” (como ficou conhecido através da imprensa de Curitiba, que dizia “lá vem o Operário assombrar nossos times”), conquistou o título da segunda divisão paranaense em 1916, e começou a disputar o Campeonato Paranaense da 1ª divisão, em 1917. Entretanto, as primeiras participações nunca passavam da fase preliminar. Neste período de pouco destaque a nível estadual, marcado por vários conflitos com as ligas paranaenses, o que se acentuava era a rivalidade citadina com o Guarani Esporte Clube e com a União Campo Alegre, outras equipes de Ponta Grossa.

Finalmente, pelo Campeonato Paranaense de 1929, o Operário surge forte pela primeira vez. Após vencer o torneio citadino classificatório, o clube sagra-se vice-campeão, ao perder a final para o Atlético-PR, por 3×1. A força do Operário em sua cidade seria incontestável nos anos seguintes. Sempre vencendo os classificatórios de Ponta Grossa, o clube entretanto, não tinha forças quando chegava às decisões contra os times da capital e foi vice-campeão do estado também nos anos de 1930, 1932, 1934, 1936, 1937, 1938 e 1940. A partir de 1941, com o fim das ligas regionais classificatórias, o Operário some de cena no cenário estadual, bem como várias equipes interioranas. E o longo período até 1954 é dominado por equipes de Curitiba.

Operário

Em 1955, o Operário volta a ter uma participação regular no estadual, mas com exceção de um 4×1 sobre o Atlético-PR, não realiza uma campanha de grande destaque. Logo o poder do Operário voltaria à tona, e o time volta a ser vice-campeão paranaense em 1958 e 1961, além de ter o artilheiro Zeca, em 1959, que marcou 26 gols no torneio, um recorde até então.

O vice-campeonato de 1961, deu classificação à Taça Legalidade 62, torneio que envolvia as melhores equipes do Sul do Brasil. O torneio, vencido pelo Grêmio (RS), não teve grande participação do Operário, que ficou na 5ª colocação, entre 6 times.

Em 1965, o time sofre novo rebaixamento no Campeonato Paranaense, mas volta após curto período na segunda divisão, graças ao título de 1969. Com várias interrupções em suas atividades, o Operário não faz grandes campanhas no cenário estadual durante a década de 1970. Mesmo assim, é um dos convidados à disputa do Campeonato Brasileiro de 1979, onde acaba na 86ª colocação (com 2 vitórias, 1 empate e 6 derrotas, em 9 jogos), entre 94 equipes.

Germanão

No início da década de 1980, o “fantasma” consegue realizar grandes campanhas, classificando-se sucessivamente às decisões de turnos do Campeonato Paranaense, embora as constantes derrotas nestas fases finais acabassem destruindo suas aspirações. Mas o sucesso dos primeiros anos não é duradouro, e em 1983, ocorre um novo rebaixamento. O clube só retorna à elite em 1989, mas mesmo após um início complicado, consegue chegar às semifinais do Paranaense em 1990. O sucesso se repete em 1991, quando alcança o terceiro lugar.

Entre 1989 e 1991 o Operário também participa da Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro, e em 1992, da Terceira Divisão. Já a participação no Campeonato Paranaense segue até 1994. Em 1999, o Operário retorna à elite, mas não por força própria, e sim devido a uma parceria com o Ponta Grossa Esporte Clube (que jogava a primeira divisão), formando o Operário/Ponta Grossa. Em 2000, o Operário/Ponta Grossa é rebaixado novamente no Campeonato Paranaense. A parceria é desfeita e o Operário mais uma vez “some”, abrindo mão da disputa da segunda divisão.

Torcida Alvi-Negra

O período nos anos 1990 e 2000 com interrupções nas atividades do tradicional Operário foram fruto das dívidas (e acabaram originando ainda mais). A tentativa de mais um retorno ocorre em 2004, quando o clube ingressa na disputa da segunda divisão. A grande chance escapou em 2005, quando o clube acabou em 3º lugar na divisão de acesso, sendo que apenas os 2 primeiros subiam ao Campeonato Paranaense. O Operário não agarrou a possibilidade e em 2006 também não conseguiu o acesso.

Entrando 2007 ainda com várias incertezas e dívidas em excesso, o Operário ainda não definiu seu futuro para a disputa da segunda divisão paranaense (que deve começar no segundo semestre). As grandes dificuldades podem forçar o Operário a cometer uma nova fusão. O prefeito Moacyr Elias Fadel Junior, da cidade de Castro, propôs em fevereiro que o Caramuru de Castro e o Operário de Ponta Grossa se unissem, criando o Operário/Caramuru, que jogaria alternadamente em cada cidade, para a disputa do certame. O Operário ainda não deu a resposta definitiva, e disse que irá consultar sua torcida para tomar a decisão. Até o momento, os torcedores operarianos se opõem veementemente à parceria, que “tiraria a identidade de um clube tão tradicional”.

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Estréia o Blog NA MARCA DA CAL

OPERARIO.com

Estreiou neste sábado o blog NA MARCA DA CAL, a visão dos operarianos sobre o esporte em geral.

O blog trará informações e comentários pessoais de operarianos cadastrados que poderão escrever sobre qualquer assunto esportivo.

Para acessar o blog e comentar sobre os temas colocados é só digitar www.operario.com/blog

Você que quer participar do blog, escrevendo seus textos sobre Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Campeonatos Internacionais, Divisão de Acesso do Paranaense ou Futsal, Basquete, Golf… é só mandar um e-mail para thiago@operario.com que em breve você poderá estar escrevendo.

Vamos visitar e comentar.

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OPERARIO.com fecha mais uma parceria

OPERARIO.com

O Sítio OPERARIO.com “A Torcida Operariana na Rede”, fechou parceria de troca de divulgação com a Rádio CBN – Ponta Grossa “A Rádio que toca notícia também no esporte”, comandada por Alencar Rios e Diomar Guimarães, em seu setor de esportes.

A Rádio CBN (1300 AM) apresenta diariamente o programa Momento do Esporte, no horário das 11 às 12 horas, além das trasmissões dos jogos do Operário e do Santa Paula Guarani Futsal.

Toda a programação da emissora pode ser escutada pela internet, tendo então um alcance global.

“Nossa página recebe visitas de todo o mundo, e muitos operarianos mandam e-mail querendo escutar os jogos em tempo real. Com a parceria eles poderão ficar sabendo que existe uma emissora pontagrossense trasmitindo para todo o planeta”. Falou Thiago Moro, coordenador do OPERARIO.com.

Joel Brasília, da equipe CBN Esportes também acha importante a parceria. “Estaremos divulgando nossa equipe esportiva e nossa programação direto ao público alvo que são os operarianos e os admiradores do esporte de Ponta Grossa” diz.

Para saber como fechar uma parceria com o OPERARIO.com, visite a página PARCEIROS, ou envie um email para thiago@operario.com .

 

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Hoje tem "Passando o Operário a limpo"

OPERARIO.com

Hoje, no já tradicional programa Cia do Esporte da TVM, apresentado pelo desportista Ben Hur Chiconato, haverá um programa especial sobre o Operário Ferroviário, o “Passando o Operário a limpo”.

Estarão no estúdio, Sílvio Cosmoski, Júlio César Gonçalves(Rádio Clube e TV Educativa), Neomil Macedo(Jornal Diário dos Campos), Eduardo Biagini (Cia do Esporte e Gazeta do Povo) e mais um jornalista de esportes da CBN.

Vale a pena conferir, TVM, Canal 14 (TV a Cabo), 22 horas.

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Site da FPF foi totalmente reformulado

O site da Federação Paranaense de Futebol (FPF) www.federacaoparana.com.br foi totalmente reformulado para melhor atender aos seus usuários. Apesar do novo lay-out, a página ainda está em construção e terá várias novidades nos próximos dias. Os clubes e internautas poderão contribuir com informações, sugestões e fotografias. O material poderá ser enviado para o e-mail: fpfutebol@brturbo.com.br

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Paraná Clube relembra caso bruxo

Paraná protesta contra arbitragens e relembra “caso Bruxo”

Tricolores sentem-se prejudicados por árbitros e fazem alusão ao episódio de manipulação de resultados

Da Agência Placar

CURITIBA – Polêmica à vista. Sentindo-se prejudicados após a derrota do último domingo (2 x 1 para o Roma), os diretores do Paraná Clube atacaram a arbitragem do Campeonato Paranaense, relembrando o “caso Bruxo”, que manipulava resultados na Série Prata (a segunda divisão estadual) de 2005.

O segundo gol do Roma originou-se de um pênalti muito contestado pela direção Tricolor. O superintendente de futebol, Ricardo Machado Lima, protestou muito, e não deixou barato. “Vou ter que avisar o Afonso (Vítor de Oliveira, diretor de arbitragem da FPF) para ele abrir o olho. Os bruxos estão todos aí, soltos!”, disse Machado Lima.

Para ele, o Paraná vem sendo prejudicado a alguns jogos. A tese é que, ao deixar o Pinheirão, com a reforma da Vila Capanema, haveria uma retaliação por parte da FPF, que estaria sendo feita nas arbitragens. “Não quero ajuda, mas não precisa ajudar os times do interior. Tem que apitar o que acontece”, esbravejou Machado Lima. O Paraná fará uma reclamação oficial nesta segunda-feira.

O “caso Bruxo”

Na reta final da Série Prata, o canal de TV a Cabo ESPN Brasil exibiu uma reportagem especial sobre a competição. Nesta, o vice-presidente de futebol do Operário Ferroviário (time que disputaria as semifinais com o Galo Maringá), Silvio Gubert, revelou um esquema no qual pessoas ligadas à FPF exigiam dinheiro para que alguns clubes tivessem facilidades nos jogos.

O nome do principal suspeito não foi revelado na reportagem, mas ganhou uma alcunha: Bruxo. A competição quase foi paralisada, e o árbitro Evandro Rogério Romann veio a público para apresentar mais denúncias e defender a classe, indicando nomes.

O Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) realizou um julgamento, mas que praticamente não puniu nenhum dos acusados. Johelson Pissaia, diretor da FPF, acabou temporariamente afastado, bem como Gubert. O Operário acabou eliminado da competição, vencida pelo Galo. O caso explodiu na mesma época do “caso Edílson”, em pleno Brasileirão, o que ajudou a abafar um pouco os fatos locais.