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Futebol

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Fantasma vence e afunda Engenheiro Beltrão

O Operário jogou esta tarde domingo no estádio Germano Krüger, contra o Engenheiro Beltrão e voltou a vencer. Após quatro derrotas consecutivas, o time de Vila Oficinas conquistou os três pontos ao bater o time de Beltrão por 3 a 0.

O Engenheiro Beltrão que estreou o técnico Claudio Roberto passa por um momento muito difícil na competição com apenas 1 ponto em sete rodada do Estadual, o time amarga a lanterna da competição e na próxima rodada enfrenta o Atlético fora de casa na quinta-feira (18). O Operário subiu na tabela chegando aos 9 pontos, na dia 17 enfrenta o Paraná Clube em Curitiba.

Os gols do fantasma foram marcados por Leonardo aos 33 min do primeiro tempo, Marcelinho aos 13 min e Douglas 32 min da segunda etapa.

Esta foi a terceira vez que os times se enfrentaram na 2ª divisão, em 2006, no primeiro jogo em Ponta Grossa houve empate em 2×2 e no jogo de volta em Engenheiro Beltrao a AEREB venceu por 3×2. O Fantasma com a vitória deste domingo igualou as estatísticas.

Geraldo Bubniak  futebolparanaense.net

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Coxa sente desfalques, mas se mantém 100%

Sem Rafinha e Ariel, gol isolado de Marcos Aurélio e boa atuação do goleiro Édson Bastos ajudam o Alviverde a manter a vantagem na briga pelo supermando

Sem Ariel Nahuelpan, machucado, e Rafinha, supenso, seus dois principais jogadores, a pergunta antes da partida era se o Coritiba teria forças para manter a campanha de 100% de aproveitamento no Paranaense. Não foi nada fácil, mas a sexta vitória veio com o 1 a 0 sobre o Operário, ontem à noite.
Com o resultado, o Alviverde permanece líder isolado e favorito para conquistar as vantagens do supermando – dois pontos extras e o mando de campo de todos os confrontos da segunda fase. E que pode ser creditado, principalmente, às atuações de Marcos Aurélio e Édson Bastos.

O atacante marcou o gol isolado do jogo. Em bonita jogada individual, aos cinco minutos do segundo tempo, driblou “seco” o zagueiro e chutou forte e cruzado de esquerda. Danilo não teve chance nenhuma de evitar o pior.

“Não temos apenas um jogador importante, temos um grupo que está aí para resolver. Mais uma vez consegui marcar um gol e ajudar o Coritiba. A vitória trouxe tranquilidade. Mas tem muito campeonato pela frente, precisamos manter esse ritmo na sequência”, comentou o autor do gol.

No caso de Bastos, foi somente mais uma das boas atuações dele nesse início de temporada. Sempre quando exigido, o camisa 1 correspondeu. Especialmente, na etapa inicial. Em dois chutes fortes dos do nos da casa – um de longe, de Dyego Souza, e outro em uma falta frontal, cobrada por Serginho Paulista – ele praticou defesas difíceis.

Porém, se as boas jornadas individuais garantiram os três pontos, não podem esconder as dificuldades da equipe sem a dinâmica proporcionada por Rafinha. Os substitutos Enrico e Ramon (de Ariel), não demonstraram a mesma qualidade e, em vários momentos, o Coritiba se viu dominado pelo Fantasma.

“Sentimos um pouco o campo pesado, irregular. O time deles estava muito motivado e nos pressionou com a ajuda do torcedor. Mas nós soubemos fazer um jogo de paciência, e na segunda etapa fizemos um gol e poderíamos ter feito mais um ou dois”, afirmou o volante Leandro Donizete.

No próximo sábado, o Coxa pe ga o Iraty, em Paranaguá. Depois de emprestar a Vila Capanema do Paraná nos três primeiros compromissos em Curitiba, será a vez de jo gar “em casa” no Caranguejão, em virtude da interdição do Couto Pereira. Rafinha volta ao time normalmente, liberado da suspensão pelo terceiro amarelo. Já Ariel deve prosseguir tratando a tendinite no músculo adutor da coxa esquerda.

* * * * *
Veja a ficha técnica do jogo Operário X Coritiba

Em Ponta Grossa

Operário

Danilo; Grafite (Juninho), Flamarion, Leonardo e João Renato; Lisa, Serginho Paulista, Serginho Catarinense e Digão (Davi Ceará); Dyego Souza e Baiano (Douglas).

Técnico: Norberto Lemos.

Coritiba

Édson Bastos; Jéci, Pereira e Lucas Mendes; Fabinho, Leandro Donizete, Marcos Paulo, Enrico e Renatinho; Marcos Aurélio e Ramon (Lelê).

Técnico: Ney Franco.

Estádio: Germano Krüger. Árbitro: Héber Roberto Lopes. Gol: Marcos Aurélio (C), aos 5/2.º. Ama relos: Flamarion e Leonardo (O). Renda: R$ 145.920. Público pagante: 7.575 (7.821total).

Festa marcada pela paixão

O mais antigo clássico capital x interior do estado era tão esperado pela torcida do Operário quan to a própria reestreia na Primeira Divisão do Paranaense. Antes e durante toda a partida, o que se viu foram 8 mil pessoas apoiando todo o tempo, a plenos pulmões. Na tentativa de calar os alvinegros, mesmo em menor número, a torcida coxa-branca lotou seu espaço, consumindo os 800 ingressos à disposição.

No cimento e na grama, foi belo o duelo de gargantas entre o “Opera-ri-ô” e o “Cori-ti-bá”. Uma hora antes da partida, começam as primeiras batucadas. Pelo lado do Fantasma, eram três pelejas seguidas com derrota, mas nem por isso a empolgação era menor.

A última partida entre as duas equipes no Germano Kruger também não trazia boas lembranças. Em 1993, o Coxa venceu por 5 a 1. Mas aquela partida ficou esquecida no passado, como uma assombração presa nos vestiários, pois como costuma afirmar o povo de preto e branco, “o Operarião voltou”. Para quem entrava no estádio doido de saudades, era muito melhor lembrar da última vitória operariana sobre o adversário no estádio: 1 a 0, com gol de Catani, em 1990, há 20 anos.

Explodem aplausos, pipocam os fogos e a fumaça branca toma conta do gramado. O time da casa entra em campo. Do outro lado, fogos verdes anunciam a entrada do Coritiba. De um e de outro lado, a disputa é por quem grita mais alto o nome da sua paixão.

André Pugliesi / Gazeta do Povo

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FPF homologa jogos da 3ª rodada do Campeonato Paranaense

Sábado – 23/01, às 20h30
Atlético x Serrano
(Estádio Joaquim Américo – Curitiba)

Domingo – 24/01, às 16h40
Corinthians x Rio Branco
(Eco Estádio Janguito Malucelli – Curitiba)

Iraty x Toledo
(Estádio Coronel Emílio Gomes – Irati)

Domingo – 24/01, às 16h50
Eng. Beltrão x Coritiba
(Estádio Waldemiro Wagner – Paranavaí)

Cianorte x Operário
(Estádio Albino Turbay – Cianorte)

Nacional x Cascavel
(Estádio Erick George – Rolândia)

Domingo – 24/01, às 19h30
Paraná x Paranavaí 19h30
(Estádio Durival Britto e Silva – Curitiba)

Fonte: Federação Paranaense de Futebol

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Coluna – Ajuda Colorada? Não, obrigado!!!

Thiago Moro – OPERARIO.com

Primeiramente quero cumprimentar todos os torcedores do Sport Club Internacional pelo centenário do clube comemorado neste último sábado (04), inclusive com carreata, missa e outras festividades em nossa cidade. Muito bonito o amor destes torcedores a este que é, sem dúvidas, um dos principais clubes do Brasil e sendo assim, do mundo.

Mas nos últimos dias, alguns comentários em emissoras de rádios de nossa cidade vêm deixando alguns torcedores do nosso clube local, o quase centenário Operário Ferroviário Esporte Clube, de cabelo em pé.

Ventila-se a idéia de que o grupo de torcedores do Internacional em Ponta Grossa, denominado de Genoma Colorado, pretende comparecer aos jogos do Fantasma na Divisão de Acesso em 2009, todos com a bonita camisa vermelha dos pampas, faixa e tudo.

Nada contra torcedores de outros clubes comparecerem ao Germano Krüger torcer para o Operário, nosso time local. Eu mesmo sou torcedor de uma outra equipe. Mas não comparecer como uma torcida organizada do outro. Este é o tipo de apoio que não precisamos.

Quantas campanhas já foram realizadas neste espaço virtual e pelas torcidas organizadas alvinegras pelo uso do preto e branco em Vila Oficinas? Muito nos surpreende o apoio de órgãos de imprensa local a esta iniciativa “estrangeira”.

Em nossa comunidade no orkut, um tópico foi aberto sobre o tema e quase 70 comentários de membros são totalmente contrários a tal atitude, com alguns membros inclusive se prontificando a arrancar e atear fogo em qualquer faixa colocada de outro clube que não seja do Operário. Outros membros se dizem favoráveis a colocação da dita faixa colorada nos alambrados enferrujados do GK desde que uma operariana nas mesmas proporções, seja colocada no Estádio Beira Rio, palco dos jogos alvirubros.

Não será com este tipo de “ajuda” que conseguiremos fortalecer a identidade do preto e do branco desde os torcedores mais jovens até os mais antigos frequentadores, que insistem em comparecer com camisas dos seus “primeiros” times de coração.

Precisamos formar uma nova base de torcedores identificados com nossas cores, com nossa tradição com a nossa história. Só assim, um dia seremos verdadeiramente grandes.

“Ajuda” desta forma no Germano Krüger, colorada, tricolor, alviverde, rubro-negra… NÃO, OBRIGADO!!!

Thiago Moro é coordenador do site OPERARIO.com, a Torcida do Fantasma na Net e Coordenador Geral da Torcida Trem Fantasma.

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Clubes aprovam fórmula e Paranaense 2009 terá 15 times

Elaine Felchacka – Portal Terra

Com a desistência da Adap/Galo, o Campeonato Paranaense 2009 terá apenas 15 equipes. A fórmula de disputa e o número de clubes na Série Ouro foram aprovados no arbitral realizado na Federação Paranaense de Futebol.

Com uma equipe a menos na disputa, apenas três serão rebaixadas para a Divisão de Acesso. O Operário Ferroviário, que ficou em terceiro lugar na disputa da segunda divisão deste ano, tentou pleitear a vaga da Adap/Galo, mas o pedido foi negado.

O Paranaense terá início no dia 24 de janeiro com pontos corridos. O encerramento deve acontecer entre o dia 26 de abril e 3 de maio.

A primeira fase do Estadual será em turno único, onde os oito melhores seguem adiante com bonificação de 2 e 1 pontos para primeiro e segundo colocados. A cada rodada, um clube folgará. Os três piores colocados serão rebaixados.

Na segunda fase, também em turno único, os oito melhores se enfrentam para definir o campeão paranaense 2009. Diferente do que vinha acontecendo, o Paranaense não terá final, com dois jogos (ida e volta) entre os dois melhores classificados na segunda fase.

Devem participar do Paranaense do próximo ano os clubes Atlético-PR, Cascavel, Cianorte, Coritiba, Engenheiro Beltrão, Iguaçu, Iraty, J. Malucelli, Londrina, Paraná, Paranavaí, Rio Branco, Toledo, Nacional de Rolândia e Foz do Iguaçu (campeões da Divisão de Acesso).

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JM entrevista Rodrigo Muller – Juventude e ambição

Confira entrevista realizada por Alexandre Costa do Jornal da Manhã, com o técnico do time profissional do Operário, publicada na edição deste domingo (06).

Casca - Foto ArquivoCom 28 anos, o ex-jogador Rodrigo Muller é o novo comandante do Operário

A idade e o currículo não parecem ser problemas para o novo treinador do Operário. Ainda bastante jovem, Rodrigo Muller, conhecido no meio esportivo como ‘Casca’, 28 anos, tem idade para atuar, mas ainda bem mais novo resolver trocar de lado no gramado. Sem achar que teria uma carreira promissora como atleta resolver ser técnico e parou de jogar aos 21. Até agora, o maior desafio será comandar o Fantasma na Divisão de Acesso com o objetivo de recolocar o time ponta-grossense na elite do futebol paranaense.

JORNAL DA MANHÃ – Como jogador, onde começou e por quais clubes passou?
RODRIGO ‘CASCA’ MULLER – Comecei juvenil. Tive passagem pelo Coritiba, uma passagem rápida. Daí subi para o juniores. Joguei no União São João de Araras, Mogi Mirim. Em Santa Catarina, joguei no Lages, Avaí e no Brusque. No Paraná, atuei no Cascavel. Na minha carreira também joguei no Juventude de Mato Grosso. Não tive uma carreira assim expressiva e até por isso optei pela carreira de treinador.

JM – E essa decisão de parar foi difícil?
CASCA – Com uns quatro anos como treinador já passou, mas o primeiro ano foi difícil, por querer estar lá dentro. Ainda hoje ainda a gente sente essa vontade. Mas no começo foi um pouco difícil abandonar, mas com o tempo passando a gente começa a gostar da situação. A gente começa a ver o outro lado, o lado do profissional, do técnico. Então você começa a gostar e resolvi dar seqüência.

JM – O que fez quando parou?
CASCA – No primeiro ano que parei, eu abri uma escolinha de futebol em Santa Catarina e logo uma equipe, o Atlético Ibirama me chamou para trabalhar como técnico do juvenil e passei para o júnior. Fui auxiliar técnico do profissional e daí de lá dei seqüência para outros clubes profissionais.

JM – Por onde já passou nessa sua recente carreira como técnico?
CASCA – Passei pelo São José dos Pinhais, estive no Cianorte no ano passado. Passei pela equipe do Pitanguense [na Divisão de Acesso], estive agora no Grêmio Pinheiros de Lages (SC). E vim também nos jogos do Sub-20 no Operário [em 2007].

JM – E essa primeira experiência com o futebol aqui na cidade te dá uma base maior para as cobranças que vai receber?
CASCA – A passagem pelo Sub-20 foi muito importante e isso que me deu mais vontade ainda de vir para o profissional. Senti no Sub-20 a cobrança do torcedor que gosta e que é apaixonado. Já falei que estou preparado e quero isso mesmo, pois não quero pegar uma equipe que não tenha cobrança, que não seja grande. Eu quero pegar um clube grande como o Operário porque eu penso grande. Então estou preparado, mesmo sabendo que a cobrança será grande.

JM – A expectativa é de subir neste primeiro ano?
CASCA – Nosso objetivo é subir. Hoje a gente não pode ter a certeza de que vá subir. Mas temos a certeza de que vamos fazer um trabalho profissional para buscar o objetivo que é o acesso. A gente está fazendo um grupo coeso, com pessoas que vem trabalhar com vontade. A tranqüilidade nossa de estar aqui é muito boa pelas pessoas que estão ao nosso redor, pela diretoria, pela comissão técnica e pelos jogadores.

JM – Pela sua experiência, qual é o ponto chave. É um fator só ou a união planejamento, dinheiro e talento?
CASCA – Até já me perguntaram se viria par ao Operário alguma estrela. Aqui no operário a gente vai fazer uma constelação. Eu quero que todos aqui sejam estrelas. Então uma palavra chave que quero trazer para o Operário é família. Nós temos que fazer uma união, uma família mesmo. Já falei várias vezes isso, que é da cozinheira até o presidente, o nosso torcedor. Nada melhor no futebol do que a força que vem de fora. Quando a gente vê essa força de fora ela é muito forte. Então fazer uma família realmente. Me disseram que aqui já foi muito dividido, já faltou isso, mas agora o Operário tem de ser uma coisa só. Tem de unir as coisas, unir dinheiro, bom jogador e a torcida e fazer uma coisa só. Um operário só.

JM – E o que espera da torcida?
CASCA – Pediria ao torcedor que dê esse voto de confiança. Apesar da minha pouca idade, do meu pouco currículo. Que pode ter certeza que vamos trabalhar muito. Não temos certeza do acesso, mas vamos trabalhar muito. Já vou cobrar desde a apresentação dos jogadores o respeito ao torcedor, a família que compra o seu ingresso. Pode me questionar sobre a idade e o currículo, isso pode fazer a vontade. Só não questionem tanto minha hombridade porque eu vim aqui para ter o respeito pelo torcedor do Operário. O torcedor então pode ficar bem tranqüilo porque vamos trabalhar muito.

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Elenco deve ter dois jogadores de Ponta Grossa

Por Jeferson Augusto – Jornal Diário dos Campos

O grupo de atletas que terá a missão de recolocar o Operário na Primeira Divisão do futebol paranaense se apresenta no início da semana. Os dirigentes do clube preferem não dar muitos detalhes sobre quem seriam estes jogadores, mas dizem que foram escolhidos jogadores em São Paulo e nos três estados do Sul, inclusive em Ponta Grossa.

Durante os jogos dos times ponta-grossenses na Taça Paraná, o dirigente Francisco de Jesus, o Chico da Bracol, esteve presente, em busca de novos talentos. E dois atletas foram escolhidos para integrar o elenco alvinegro: Cristiano, que defendeu o Itaiacoca, e Johny Peterson, que jogou pelo América.; Marcelo Sfier explica que embora estejam integrados ao grupo, os dois jogadores ainda não têm contrato com o clube. “Eles não foram contratados, mas treinarão com o elenco”, diz Sfier.

No dia de sua apresentação, o técnico do Operário, Rodrigo ‘Casca’, afirmou não ter nenhuma objeção a atletas vindos do futebol amador, mas afirmou que é preciso cautela. “Futebol profissional é totalmente diferente. Às vezes o jogador come a bola no amador e vem para cá e não pega na bola. É um trabalho diferente, uma dinâmica de jogo completamente diferentes”, argumentou. Na ocasião, Casca também descartou completamente a idéia de se fazer “peneiras”. “Isso não existe no futebol profissional”, sentenciou.

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Operário terá reforço uruguaio

Time também acertou com ex-jogador do paraná Clube
 
O Operário anunciou a contratação de mais dois jogadores para a disputa da Divisão de Acesso em 2008. Os atletas devem se apresentar juntamente com o grupo no dia 3 de janeiro, quando será iniciada a pré-temporada do clube ponta-grossense. Até agora, o elenco para a próxima temporada já conta aproximadamente 15 jogadores com contrato assinado.

O reforço uruguaio é o atacante Gonzalez. Ele estava no Uruguai e foi trazido para um teste por um empresário de Santa Catarina. A informação foi confirmada pelo empresário que está à frente do grupo gestor do Operário, Francisco Carlos de Jesus, o Chico da Bracol. O Fantasma também acertou a vinda do lateral/meia direita Madger. Segundo Chico da Bracol, havia sido feito um acerto com o Paraná Clube para liberar o atleta de mesmo nome do craque da seleção de Portugal de futebol de areia. Para o dirigente, ele seria um dos melhores atletas que passaram pelas categorias de base do tricolor paranaense nos últimos anos.

A assessoria de imprensa do Paraná Clube confirmou a transferência. No entanto, o coordenador das categorias de base do time da capital, Ari Marques – que está no Rio Grande do Sul com a equipe que disputa o Brasileiro Sub-20 –, disse por telefone que chegou a trabalhar com o jogador, porém Madger já teria se desligado do Paraná Clube há aproximadamente dois anos.

Nesta semana, os dirigentes também estiveram na Federação Paranaense de Futebol para confirmar a inscrição da equipe nos campeonatos de 2008 e realizar o pagamento das taxas referentes à Divisão de Acesso.

Jornal da Manhã

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Operário Ferroviário se prepara para a Divisão de Acesso

Zambiase e ElizeuO diretor financeiro do Operário Ferroviário, de Ponta Grossa, Dorli Michels – o Zambiase – esteve nesta segunda-feira, dia 10, na sede da Federação Paranaense de Futebol (FPF). Durante o encontro com o vice-presidente administrativo da entidade, Eliseu Siebert, Zambiase informou que o Departamento de Futebol do Fantasma foi terceirizado. “Vamos coordenar a parte técnica do clube durante três anos”, explicou.

Segundo o dirigente, o Operário já está se preparando para a Divisão de Acesso de 2008, que está prevista para acontecer entre março e julho. “Já contratamos o treinador e 15 jogadores estão acertados”.

O técnico Rodrigo Muller – o Casca – foi apresentado na última sexta-feira. Já os jogadores contratados devem ser conhecidos somente no dia 03 de janeiro. “Vamos formar um elenco forte, para que o Operário chegue à Série Ouro em 2009”.

A terceirização do departamento de futebol do clube tem à frente o empresário Francisco de Jesus, o Chico da Bracol.

Por conta da parceria, o Estádio Germano Krügger também está passando por reformas, inclusive a troca do gramado, de acordo com Zambiase.

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Boa impressão

A Coluna dominical do Altair Bail no Jornal da Manhã também destaca a entrevista coletiva do Rodrigo Casca:

Demonstrando muita firmeza, o técnico do Operário, Rodrigo Muller, causou boa impressão na entrevista coletiva da última quinta-feira. Tratou de mostrar tranqüilidade quando foi questionado a respeito da pouca idade para o desempenho da função. Com apenas 28 anos, o Casca, como é conhecido, poderia estar ainda no auge da carreira de atleta, mas preferiu abraçar a de treinador, depois de jogar nas funções de volante e quarto zagueiro. Disse ser adepto do 4-4-2, mas nada impede que o esquema seja outro, dependendo da disponibilidade de jogadores. Ficamos certos de que poderá valer à pena a aposta feita pelos empresários que terceirizaram o futebol em Vila Oficinas. A experiência conta muito no futebol. Na função de técnico, mais ainda, porém nada impede que o jovem profissional mostre competência e seja a grande revelação do próximo campeonato. Muitas tentativas foram feitas com técnicos “rodados” e nem por isso o Operário atingiu o seu objetivo. Parece ser um cidadão muito organizado, trabalhando sempre em cima de planejamentos. Rodrigo também garante primar pela disciplina. Chegou a dizer que vai fiscalizar pessoalmente as atividades dos atletas fora de campo. Para ele, o fator ser humano conta muito. Não basta ser apenas um bom jogador. É preciso ter consciência profissional e objetivos claros na carreira. Não descartou a possibilidade de aproveitamento de jogadores da cidade, mas garantiu que essa tarefa não fácil, pois atleta que vem do amador carrega vícios incorrigíveis, muitas vezes. Foi importante saber que a base do elenco está praticamente montada e quando o trabalho começar em nossa cidade, na primeira semana de janeiro, a imprensa conhecerá 60% do grupo que representará o Operário no Acesso. Tomara que o jovem treinador não tenha apenas deixado uma boa impressão, mas que seja, efetivamente, uma aposta positiva para 2008. A grande torcida alvi negra merece ser feliz. E o Operário sair da fila.

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Fantasma vai com “Casca”

Deu na Coluna Talentos da Bola do Jorge Luiz da Silva na Tribuna do Paraná:

Outra equipe profissional que vai disputar um lugar na Divisão Especial do Paranaense será o Operário, de Ponta Grossa, contando com o comando de um técnico bastante conhecido: Rodrigo Müller Rozzatti, o “Casca”.

Casca foi contratado pelo Operário, cujo futebol está terceirizado a um grupo de investidores comandados por Francisco de Jesus, o Chico, da Bracol. Casca é o mesmo jovem técnico que aportou em São José dos Pinhais e comandou, com sucesso, o São José na Copa Tribuna de Juniores em 2005, dando continuidade ao belo trabalho de Valmir Martins.

Depois, ele (Casca) foi para os juniores do Cianorte, também na Copa Tribuna, onde mostrou competência. Quando perdeu a primeira, foi demitido. Saiu de lá e assumiu uma equipe profissional do oeste paranaense, mas, com o certame em andamento, não pôde fazer milagres.

Agora, Casca, Chico e Cia. começam do zero uma árdua campanha para levar o Operário de volta à divisão de elite do futebol paranaense. A equipe está em formação. E preparador de goleiros tem de sobra, após a contratação de Fábio Cequinel, experiente na função em várias equipes da capital: Vila Hauer e Renovicente, em especial, sempre com sucesso. Fábio sabe tudo. Aprovado!

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Novo técnico quer Operário trabalhador

Rodrigo  CascaRodrigo Muller, o Casca, foi apresentado ontem em Vila Oficinas; time também já tem treinador de goleiros

Em pleno final de temporada e sem o Operário na disputa de qualquer campeonato, o Estádio Germano Krüger ficou movimentado na tarde de ontem com a apresentação oficial do treinador Rodrigo ‘Casca’ Muller e do preparador de goleiros, Fábio Sequinel. Com um discurso de união, o novo técnico ressaltou que todos precisam trabalhar com o mesmo objetivo, o de subir o Fantasma. Os jogadores que disputarão a Divisão de Acesso em 2008 devem se apresentar entre os dias 3 e 4 de janeiro, quando começa a pré-temporada.
Natural da cidade paranaense de Dois Vizinhos, Casca comandou o Operário em duas partidas na reta final do Paranaense Sub-20. O treinador também teve passagens por equipes de Santa Catarina (União Timbó, Atlético de Ibirama e Grêmio Pinheiros), São José (de São José dos Pinhais) e pelo time da Pitanguense na Divisão de Acesso deste ano. Como atleta atuou como profissional (zagueiro e volante) por oito anos.
Questionado antes mesmo de assumir o comando da equipe por ser considerado ‘inexperiente’ para a missão de levar o Operário à elite do futebol paranaense, o treinador diz estar preparado para o desafio: “para ser treinador não precisa ter experiência [como idade e títulos], mas seqüência de trabalho. Sei do meu potencial e o resultado a gente vai ver lá na frente”.
Em eventuais críticas, ‘Casca’ destacou que “é preciso estar unido em todos os momentos, inclusive nos momentos ruins. Nessa hora que é preciso estar de cabeça erguida. O Operário só vai chegar na 1ª Divisão se a palavra por aqui for “nós” e não eu faço isso ou eu faço aquilo”, disparou.
Sobre o elenco, afirmou que os trabalhos de escolha dos jogadores continuam no Paraná e em outros estados, como São Paulo e Rio Grande do Sul. “Para vestir a camisa é preciso ter hombridade. Tem de ter seriedade dentro e fora de campo, para respeitar o torcedor que paga o ingresso para vir ao estádio”, disse o treinador durante a entrevista coletiva.

Preparador de goleiros também já foi contratado

“A expectativa é a melhor possível, pois é um prazer vir trabalhar no Operário”. É com esse pensamento positivo que chegou ontem o preparador de goleiros, Fábio Sequinel. Contratado pelo grupo gestor para a temporada 2008, ele vem a Ponta Grossa já sabendo que tipo de cobranças deve enfrentar. Como atleta profissional durante oito anos, já jogou contra o Operário defendendo o Batel e o Francisco Beltrão. Também teve passagens pelo Ituano e Noroeste, de São Paulo. Já como preparador de goleiros, trabalhou nas equipes profissionais do São Caetano (em 2000, ano em que o Azulão decidiu a Copa João Havelange com o Vasco), Blumenau, Campos Novos e nas categorias de base do Coritiba.
Parou de jogar em 1998 e desde então realiza um trabalho de formação de atletas, revelando goleiros como Dalton (que atuou como titular em algumas partidas pelo Figueirense no Campeonato Brasileiro) e Vitor, que está no Internacional-RS.

Jornal da Manhã

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‘Casca’ quer ‘Família Fantasma’

Em sua apresentação oficial, comandante do Operário em 2008 adota discurso de união para acesso

Na apresentação oficial de Rodrigo ‘Casca’ Muller como técnico do Operário em 2008, o comandante alvinegro adotou o discurso de “união de todos pelo acesso”. Por diversas vezes Casca citou a palavra “união”, e disse que o Fantasma será “uma família”. “Tudo aqui será dividido. Seremos uma família. Para se chegar na Primeira Divisão tem que se usar o ‘nós’, e não o ‘eu’. É preciso que haja união de todos, nos bons e maus momentos, para que os objetivos sejam alcançados”, disse.

Na tarde de ontem, o técnico deu algumas explicações sobre a maneira que pretende trabalhar em Vila Oficinas. Disse que ”para vestir a camisa do Operário é preciso acima de tudo hombridade”, que os jogadores se auto-avaliarão (“vamos ter uma planilha onde cada jogador irá dar uma nota para ele mesmo, para que ele possa render cada vez mais”), e que “treino coletivo é coisa do passado”. “Treino coletivo não arruma a parte tática, serve para criar rixa no grupo. O que vou fazer será um ‘apronte’, onde são feitos os ajustes da equipe, se corrige os erros”, explicou.

Casca também afirmou que alguns jogadores que participaram da equipe sub-20 no meio do ano, e que atletas da cidade também poderão atuar no Fantasma, mas descartou a possibilidade de ‘peneira’. “A gente recebe indicações de atletas do futebol amador da cidade, e vamos avaliá-los. As portas do Operário estão abertas para os jogadores de Ponta Grossa, desde que eles tenham capacidade para jogar profissionalmente. ‘Peneirão’ não vai haver, isso não existe no futebol profissional”, afirmou.

Juntamente com Casca, foi apresentado o preparador de goleiros do Fantasma, Fábio Sequinel, o restante da comissão técnica ainda está sendo formada. Os trabalhos começarão não mais no dia 2 de janeiro, mas no dia seguinte. A apresentação oficial do elenco será no dia 4. De acordo com o treinador, este grupo vem sendo formado por ele e os dirigentes do Operário, mas garantiu, que é elem quem decide se o jogador atuará ou não em Vila Oficinas. “Quem dá a última palavra sou eu, mas não é um trabalho feito somente por mim, há outras palavras trabalhando junto”, garantiu.

Por fim, Casca frisou que estes jogadores serão avaliados não somente por aquilo que fazem em campo, e que faz questão ter um grupo de qualidade em mãos. “Vou querer saber da vida extra-campo dos atletas. E também vai jogar aquele que tiver qualidade. E todos podem ter certeza que aquele que não cumpri com as regras será dispensado”, finalizou.

Por: Jeferson Augusto – Diário dos Campos

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OPERARIO.com entrevista Rodrigo Casca, treinador do Operário

O OPERARIO.com entrevistou esta semana o treinador que estará a frente do Operário Ferroviário Esporte Clube na Divisão de Acesso – 2008. As perguntas foram formuladas pelo colaborador do site Sérgio Koloszwa. Confira a entrevista:

Rodrigo CascaOPERARIO.com - Olá Rodrigo. Quem é Rodrigo Muller, o Casca?

Casca - TENHO 28 ANOS.NASCI EM 08/08/79, NA CIDADE DE DOIS VIZINHOS/PR. ATUALMENTE RESIDO EM INDAIAL/SC. FUI JOGADOR POR 8 ANOS, ATUANDO EM DIVERSOS CLUBES DO BRASIL.

OPERARIO.com - Qual sua experiência profissional?

Casca - APÓS DESISTIR DA CARREIRA DE JOGADOR, EM 2001, CRIEI UM CENTRO DE FORMAÇÃO DE ATLETAS (REVELA), EM INDAIAL/SC, E COM ISSO DEI SEQUÊNCIA A CARREIRA DE TECNICO.COMO TREINADOR, ATUEI NOS SEGUINTES CLUBES: UNIAO TIMBÓ/SC, ATLETICO DE IBIRAMA/ SC, (CAMPEAO JOGOS ABERTOS DE SC) SAO JOSE (SAO JOSE PINHAIS), CIANORTE FC /PR,(VICE CAMPEAO JOGOS ABERTOS, NOS PENALTYS) C.A.P PITANGA (ASSUMI O TIME COM (0) PONTO, EM ULTIMO LUGAR, LEVEI PARA 5º LUGAR. PEDI MEU DESLIGAMENTO DO CLUBE FALTANDO 4 RODADAS.DEIXEI O TIME COM 5 PONTOS, APOS MINHA SAIDA NAO PONTUARAM MAIS) GREMIO PINHEIROS/SC, OPERARIO SUB 20. (POR 2 JOGOS)

OPERARIO.com - Qual sua expectativa quanto à segundona 2008?

Casca – ACREDITO QUE VAI SER UMA COMPETIÇAO COM CLUBES MAIS ESTRUTURADOS. IMAGINO QUE COM AS MUDANÇAS NA FPF,ESTAS PESSOAS AS PESSOAS QUE ESTAO ASSUMINDO FISCALIZEM MAIS AS ESTRUTURAS DOS CLUBES, E SEJAM MAIS ENERGICAS COM OS MESMOS. SE O CLUBE NAO TEM ESTRUTURA PARA SEGUNDA DIVISAO, SERA QUE TERA NA PRIMEIRA?

OPERARIO.com - Qual é sua preferência tática e qual pretende aplicar no Operário?

Casca – A DEFINIÇÃO DO ESQUEMA TÁTICO A SER ADOTADO NÃO É UMA QUESTÃO DE PREFERÊNCIA DO TREINADOR. MUITOS FATORES ACABAM SENDO ENVOLVIDOS NA DEFINIÇÃO DO MELHOR, DO IDEAL PARA CADA TIME., HOJE AINDA É MUITO CEDO PARA DEFINIR ISSO.É PRECISO ANTES DE TUDO,CONHECER E TRABALHAR COM AS PEÇAS (JOGADORES) PARA ENTÃO DEFINIRMOS O MELHOR PARA O OPERARIO, ATE MESMO PORQUE O COMUM ACORDO ENTRE JOGADORES E COMISSÃO TÉCNICA É QUE VAI DEFINIR O ESQUEMA A SER ADOTADO!!MAS HOJE DIRIA QUE GOSTO DO 4-4-2.

OPERARIO.com - Além de você, quem mais estará na comissão técnica do OFEC?

Casca – NO MOMENTO, APENAS ESTÁ DEFINIDO O TÉCNICO. TODOS OS DEMAIS, DE TODAS AS CATEGORIAS, AINDA SERÃO DEFINIDOS, JÁ QUE A PRIORIDADE DA DIRETORIA, NESTE MOMENTO, FORA A NEGOCIAÇÃO COM PARCEIROS, SÃO A REFORMA DO ESTÁDIO E A FORMAÇÃO DO ELENCO PROFISSIONAL. A PARTIR DO DIA 12/12, A DIRETORIA ESTARÁ SE REUNINDO PARA DEFINIR TAMBÉM OS RUMOS DAS EQUIPES SUB-17 E SUB-20.

OPERARIO.com - Que impressão tem sobre o clube Operário Ferroviário E. C.? E sobre a sua torcida?

Casca –  QUANDO ESTIVE DISPUTANDO A DIVISAO DE ACESSO PARANAENSE DESTE ANO, JOGAMOS EM CASA CONTRA O OPERARIO,E FIQUEI SURPRESO COM A PARTICIPAÇAO DA TORCIDA, EM ACOMPANHAR SEU TIME, COM FAIXAS E BATUCADA. E QUANDO VIA PELA TV, A FORÇA DA TORCIDA DO FANTASMA, SEMPRE COMENTAVA COM  AS PESSOAS DE MEU CÍRCULO DE CONTATO, O MEU DESEJO DE UM DIA ALMEJAR TRABALHAR NESTA EQUIPE. É DIFICIL UM CLUBE HOJE TER A ESTRUTURA E A TORCIDA QUE TEM O OPERARIO. HÁ CLUBES NA PRIMEIRA DIVISAO QUE NAO TEM ISSO. QUANDO ESTIVE EM VILA OFICINAS, DIANTE DA EQUIPE SUB-20, FUI MUITO BEM RECEBIDO POR TODOS. ISSO ME CATIVOU E JA POSSO DIZER HOJE QUE SOU OPERARIANO DE CORAÇÃO.

OPERARIO.com - O que pensa de um campeonato somente com jogadores sub-23?

Casca – ACHO QUE A FPF FOI MUITO FELIZ EM FAZER ESTA COMPETIÇAO COM ATLETAS ATÉ 23 ANOS., ASSIM JOGADORES QUE NAO TEM MAIS IDADE DE JUNIORES,E QUE AINDA SAO MUITO NOVOS PARA UMA DISPUTA DE SERIE A,PODEM MOSTRAR SEU TRABALHO. DO MEU PONTO DE VISTA, HAVIA UMA LACUNA ENTRE JOGADORES COM IDADE DE JUNIORES,(18,19,20ANOS) E OS PROFISSIONAIS , QUE DEVERIA SER ATENDIDA COM UMA COMPETIÇÃO ESPECÍFICA. FOI QUANDO SE ESTABELECEU ESTA FAIXA ETÁRIA  NA DIVISAO DE ACESSO. ISTO FACILITA NOSSO TRABALHO, POIS HÁ MUITOS  JOGADORES QUERENDO MOSTRAR QUE TEM CONDIÇAO DE CRESCER NO FUTEBOL,E QUE PRECISAM TRABALHAR MUITO PARA O PROSSEGUIMENTO DE SUAS CARREIRAS, E ESTA É A OPORTUNIDADE DE MOSTRAREM SEU POTENCIAL.

OPERARIO.com - Quais serão os principais adversários do Fantasma em 2008? (times, dificuldades, etc.)

Casca – AINDA NAO HÁ NADA CONCRETO, POUCAS ESPECULAÇÕES. MAS ESTOU CERTO DE QUE SERA UMA COMPETIÇAO DE BOM NIVEL. O ROMA QUE CAIU PARA DIVISAO DE ACESSO E ESTARA EM 2008 DISPUTANDO A COPA DO BRASIL,POR TER SIDO O CAMPEAO DA COPA PARANA EM 2007. TEM BOA ESTRUTURA,POSSUEM EM SEU ELENCO JOGADORES CONHECIDOS. O PRUDENTOPOLIS E O BATEL DE GUARAPUAVA TAMBEM SÃO CLUBES FORTES. ALÉM DESTES, HÁ AINDA O FOZ DO IGUAÇU, QUE CHEGOU ENTRE OS 4 MELHORES EM 2007, ASSIM COMO  O FRANCISCO BELTRAO. MAS TODOS ESSES SABEM QUE TAMBEM TERAO UM GRANDE ADVERSARIO: OPERÁRIO FEC.

OPERARIO.com - De que precisa o clube, para ser campeão do estado?

Casca – PARA CHEGAR A PRIMEIRA DIVISAO, PRIMEIRAMENTE, O CLUBE DEVE SER HOMOGÊNEO, ONDE TODOS DEVEM TER UM ÚNICO OBJETIVO. TEMOS Q SER UM SÓ, PASSANDO POR TODOS QUE DIRETA OU INDIRETAMENTE ESTEJAM VIVENDO O DIA-A-DIA DA AGREMIAÇÃO. TRABALHAREMOS COM HARMONIA EM TODOS OS MOMENTOS, TEREMOS COMO FOCO DE NOSSO TRABALHO, ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE O OPERARIO SEU SUCESSO E SUA ASCENSÃO. TEREMOS RESPEITO, ACIMA DE TUDO, AO TORCEDOR, AO PAI DE FAMILIA, QUE MUITAS VEZES ABDICA DO CONFORTO E BEM-ESTAR DE SEUS DEPENDENTES, PARA IR A CAMPO TORCER PELO OPERARIO.

OPERARIO.com - O que você NÃO espera encontrar no Fantasma?

Casca – NÃO QUERO ENCONTRAR PESSOAS QUE NAO ESTEJAM COMPROMETIDAS COM O OPERARIO. JA CONVIVI COM JOGADORES QUE USAM O DISCURSO DE ESTAR NO CLUBE PORQUE ESTÁ ESPERANDO UMA RESPOSTA DE UM CLUBE GRANDE, DE IR PARA FORA DO BRASIL, PARA NAO FICAR PARADO ESTÁ AÍ. ISSO NAO PODE ACONTECER NO OPERARIO. O JOGADOR TEM QUE TER ORGULHO DE ESTAR VESTINDO ESTA CAMISA.SOB MEU COMANDO, PARA VESTIR A CAMISA DO OPERARIO,É PRECISO, ALÉM DE BOM JOGADOR, SER RESPONSAVEL,COMPROMETIDO,E ACIMA DE TUDOTER HOMBRIDADE.

OPERARIO.com - Finalizando, deixe um recado ao OPERARIO.com e seus leitores:

Casca - APESAR DE ENTENDER AS DÚVIDAS E INCERTEZAS DO TORCEDOR, PELO MEU CURRICULO, PELA MINHA IDADE, PEÇO ESTE VOTO DE CONFIANÇA. EXPERIENCIA NAO VEM DE IDADE, NEM DE CURRÍCULO, MAS SIM DE UMA SEQUENCIA DE TRABALHO. O QUE SE DEVE ESPERAR DE MINHA PARTE, É MUITO TRABALHO, COMPROMETIMENTO E RESPEITO A ESTE CLUBE. OBRIGADO!

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Operário procura ‘novas casas’

Diretoria alvinegra tenta conseguir parceiros e campos para abrigar as três equipes em 2008

A grama sobre a qual os jogadores do Operário pisarão em 2008 chegou ontem à Vila Oficinas, entretanto, não será somente ela que o elenco alvinegro usará para treinos no próximo ano, por isso, a diretoria do Fantasma procura parceiros que possam fornecer seus campos para as equipes usarem no próximo ano.

Se os planos da diretoria alvinegra forem seguidos à risca, é possível que em determinado período de 2008 três equipes – profissional, sub-20 e sub-17 – estejam abrigados em Vila Oficinas, portanto, o único campo do Germano Krüger não seria suficiente.

AABB, Cefet e Clube Verde seriam alguns dos possíveis locais que serviriam de abrigo para o elenco alvinegro no próximo ano. De acordo com o dirigente Marcelo Sfier, já foram feitos alguns contatos, e nos próximos dias os parceiros do Fantasma estarão definidos. “Alguns não têm interesse em nos ajudar, mas outros acenaram com essa possibilidade. Não dá para assegurar estes nomes porque se trata de um processo burocrático, em que é necessário encaminhar um ofício, para depois ser aprovado”, explica.

Quanto ao Germano Kruger, as reformas seguem normalmente. Ontem chegou a grama que será colocada em determinados pontos. Segundo Sfier, a troca de todo o gramado de Vila Oficinas não será possível devido ao pouco tempo. “Não haveria tempo suficiente para mudar tudo, então vamos trocar apenas algumas parte, como as áreas próximas dos gols, e onde existem algumas falhas”, justifica.

Já a equipe que pisará neste gramado, aos poucos é montada. Francisco Carlos de Jesus, o “Chico da Bracol”, esteve ontem em Ponta Grossa com alguns integrantes da empresa de Chico, para uma visita formal.

Na próxima semana acontecem mais testes com jogadores em Curitiba. A intenção, explica Chico, é apresentar a equipe no dia 2 de janeiro. Também nos próximos dias, garante Chico, Serpa apresentada a nova camisa do Fantasma. “Falta acertar um patrocínio ainda, e quando for firmado o acordo já iremos apresentar o novo uniforme, acredito que isso vá acontecer na próxima semana”, espera.

Na segunda-feira, Chico se encontrou com o deputado estadual Jocelito Canto, antecessor do empresário curitibano no comando do futebol em Vila Oficinas. Chico garante que se tratou apenas de um “encontro formal”. “Não foi uma reunião ou coisa assim. Apenas um encontro formal onde conversamos sobre os mais diversos assuntos. Foi o deputado que me trouxe até o Operário, tínhamos um projeto comandar o sub-20 juntos, mas ele acabou abrindo mão. O que houve ontem (segunda-feira) foi apenas um reencontro”, assegura.

Jeferson Augusto – Diário dos Campos

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Torcida poderá comprar camisa

Em breve, os torcedores do Operário já poderão comprar a camisa oficial. O fornecedor dos uniformes irá no primeiro trimestre de 2008 colocar à venda duas mil camisas do modelo listrado em preto e branco (camisa principal) e outras mil unidades da branca. Os valores ainda não foram divulgados.
Ontem foram apresentados o calção e a camisa de treino, que será cinza. Na frente, o símbolo do Operário e o espaço para os patrocinadores. Nas costas, a inscrição Fantasma com um desenho do mascote do clube ponta-grossense.

Jornal da Manhã 

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Real Brasil e Rio Branco jogam hoje no GK

O Operário alugou o Estádio Germano Kruger ao Real Brasil para a realização do jogo pela Copa Paraná em que a equipe de Aurélio Almeida enfrentará o Rio Branco de Paranaguá.

O jogo acontece às 15:30 horas e terá arbitragem de Vagner Vicentin, assistido por Ivan Carlos Bohn e Alberto Inácio da Silva.

A equipe do Real Brasil é a lanterna da competição, aonde não somou sequer um ponto. O Rio Branco está em 9º com 11 pontos.